sábado, 17 de abril de 2010
Lisboa acolhe reunião mundial de maçons - Jornal a Bola de 16-4-2010
«Há uma enorme convergência entre os valores maçónicos e os republicanos, de igualdade, liberdade, cidadania e laicidade, além da fraternidade», explicou António Reis, grão mestre do GOL, em declarações reproduzidas pela edição online do i.
Valores que, segundo Reis, «estão nos tempos de hoje ameaçados».
«Há uma enorme crise ética que grassa em todo o mundo e esteve, aliás, na origem da actual crise económica e financeira» diz, lembrando que «os maçons têm obrigação de serem uma vanguarda ética e cívica destes valores, como o foram no passado, em que estiveram sempre na primeira linha da salvaguarda destes valores».
O encontro internacional, que repete eventos semelhantes realizados em Estrasburgo, Atenas e Istambul, vai realizar-se num hotel de Lisboa e será aberto a todos os que pretendam participar, incluindo não maçons.
Outros artigos acerca do mesmo assunto:
http://www.ionline.pt/conteudo/55611-macons-todo-o-mundo-reunem-se-em-lisboa-com-valores-republicanos-na-agenda-
http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?section_id=12&id_news=445749
quarta-feira, 10 de março de 2010
A república para além dos números
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Republicanos apelidam os seus crimes de "actos históricos"

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
A nova república velha
Nos últimos dias começou a despontar um discurso alarmado para além do de Medina Carreira: na sequência da situação de pré falência verificada na Grécia, das medidas drásticas tomadas na Irlanda, a comunicação social doméstica dá progressivamente mais destaque à incontornável realidade económica portuguesa: um deficit que caminha para os 10%, um Estado sem margem de manobra “pelo lado da receita” e os custos com a dívida que remontam já a dois milhões de euros a cada hora que passa.
Ontem no programa Roda Livre na TVI 24 Rui Ramos antecipou timidamente uma questão primordial para a discussão política que se impõe: não se vislumbra uma solução governativa dentro do actual sistema partidário, nem com os actuais protagonistas, cujo discurso encontra-se demasiado distante da realidade, das medidas disruptivas que se adivinham inevitáveis. Se é de todo improvável um “perdão da dívida” a uma democracia europeia, suspeito que a resolução do imbróglio português só poderá sair duma solução de “salvação nacional” amplamente consensual e de forte liderança. Enfim, é sobre os paradigmas da nossa sobrevivência como país que urge centrar a discussão política nacional: a terceira republica está moribunda e é urgente redescobrir a verdadeira alma portuguesa para fundar um novo ciclo.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
O banqueiro também, que não é parvo, só não pode é assumi-lo

sábado, 29 de agosto de 2009
Directamente da Tailândia
Bem vindo ao Centenário da República, Miguel.
quarta-feira, 8 de julho de 2009
"Não discutimos a Nação!"

terça-feira, 9 de junho de 2009
Tempos e Costumes

Um jornal republicano (O Mundo de 24 de Março de 1915) diz a respeito daditadura do conselheiro João Franco: "Tendo tomado uma feição revolucionária etendo sido violentamente combatido, não demitiu um só funcionário do Estado que exercesse lugar vitalício. Muitos dos seus mais intransigentes adversários, monárquicos e republicanos, eram funcionários públicos, mas nenhum foi por esse motivo destituído".
Continuar a ler no site Plataforma do Centenário da Républica
quarta-feira, 27 de maio de 2009
A república portuguesa ao espelho
Portugal não se liberta: pequenino, é um pátio de comadres, de conivências, jeitinhos, pingas de azeite e tachinhos de arroz.
Imolado o cordeiro, o processo BPN esvaziar-se-á por conta do tempo e do cansaço, com a promoção de uma série de arguidos, que como tantos outros lentamente assimilarão o estatuto como uma segunda pele. Na medida do possível, o presidente desta triste república deveria demarcar-se de toda a confusão: para beneficio da sua imagem, que a do regime verdadeiramente ninguém leva a sério.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Nós os modernos...
* Helena Matos no Público e retirado daqui
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Afonso Costa e as "liberdades" do povo
Vários atentados contra a figura de Afonso Costa levam este a organizar uma policia "voluntária" constituida por elementos de antigas associações secretas e revolucionárias, qu impõe a "tarefa de velar pelo novo regime, apoiar e proteger os chefes republicanos".
Esta nova "policia" de nome «Formiga Branca» teria como principal objecto proteger Afonso Costa contra o crime de «Lesa chefe do Governo»

Este cartoon de Stuart Carvalhais publicado na "Lanterna" ilustra os exageros da acção desta milícia. Na gravura, o Nazareno, bem seguro entre as mãos de um bufo de «Formiga Branca» e de um guarda da Policia Civil é conduzido à presença de Afonso Costa.
bem haja
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Das trevas às luzes: eleições na 1ª republica

segunda-feira, 30 de março de 2009
A república no seu melhor...
domingo, 22 de março de 2009
Será na liberdade, igualdade ou fraternidade?
Vasco Pulido Valente Público 22 de Mar. 2009
O que eles celebram no centenário da república
Maria José Morgado ao Sol - 21 Mar. 2009
sábado, 14 de março de 2009
A génese da nossa regeneração

