segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
Republica - o espectáculo não pode parar
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
Contra o branqueamento do 5 de Outubro

terça-feira, 28 de setembro de 2010
Segunda-feira para a História

No dia 04 de Outubro, às 18.30, uma hora e meia depois da inauguração da exposição “A Repressão da Imprensa na 1ª República” no Palácio da Independência, Mendo Castro Henriques, monárquico, e Fernando Rosas, republicano, apresentam na livraria Livraria Buchholz apresentam «1910 a duas vozes», onde se expõem dois distintos pontos de vista sobre Implantação da República em Portugal, a queda da Monarquia e as repercussões desse momento histórico durante o último século. A não faltar!
terça-feira, 27 de julho de 2010
Salazar por Pessoa
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Nós portugueses
segunda-feira, 5 de julho de 2010
5 de Outubro de 2010 - Uma Causa Nacional

Por mais que tal seja silenciado pelos grandes meios de comunicação do regime, suspeito que o sistema duma chefia de Estado monárquico constitucional atrai muitas mais simpatias em Portugal do que nos querem fazer crer. Para além daquelas elites e quadros que se escondem mais ou menos envergonhados nos diversos partidos e órgãos de poder da república, basta puxar a conversa na rua ou nas escolas, percorrer os mais influentes blogues e redes sociais para obter consciência de que a Causa Monárquica tem adesão e muitos simpatizantes. E aqui refiro-me a “simpatia” com o seu significado intrínseco e distinto de “militância”: para descanso dos mais empedernidos republicanos, a questão da chefia do Estado está longe de ser prioritária para a frágil classe média portuguesa, para quem são decisivas as contas da governança corrente de que depende a subsistência material duma família portuguesa.
De resto, como eu previ há algum tempo, desconfio que o que prevalecerá nas comemorações do Centenário da República por este País que se arrasta acabrunhado na História e no fundo de quase todas as tabelas de indicadores de bem-estar e progresso, é a brutalidade e infâmia do regime antidemocrático que sobreveio sujo de sangue em 1910, e que degenerou no regime de Salazar. O que sobrará destes festejos inusitados, é o reconhecimento e a divulgação duma outra bandeira que foi portuguesa e de liberdade.
Aqui chegados, acredito constituir o próximo dia 5 de Outubro, que está já aí na curva do calendário a seguir às férias, uma oportunidade ímpar na História para uma pacífica mas categórica mobilização de muitos portugueses monárquicos ou simples simpatizantes. Julgo que esta será uma ocasião preciosa para se prescindirem de divisões, comodismos ou egoísmos e sairmos à rua para restaurarmos o sonho de sermos Portugal. Não constando ainda nenhum programa ou acção para a efeméride que se aproxima, cabe à direcção nacional da Causa Real em consonância com as Reais Associações locais, assumirem com ambição o protagonismo que o calendário e a História este ano nos oferece de mão beijada. E cabe decididamente a todos os simpatizantes desvanecerem as suas dúvidas e hesitações e prepararem-se para assumirem o protagonismo que a ocasião exige.
No próximo dia 5 de Outubro a todos se nos exige a devolução da esperança ao futuro de Portugal. Onde seja, estaremos presentes.
quarta-feira, 23 de junho de 2010
Perfil de um candidato a presidente da república
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Monarquia e república em debate
domingo, 23 de maio de 2010
A nossa liberdade condicional
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Necrologia

quarta-feira, 7 de abril de 2010
A república por telegrafo
domingo, 31 de janeiro de 2010
Comemorações da república (1)
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
Fazer história
quarta-feira, 1 de julho de 2009
Custos
- O custo da MONARQUIA em ESPANHA é 0,19 dezanove centimos por espanhol.
- O custo da REPUBLICA em PORTUGAL é 1,58 um euro e cinquenta e oito centimos por português.
- Governo espanhol transfere para a CASA REAL ESPANHOLA 9.000.000 de Euros
- Governo português transfere para a PRESIDÊNCIA DA REPUBLICA PORTUGUESA 16.000.000 de Euros
sábado, 4 de abril de 2009
os "valentes" da Republica..

