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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Viva Salazar!!!


Está neste momento a decorrer mais um programa de Fátima Campos Ferreira - "PRÓS E CONTRAS DA REPÚBLICA". De um lado, defendendo extremosamente a sua perspectiva, um grupo de republicanos; do outro, igualmente convictos, outrossim, um grupo de republicanos.
Está, necessáriamente, presente, o Grão-Mestre da Maçonaria.
E os portugueses sem um telefone sequer, para colocar as pertinentes perguntas!
No final deste Congresso ad hoc do Partido Republicano, foram retiradas, por unânimidade duas conclusões:
1ª - Viva Salazar!
2ª - Fátima C. Ferreira será o modelo para o busto da República do 3º Milénio (1ª centúria da República).

António José de Almeida, um dos salvadores do Universo, era frequentemente interpelado por gentes do mundo planetário de que ele era pai (a República, é claro):
- Sr. Dr. então e o assunto..., tão importante ?!
- Descanse, meu amigo, tenho-o debaixo do olho...
O inolvidável democrata costumava colocar as pastas - hoje, dossiers - no seu assento no Parlamento, decerto para suavizar as dolores das suas maratonas retóricas. Não mentia: os ditos dossiers estavam realmente a coberto...
De hoje mesmo, no anúncio da TV, sobre uma novela versando a República, a classificação do DN: assistir-se-ia a um docudrama.
Claro que preferi o azul-branco do FCP contra o Vitória do nosso Berço...

sábado, 2 de outubro de 2010

Eu era monárquico, se não fossem os meus amigos...


A Notícias Sábado de hoje esmerou-se em crónicas sobre a "festividade" que se adivinha. Entre os colunistas, um nome que vamos ouvindo com regularidade, na televisão ou nos periódicos: Carlos Abreu Amorim. Um texto memorável.
Carlos Abreu Amorim começa por confessar o seu monarquismo, «quando era rapaz». Mas viria a evoluir para o lado republicano, visto que os monárquicos seus amigos eram quase todos «uns irrecuperáveis patetas». Ao que parece pelas suas vaidades tontas, pelo seu pretenso aristocratismo. Talvez os amigos deste "amigo de Peniche" dos seus amigos, assim se comportassem. Mas creio estarmos falando de um homem de saber, não sei se advogado, se economista, se docente. Em qualquer dos casos, um homem que saberá - ou devia saber - distinguir a bondade das ideias das falhas humanas de quem as põe ou tenta pôr em prática.
De resto, CAA acaba por reconhecer, adiante, que os republicanos em nada foram felizes na concretização dos seus propósitos.
Mas a questão vai um pouco além: é que CAA conhece - e todos nós conhecemos - o móbil dos políticos republicanos ao longo destes 100 anos. Não desconhece que entre a corrupção, a violência e a intransigência, a tirania, a incompetência e a cegueira política, houve de tudo até ao estado comático em que nos encontramos.
Quem terá prejudicado mais o País: os amigos patetas de CAA ou os (não sei seus amigos) que "reinaram" os últimos 100 anos: Afonso Costa, Salazar, Vasco Gonçalves...?

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Preparem-se, que vêm mais

... cargas da então chamada "polícia de choque". Hoje com um nome mais brando, mas igual aptidão. A imagem é de 1973, aquando do 3º Congresso da Oposição Democrática, em Aveiro.
Então, o móbil da intervenção era político. Agora é - preparemo-nos para as mentiras em contrário - puramente de obstar a manifestações de carácter económico-social. Depois de semear a miséria entre o povo português, a República festeja os seus cem anos a dar porrada em quem se queixa - da miséria em que vive. Se não antes, no momento das greves já anunciadas. Que é como quem diz: viva a Constituição da República! Onde bem se plasma - pasme-se - a famigerada «ética republicana».

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Matinais notícias da República (de hoje)


A OCDE veio a Portugal e, com uma palmadinha nas costas do Ministro das Finanças, proferiu algumas recomendações: o Estado deverá aumentar o IVA e o IMI, reduzir ou eliminar os benefícios e as deduções fiscais e congelar os salários.
Tudo porque a despesa é muita e inevitável: há que rearmar as tropas, chamar os cidadãos ao alistamento militar. A Monarquia espreita perigosamente, urge abrir trincheiras e dar a vida pela República.
Saúde e Fraternidade! - gritaram em uníssono os membros do Governo. E, chamando os respectivos motoristas, encaminharam-se todos para o almoço em honra do secretário-geral da OCDE.

