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quinta-feira, 5 de maio de 2011

Olha-m'este!



Agora, pega no conhecido programa monárquico de racionalização do poder local - há 40 anos já disso falava Ribeiro Telles! - e copiando sem hesitações, diz que "existem freguesias e concelhos a mais". Também existem frotas automóveis a mais, assessores a mais, Gabinetes a mais, Institutos a mais, Fundações privadas com dinheiro público a mais e ex-Presidentes a mais.

Melhor faria em definitivamente dedicar-se ao "faz de conta" de reedição da "Rainha Dª Amélia II"- e proveitoso uso do respectivo atelier nas Necessidades -, fazendo algo de visível pela luta contra a tuberculose.

terça-feira, 22 de março de 2011

Crise – Quando um Rei pode ser muito mais do que o Presidente da República com o PEC


Durante um ano e meio assistimos primeiro a uma guerra de ping-pong entre o Governo e o Presidente Cavaco Silva, se inicialmente com Manuela Ferreira Leite era mais uma frente aberta contra o Governo acabou rapidamente a Primavera do PSD as coisas começaram a ficar piores depois da apresentação do PEC III já com Passos Coelho como presidente do PSD.
Assistimos a um infindável leque de escândalos de um dos lados como Freeport, Face Oculta, Canudos e do outro lado BPN’s, Escutas a Belém, vimos uma convergência institucional virada de costas para o Povo e para o País.
Agora com a forma como o PEC IV surgiu nos radares da política nacional viu-se o mais podre a vir ao de cima de ambas as trincheiras, Cavaco Silva não foi informado do PEC IV e mais um ping pongue diário entre direções do PS e PSD … e em Belém um silêncio profundo.
Sim Cavaco Silva perante uma crise profunda, catastrófica o que diz ? o que faz ? Onde está o papel de mediador da figura de Presidente da República ? Perante tudo Cavaco Silva está calado ? Onde está o supremo interesse nacional ?
Claro que todos nós sabemos que estaria sempre calado Cavaco Silva, ex-Ministro das Finanças do Governo PSD de Sá Carneiro, ex-líder do PSD de 1985 a 1995, ex-candidato à Presidência da República apoiado pelo PSD e pelo CDS. Sabíamos que o cargo de Presidente da República de imparcial não tem nada, agora com o risco de irmos para eleições corremos o risco de não haver um governo com maioria absoluta e perguntamos como ficará o País ? Será que a sede de vingança do despedimento de Santana Lopes por Sampaio é mais importante do que o País ? O poder a todo o custo ?
Na Bélgica o Rei não tem condicionantes partidárias, não tem telhados de vidro por causa do passado político, não está refém de eleições. Na Bélgica a pesar da Crise política que já dura à bastante tempo é o Rei que procura consensos, é o Rei que luta pela unidade nacional … temos visto isto da parte do Presidente da República Portuguesa ? Com um Rei, Portugal teria garantias de uma maior imparcialidade institucional da parte da Chefia de Estado, teríamos a certeza de o Chefe de Estado não seria uma das partes. No fim quem fica a perder é o Povo, não se admirem que a abstenção bata recordes nas próximas eleições.

Rui Monteiro

segunda-feira, 14 de março de 2011

República rasca



Um dos mais conhecidos desportistas do erário público, bem poderá esticar a coluna e suspirar de alívio. O governo decidiu hoje baixar o "IVA do golfe" para os 6%, pondo fim à escandalosa taxa de 23% até agora em vigor. Sendo esta uma actividade praticada pelas camadas mais desfavorecidas da população, a medida é moralizadora, corresponde às expectativas gerais e garante a coesão social.

O Centenário da República, sugere a rápida construção de um "mini-golfe" em Belém.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Para os republicanos

Aí têm mais uma prova daquilo que significa ter um "presidente da República". Ouviram o discurso? Trouxe algo de novo? Reviram-se no vosso Chefe de Estado?

Em suma, gostaram?

Separadas as águas, se o PS tivesse um mínimo de decoro, reuniria esta noite a Comissão Política e declararia o seu apoio à instauração da Monarquia.

sábado, 5 de março de 2011

Mão na massa...