bem haja
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
ás portas de Roma

COMISSÃO NACIONAL PARA A COMEMORAÇÃO DO CENTENÁRIO DA REPÚBLICA
"A Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República tem por missão preparar, organizar e coordenar as comemorações do primeiro centenário da implantação da República Portuguesa …
Nesse sentido, além da presença das diversas instâncias de soberania e do envolvimento nas comemorações das Regiões Autónomas e das autarquias locais, bem como comunidades portuguesas no exterior, e outras instituições, importa criar condições para a mobilização e participação da sociedade portuguesa, especialmente as gerações mais jovens.
Uma das dimensões comemorativas será necessariamente virada para o conhecimento do ideário republicano, dos valores que legitimaram o novo regime e dos acontecimentos e protagonistas da sua história. Mas, como advertiu a Comissão de Projectos encarregada de definir o enquadramento das comemorações, há que evitar uma visão passadista, contrapondo-lhe uma preocupação prospectiva”
A página da Comissão Nacional para a Comemoração do Centenário da República está, desde já, online. Com notícias a consultar, eventos a propósito e de toda a utilidade, um curioso rol de efemérides periódicas que vai cobrindo todo este período, apresenta ainda o respectivo Programa das Comemorações, bem como os seus objectivos e linhas de acção. Vale, portanto, a sua consulta continuada, à medida que se avança para o ponto alto do Centenário.
A garantia foi ontem (18) dada por Artur Santos Silva, presidente da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República (CNCCR), durante a conferência de imprensa que serviu para apresentar o programa comemorativo.
Este responsável frisou que há que evitar uma “visão passadista”, contrapondo-lhe uma preocupação prospectiva, descobrindo elementos que possam ser úteis na construção do futuro do país.
Neste sentido, Santos Silva assegurou que nada será feito para “dividir os portugueses”, saudando como um facto “extremamente positivo” a presença de D. Manuel Clemente, Bispo do Porto, entre os membros da Comissão Consultiva da CNCCR.
O presidente da Comissão Nacional admite que a “questão religiosa” foi uma das que mais feridas abriu na I República, mas realça que dos contactos mantidos com responsáveis da Igreja fica a certeza de existir “o melhor espírito” em relação às celebrações.
A UCP, em particular através do seu Centro de Estudos de História Religiosa, é um dos parceiros de diálogo com que a Comissão conta para esta tarefa.
O início oficial das comemorações tem lugar a 31 de Janeiro de 2010, no Porto, mas algumas iniciativas terão lugar já durante 2009. A CNCCR dispões de um orçamento de 10 milhões de Euros, que visam promover a participação das escolas e universidades, manifestações culturais e desportivas, novas publicações e iniciativas científicas, entre outras.
A CNCCR assume desde já a importância de envolver as diversas instâncias de soberania, das Regiões Autónomas e das autarquias locais, bem como comunidades portuguesas no exterior, e outras instituições, mas destaca acima de tudo a necessidade de gerar a mobilização e participação da sociedade portuguesa, especialmente nas gerações mais jovens.
Artur Santos Silva espera que este ciclo comemorativo sirva para promover a reflexão colectiva sobre a identidade nacional, os valores da República e o desenvolvimento e o futuro das instituições políticas.
Neste período, indicou, pretende-se “reforçar a identidade nacional”, aprofundar o o debate em torno da “ética republicana do século XXI”, contribuir para “a renovação da relação entre a República e os cidadãos” e identificar “desafios que se colocam à sociedade portuguesa”, mobilizando de forma particular os os mais novos para a participação cívica.
O presidente da CNCCR diz que é essencial “ajudar a desenhar o que poderá ser a refundação da República”.
Esta Comissão vai manter-se em funções até 31 de Agosto de 2011, ano em que se celebra o centenário da primeira Constituição republicana, bem como a Lei de Separação do Estado e das Igrejas e ainda a criação das Universidades de Lisboa e Porto.
A Comissão (na foto), nomeada pelo Presidente da República, sob proposta do Governo, tem a seguinte composição: Artur Santos Silva, Francisco Luís Sarsfield Pereira Cabral, João José de Sousa Bonifácio Serra, Maria Fernanda Fernandes Garcia Rollo e Maria Raquel Henriques da Silva.
fonte:
http://www.agencia.ecclesia.pt/noticia_all.asp?noticiaid=69632&seccaoid=3&tipoid=119
http://arepublicano.blogspot.com/2009/02/comissao-nacional-para-comemoracao-do.html

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