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Debaixo do buço da República

Em 1938, a Infanta D. Filipa (tia d'El Rei D. Duarte) cheia de saudades do se Portugal, não quis mais saber dos impedimentos colocados pelo regime republicano. Visitaria a sua Pátria, assim decidiu. E assim procedeu.
Chegou incógnita. Quer dizer: esperavam-na apenas os portugueses. E percorreu o País de lés-a-lés. Esteve na Batalha, em Guimarães, no Porto, em Braga. Participou em recepções, assistiu a uma tourada, no Ribatejo, foi comprimentada por milhares de portugueses. O aviador Roberto Sameiro homenageou-a com espectaculares piruetas do seu aeroplano. Houve lágrimas de gratidão, de alegria, de esperança. Obviamente, não pode dar entrevistas - não seria conveniente cair nas garras do regime...
E partiu, enfim, sem que a República se apercebesse da sua estadia e do que ela significava para os portugueses.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Terapias republicanas contra a "loucura".


Do Jornal de Notícias de 4 de Junho de 1926:
«... parece que todas as autoridades estão dispostas a fazer da cadeia civil um verdadeiro manicómio. Ontem, para lá foi enviada uma desgraçada, Virgínia Maria de Jesus, do Bonjardim, que toda a gente conhece como doida, por dar vivas à monarquia, etc, etc.».
(N. R. O pensamento republicano português, segundo as mais recentes teses, é profundamente inspirado em "O Processo" de F. Kafka)

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Uma «admirável conferência sobre a educação da mulher»


Proferida pelo Dr. Serras e Silva, «doutrinário, sociólogo e educador». Segundo este «eminente» Prof da Universidade de Coimbra, que «falou largamente da vida interior da mulher», esta, quando «tem o sentimento do modernismo não faz o menor esforço para aperfeiçoar em si as grandes qualidades que exaltam sempre o que nela há de mais nobre e de mais puro. Inferioriza-se lamentávelmente, sempre que pretende aproximar-se do homem, lançado-se numa reivindicação de direitos que não é própria nem da sua sensibilidade, nem do seu sexo».
(do Jornal de Notícias de 11.07.1926)
Moral da história: os republicanos são uns marialvas.

domingo, 12 de setembro de 2010

Tudo como antes - quartel em Abrantes


Desde a ocupação republicana, o País habituou-se ás ameaças anónimas, aos atentados, a quantos episódios políticos de traição e cobardia.
Cem anos volvidos, apenas mudaram os sistemas, assegurando eficácia aos métodos. Falo concretamente do insulto gratuito, do enxovalho, da perfídia sem cara que se veja, através da Internet.
Nem preciso de apontar exemplos concretos. Aponto apenas o dedo a quantos blogs proliferam por aí, carregado de torpezas e insultos, quando se fala da Monarquia em que a maioria dos portugueses acredita.
Já agora, uma (dispensável) pergunta: porque será?...

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

A heróica resistência do bolo-rei


O bolo-rei é, efectivamente, o rei dos bolos. Daí o nome, merecidíssimo. E do maior incómodo, após 5 de Outubro de 1910, quando se tornou politicamente incorrecto. Logo os revolucionários perceberam que era necessário crismá-lo, perdão, registá-lo.
Portugal tinha de ser revolvido e espanejado, desprovido de qualquer alusão à Monarquia deposta. Os pasteleiros temeram pelo negócio. As revoluções podem mudar tudo menos o paladar e a gulodice. Que fazer? Ainda por cima, o bolo-rei era vendido no Dia dos Reis e a tradicional fava garantia o «trono» até ao ano seguinte a quem ela coubesse em sorte.
A maioria dos pasteleiros resolveu que o bolo-rei passaria à clandestinidade. Com um nome falso: "bolo de Natal", "bolo do Ano Novo" e, até, "bolo Nacional".
Assim sobreviveu o bolo-rei, disfarçado - se calhar, sem fava nem brinde -até que o povo, não aguentando mais as saudades,o trouxe de novo para a luz do dia.
Sem, é claro, alguém se lembrar jamais da peregrina ideia de lhe chamar «bolo-Presidente».
P.S. A génese e história do licor acima exposto decorre, toda ela, após 1910.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010