Para o primeiro ano deste segundo mandato de Cavaco Silva estão disponíveis 16 milhões de euros. Em 1976, havia apenas 99 mil euros para gastar. Mesmo sem contar com a inflação, em democracia, as despesas de Belém têm subido 18% por ano.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

No Centenário: os "adiantamentos presidenciais"

Em princípio, serão mais de 4.750.000 Euros a ser dispendidos com os candidatos que obtiverem mais de 5% dos votos nas eleições presidenciais, podendo estes cavalheiros começar desde já, a pedir "adiantamentos". Nada de especial. C'est la republique! Quem a quer, que a pague.

O comentário da Plataforma do Centenário:
21 milhões de Euros/ano para o Palácio de Belém (em Espanha, 8,5 milhões/ano para João Carlos I) + manutenção de 3 ex-presidentes e respectivo staff, etc + manutenção das casas oficiais da presidência (em todo o país), + viagens ao estrangeiro+dúzias de assessores+Falcon para ir ver o Papa+Falcon para ir buscar S. Exa. a Barcelona+10.000.000 Euros para a Comissão da Comemoração de 1910-26…
Já percebemos o porquê da festança no 5 de Outubro.

Notícia tirada do post de Carlos Loureiro, no Blasfémias

Se vos apetecer, vejam o que Pacheco Pereira diz acerca das comemorações.

terça-feira, 25 de maio de 2010

O líder do PS/Porto lamentou que os candidatos a presidentes da República procurem aprisionar os partidos

Tão bem que eles sabem como funciona este regime. E sempre com a papa na língua do "serviço ao país". Concluo, do "país" deles. Como já escrevi: proferir que são "o presidente de todos os portugueses" é um arroto de hálito fétido.

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Teste: O que é o presidente da República?

Tenta responder a estas questões, sem copiar e sem filmar com o telemóvel.
1) O que é o presidente da república na I República?
2) O que é o presidente da república na II República?
3) O que é o presidente da república nesta "última" República?
4) Achas que devia haver um Presidente de Todas as Repúblicas universitárias (daquelas onde dormem os estudantes)?


domingo, 21 de março de 2010

Burrices que valem milhões...




Esta entrevista é a prova cabal da inconsistência de um sistema parasitário, que como ontem dizia Rui Ramos no Expresso, parece estar a chegar ao fim.

Mesmo para os seus mais interesseiros apoiantes, este vegetalizado sucedâneo de chefe jamais convenceu alguém de outra coisa, senão a garantia de ser uma perfeita e oportuna nulidade que "não riscava".

Um displicente embaraço para os seus próprios aliados.

Fraca instituição que requer sempre fortes personalidades. Não há remédio, pelo que ainda temos e vemos.

Se Carmona era aceitável pela presença e polidez no trato, nem estes aspectos meramente decorativos poderemos atribuir a este regorgitador de banalidades, cujo mandato se encontra eivado de parvoíces mediáticas ou institucionais, desfaçatezes contra a própria autoridade do Estado - lembram-se da desautorização da polícia? - e claro está, pelos ostentatórios gastos sem medida. Se alguém se atrever, ainda se descobrirão algumas estorietas edificantes. Parcialidade, conluio partidista, reserva mental perante o governo "do outro" e coisas afins. É apenas uma questão de tempo.

Merece bem ser cognominado como o agente 00-Zero do regime. E ainda temos que continuar a pagar estes zurrares...

domingo, 25 de janeiro de 2009

Exemplo de um Rei que nunca será igualado por um presidente

Estava eu a ler o livro "A Alma" de Manuel Alegre quando a certo ponto ele dizia que o pai dele admirava muito as monárquias nórdicas, principalmente porque quando os Nazis invadiram a Noruega e obrigaram os Judeus a colocar uma estrela de David na roupa ... o Rei Cristiano X. Haakon VI da Noruega no dia seguinte montou o cavalo com uma cruz de David na roupa.
Não estou a ver nenhum presidente a fazer isto, nunca vi um presidente a tomar uma posição tão extrema. Provavelmente se tal acontecesse cá ... fugia o prosidente da junta. D.Manuel II no dia 5 de Outubro de 1910 quiz montar o cavalo e comandar as tropas dando o exemplo mas sua mãe Rainha D.Amélia tendo já perdido um filho e um marido pediu para que não o fizesse.
São exemplos de coragem e não de cobardia que os Reis nos têm mostrado não só em Portugal, nem preciso de relembrar D.Juan Carlos que veio com o Exército e os Tanques para a a rua em 1983 quando da tentativa de golpe de estado fascista.