Todos conhecemos as infra-estruturas de ensino construídas nas grandes cidades ao tempo da monarquia liberal. Todos reconhecemos pela sua traça característica o múltiplo equipamento construído pelo Estado Novo, ainda hoje parcela decisiva na oferta nacional. O abarracamento pré-construído é o estilo que marca o pós 25 de Abril em matéria de construção escolar onde impera o pladur e a cobertura lusalite ou argibetão. De facto no período democrático da república as prioridades foram as auto-estradas, centros comerciais e estádios de futebol. Passados mais de trinta anos, com um parque escolar muito degradado, começa-se finalmente a notar sinais de mudança com o anúncio de muitos milhões para a sua recuperação. E haverá com certeza mais boas notícias: por exemplo aqui no Estoril foi recentemente inaugurada a escola básica nº 1 de Alapraia, unidade modelar até do ponto de vista arquitectónico.
Em matéria de ensino, onde se joga o futuro e a proficiência e da nação, fica ainda a faltar a aposta mais difícil, porém decisiva: a reconstrução das escolas por dentro, na sua vocação e substancia. Desafio para o qual o regime não tem força ou vontade.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
A república efectivamente melhorou a vida de muita gente
Cem anos separam estas duas imagens: o busto da república, a coragem da mulher que se ofereceu para servir de modelo à representação fisica de um ideal em 1910 e as filhas desse exemplo que hoje tanta coragem demonstram a cuidar da sua própria vidinha.

Dificilmente podemos deixar de concluir que algo correu muito mal nestes últimos 100 anos, não foi só o ideal que esmoreceu. Melhor medida da evolução recente de Portugal, seria difícil: se a primeira mulher arriscou a exclusão social para mostrar um pouco do busto para a estatueta, a segunda não se importa nada de mostrar o pouco do busto e muito mais para ter mais um carrinho ou casinha à beira mar à conta do contribuinte e da degradação moral e ética de toda a classe política.
Se Portugal fosse um País desenvolvido ou "europeu" (como muitos pseudo-intelectuais gostam de afirmar), esta senhora estaria numa fábrica atrás de uma máquina de coser sapatos ou roupa, a fazer algo de útil para o resto da sociedade. Independente, capaz e produtiva como o ideal republicano pressupõe. Mas não: corrupta, dependente, promíscua e incapaz de sobreviver pelas suas capacidades. Tal parasita que apenas sobrevive se o hospedeiro viver, assim marcha uma classe politica ao som de uma canção dedicada a D. Miguel, mas com o qual se recusam associar ou sequer respeitar. Enquanto o padrão for mau, e o exemplo dos governantes a resvalar o crime, fácil será o trabalho e a responsabilidade de todos... pois é quase nulo.
Efectivamente entre os Reis e os Presidentes vai uma grande fronteira. Até um cego a vê!
bem haja
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
Centenário do Regicidio
No próximo dia 27 de Janeiro, pelas 18h30, realiza-se, na Universidade Católica em Lisboa (Grande Auditório da Biblioteca João Paulo II), a Sessão Solene de Encerramento do Centenário da morte do Rei D. Carlos, organizada pela Comissão D. Carlos 100 anos. Esta Sessão, que contará com a presença de SS.AA.RR, terá como conferencista o antigo Presidente do Parlamento Europeu D. José Maria Gil-Robles que falará sobre a «A Monarquia Constitucional na Europa de hoje». Ao longo do dia e associado a este evento, terá lugar, no mesmo local o Colóquio da Universidade Católica Portuguesa, subordinado ao tema O Rei D. Carlos e a Monarquia Constitucional, consulte o programa em anexo. A entrada é livre.quarta-feira, 7 de janeiro de 2009
Pedido de esclarecimento
De modo a apurarmos o nível da nossa discussão sobre a monarquia, desafio o Tiago Moreira Ramalho do Corta-fitas a sustentar a afirmação de que terá sido no tempo da Dinastia Bragantina e até 1910 (repare-se na subtileza do final do período em questão) que Portugal perdeu o comboio europeu, depois de termos sido uma super-potência mundial. Gostava que o Tiago me referisse as suas fontes, e já agora nos desvendasse tais números, os quadros comparativos com as outras economias europeias.
Num modesto contributo para a sua elucidação, sugiro que visite o site da Plataforma do Centenário da Republica onde encontrará dois brilhantes artigos do Ricardo Gomes da Silva sobre a manipulação dos dados estatísticos, e outro do meu colega de causa Carlos Bobone, sobre a propaganda republicana a respeito do pretenso descalabro nacional.
Penso a pertinência destas questões justificam a generosidade do Tiago em manter o debate à tona da blogosfera e fico a aguardar os seus esclarecimentos.
Também publicado aqui
domingo, 14 de dezembro de 2008
Hoje...