Foi ontem o último episódio da fantasia congeminada pela RTP1 sobre o Regicídio. No decurso de uma leitura qualquer, lá fui deitando o olho, a espreitar a macaqueação.
Assim dei com o inefável Afonso Costa, sem pêra nem bigode para não ser reconhecido pela polícia, a aviar a receita aos operacionais - matava-se o Rei, o Príncipe, o Infante e, por via das dúvidas, a Rainha também. «É pelo povo que vamos fazer isto!», proclamava triunfante.
Pelo povo! Aí vai uma família inteira - nas suas intenções - para a morte, como se assim salvasse a República a vida do Povo. Desse mesmo que logo em 1914 Costa e os seus capangas mataram às centenas nas ruas de Lisboa.
Enfim ocorreu o atentado. Os regicidas, manifestamente saiem da História ao contrário: como herois sacrificados, em vez de assassinos fanáticos. Quase entrei pela televisão dentro para abraçar o Tenente Figueira, após a mais bonita estocada de toda a História das Armas - aquela com que varou o Buiça.
Enquanto isso, no seu quartinho alugado, Aquilino Ribeiro embrulhava-se numa manta, a fazer de conta que acordara agora e não sabia de nada. Cobarde? Claro que não: apenas um revolucionário não assisso. Então e os outros? Bom esses também não eram assassinos - nem estavam engripados.
Ocorreu o intervalo. Na retoma, reviu-se a cena do crime. A República estava em tempo de antena, sinal de que o plebiscito se avizinha.
Por isso, os muitos depoimentos colhidos na rua, casualmente: a velhota senhoria de Aquilino, o oficialeco que libertou A. Costa, afinal todos refinados e apimentados republicanos... E o comentário final deste último, o insigne democrata mais conhecido por «racha sindicalistas» - «Proclamámos a República sem dar um tiro!».
A herança de caracter e verdade de A. Costa ainda hoje rende proveitosamente à classe política que serve a República.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Carta aberta ao Ex.mo Senhor Dr. José Magalhães


Ex.mo Senhor:
Na obra intitulada Portugal - 20 Anos de Democracia (ed. Circulo dos Leitores), V. Ex.cia é responsável por um capítulo denominado «A Constituição e as suas revisões, a Lei e a Justiça». Um sub-capítulo da mesma refere «A consagração da III República». Li-o atentamente e nada tenho a contradizer quanto ao seu conteúdo.
Por isso, necessáriamente, a questão que venho apresentar se coloque num aspecto decerto diverso. É que, se não erro, já então (1994), V. Ex.cia se situasse na área partidária do Partido Socialista. E que assim não fosse - melhor reforço do meu argumento. O qual consiste no seguinte: os seus camaradas, neste ano fatídico do centenário do seu (e deles) Regime, insistem em comemorar cem anos de República «saltando» (quais gafanhotos) de 1926 para 1974.
Cito exempos: o clã Soares, o poeta Alegre, o aventalista António Reis.
Como se os 48 anos de Estado Novo, tivessem feito parte de outra realidade que não a vossa República, a quem querem que apaguemos as 100 velas aniversariantes.
Encurtando razões, até porque não quero tomar o precioso tempo de V. Ex.cia, sempre gostaria de - ultrapassando as mesquinhas razões aritméticas - obter de V. Ex.cia o seguinte esclarecimento:
- Em que período se situa, afinal, a II República?
Antecipadamente grato pela atenção que V. Ex.cia possa dispender ao caso em apreço, subscrevo-me, com os mais respeitosos cumprimentos,
atenciosamente,
João Afonso Machado

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Das Repúblicas - episódios éticos (II)


Almirante Pinheiro de Azevedo, no discurso de tomada de posse do VI Governo Provisório (1975):
«Como o Senhor Presidente da República, também eu rejeito a social-democracia como objectivo final da Revolução. Pretendo incluir-me num esforço conjunto, consciente e responsável, centrado na edificação da República socialista portuguesa (...) Admitimos partidos que defendam a social-democracia com os quais consideramos ser necessário e útil colaborar, sem, no entanto, lhes permitir tomar a direcção política do processo revolucionário».
Meses depois, respondendo a vaias de manifestantes:
«Bardamerda mais o fascista».

terça-feira, 31 de agosto de 2010

E da república portuga


É notícia do dia. Marcelo Rebelo de Sousa aconselha a reeleição de Cavaco Silva «para manter a social-democracia em Belém». O que equivale, inevitávelmente, a perpetuar, por essas paragens, uma bandeira laranja-rosa. Santa paciência, Sr. Prof. Isto ainda vai sendo um País de homens-homens e mulheres-mulheres... Esperemos que averso a possidoneiras.
Tristíssima e reprovável intervenção de um especialista em Direito Público. Lá que ele queira a social-democracia no Governo - acho muito bem. Transpô-la para a Chefia de Estado, é que não.
Nem o Estado nem - muito menos - a Nação devem ter cor partidária. Marcelo tem a obrigação de saber isso. E sabe. Mas a República obra amontoados desta natureza. Já em 1910 se vestiu com as cores do Partido Repúblicano. Contra tudo e contra todos.
No fundo, devemos-lhe agradecimentos. Foi esclarecedor. Na sua perspectiva, Belém será laranja (ou rosa). Na nossa, deverá ser sempre nacional, ostentando as cores isentas que fizeram a Nacionalidade. O que, obviamente, pressupõe que a Nação mantenha a Realeza, símbolo real da nossa identidade.

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Republicidades


Foi hoje transmitido na RTP1 o primeiro episódio sobre o Regicídio. Na forma esperada: o Rei e as suas amigas, os passeios automóveis do Infante D. Afonso, as questiunculas partidárias, as caçadas reais...
Do outro lado, os bons. Os republicanos, é claro. O Buiça, o Costa e o Aquilino, recém-chegado de Sernancelhe e já iniciado pelo Luz de Almeida. A despeito dos maus-tratos infligidos à sua consorte, também já se percebeu que o Buiça é o herói da fita.
Para o episódio de amanhã, parece que está previsto um jogo de foot-ball entre o Sport Lisboa e Carbonária e o Maçonaria Club de Portugal.

domingo, 29 de agosto de 2010

Das Repúblicas - episódios éticos (I)


«A Junta Revolucionária chama João Chagas à Presidência do Ministério. O panfletário desce do Porto a Lisboa no rápido da noite - 16 de Maio. Vem na companhia da esposa, Paulo Falcão e Carlos de Oliveira (...).
Em Paialvo sobe ao comboio o senador João de Freitas - republicano dorido pelo castigo de João Chagas no pelourinho dos panfletos.
Comboio em marcha, João de Freitas, que subiu para a carruagem da cauda, percorre os compartimentos, observa os passageiros (...).
João Chagas vai à frente, de costas para a locomotiva, a nuca apoiada no espaldar do assento (...) entre a esposa e Paulo Falcão - o seu ministro da Justiça.
João de Freitas atinge a carruagem. Do corredor lobriga João Chagas. Detem-se um instante. Depois, como num acesso de raiva, epunha a pistola, arremete para o adversário e despeja quatro cargas.
Num silvo de ódio e angústia a esposa do ofendido lança-se sobre o ofensor. Paulo Falcão e Carlos de Oliveira arrancam-lhe a pistola da mão. E enquanto a angustiada senhora (...) acode ao marido - um olho vazado e a fronte a sangrar - os demais passageiros invadem o compartimento, apoderam-se do energúmeno, sovam-no a soco e pontapé, abrem-lhe a cabeça à bengalada.
A multidão apinhada na gare do Entroncamento (...).
Mas tudo se cala, à notícia do atentado. João de Freitas desce do comboio, mascarrado de sangue, entregue à autoridade concelhia. (...)
O comboio parte. Estalam tiros na gare. E lá dentro (...) o corpo sangrento do senador escorrega para o chão, a cabeça varada por uma bala»
in Sousa Costa, Páginas de Sangue - Buiças, Costas & Cª, Liv. Editora Guimarães & Cª, 1933, pág.158.

sábado, 28 de agosto de 2010

Uma República e a Justiça (claridades...)


23 de Dezembro de 1949. O Brigadeiro Vasco Themudo de Vera regressa de S. Tomé, para onde partiu em inspecção - não obstante o muito dinheiro que ali se extrai nas roças de cacau, os interesses detidos na ilha pelo BNU estão sendo altamente prejudicados. Há que averiguar porquê.
Themudo de Vera demora-se em S. Tomé as semanas bastantes para descobrir muita corrupção, muitos nomes importantes que o regime republicano terá dificuldade em explicar, se o escândalo vier a público.
À hora do almoço, a sua ausência é percebida na sala de refeições do Benguela, o navio em que regressava. Não o encontram no camarote, no convés, em parte alguma. O Brigadeiro nunca mais foi visto. Suicidio - assim foi logo explicado o seu desaparecimento. Atirou-se ao mar... E tudo voltou à normalidade.
Evidentemente, nunca em tal a sua Família acreditou. E em texto excelente dado à estampa na revista Tabu do jornal O Sol, Felícia Cabrita veio demonstrar que o mais certo é Themudo de Vera... ter sido atirado ao mar. Porquê? Por quem?
Também no sinistro episódio da Camioneta Fantasma, também na tragédia de Camarate, a verdade essencial jamais veio à tona. Passemos adiante dos Freeports todos desta República. Somente - que têm os republicanos contra a descoberta da verdade? Da verdade material, jurídicamente falando.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Tudo na mesma aqui na República


Foram uns dias breves de praia. Um tempo razoável, areais repletos. A conversa do costume - futebol, Sócrates (andam por aí umas anedotas novas de estalo), a crise, a jantarada de logo à noite. No cais estava a dar carapau. Reencontrei muitos amigos, foi descansativo. A ninguém ouvi o tema República. Sinal obvio que não é tema, nem com 10 milhões a puxá-la para a ribalta.
(Ah!, já me esquecia: no Público de anteontem, invocava-se a intrigalhada que rodeou a eleição do Presidente Arriaga; no de ontem, a fúria de Guerra Junqueiro ante a escolha da nova bandeira - esta, a actual, copiada da ganesa).