sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Cronologia da república - 2ªedição - 29 de Outubro

  • 1913


Destruição do jornal católico “O Universal”

  • 1921

Explosão de bombas na sede das juventudes sindicalistas

  • 1923

Greve e agitação operária no Porto




Fontes

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Vêm aí as Presidenciais


Agora sim, já todos os concorrentes se apresentaram à linha de partida. São cinco, parece que definitivamente. Cavaco, Alegre, Nobre, Lopes e Defensor, eis os nomes dos atletas, apresentados de forma absolutamemte aleatória.
Estamos a poucos minutos da partida, mas já se gerou alguma celeuma. Os participantes na corrida discutem entre si de que modo as respectivas claques se hão-de manifestar - com ou sem outdoors?
Alguém alvitra que troquem esses papeis inúteis por brinquedos e instrumentos artesanais, como o tambor, o reco-reco. Fazem barulho e sempre agitam um pouco a pasmacenta economia nacional.
E é com um ar resmungão, de quem prosseguirá amanhã a discussão, que os candidatos se encaminham para os seus lugares, joelho ao chão, respiração funda. Vai ser dada a partida...
Partiram!!! Aí vão eles. Quatro voltas à pista e uma eventual volta mais, em caso de dúvidas sobre o vencedor. Mas não, aproximam-se já da meta, com um concorrente á frente, destacadíssimo. Quem será?, não o distinguimos entre a poeira levantada... Estranho, não o reconhecemos mesmo, agora que cortou a meta. Mas é um sexto participante, afinal...
Ah!, vejamos a sua dorsal. Correu magníficamente... e chama-se... FMI.

Recandidaturas, prazos e outras batotas!

Há tempos que me venho referindo a esta ‘ditadura do prazo’ (constitucional) que impede que os portugueses se pronunciem sobre o rumo que pretendem para o país! São seis meses ou mais em que o ‘suposto’ árbitro não pode apitar nem marcar faltas, especialmente as mais graves, deixando o jogo prosseguir de acordo com as conveniências (e as politiquices) dos partidos políticos! Esta ‘suspensão democrática’ deve ser caso único na união europeia como também deve ser caso único esta obediência servil a uma lei que foi (mal) feita por uns quantos portugueses e que portanto (calculo eu) pode ser mudada por outros. A não ser que estejamos perante um texto sagrado!

Noutra vertente, a actual constituição republicana também faz batota quando limita a duas a sequência de recandidaturas à chefia de estado. Mas afinal que interesses pretende a república proteger?! O que leva o regime republicano a condicionar (mais uma vez) o sufrágio universal, limitando assim a vontade dos portugueses?! Será que tem medo que a república se transforme, de facto, numa monarquia electiva?! E já explicou isto aos portugueses a ver se eles concordam com o argumento limitativo?! Argumento que na prática apenas mascara a realidade de previsíveis recandidaturas que acabam (quer queiramos quer não) por subverter o regime.
São perguntas e mais perguntas feitas a um país que sobrevive amordaçado por uma ideologia estranha à sua cultura, aos seus interesses, e apenas ao serviço de uma minoria!

Saudações monárquicas

Cronologia da república - 2ªedição - 28 de Outubro

  • 1922


Greve dos mineiros de Aljustrel

  • 1923

Tumultos populares no Porto

  • 1924

Greve de trabalhadores em Guimarães





Fontes

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

E continua a sondagem no Aventar...

Um blog onde a esmagadora maioria dos participantes - quem escreve e quem lê - é da esquerda. Ora vejam os resultados às 14.03H de hoje:

  • Duarte Pio (50%, 555 Votes)
  • Não voto (30%, 327 Votes)
  • Fernando Nobre (7%, 82 Votes)
  • Candidato Vieira (6%, 66 Votes)
  • Cavaco Silva (3%, 33 Votes)
  • Manuel Alegre (1%, 14 Votes)
  • Em branco (1%, 12 Votes)
  • António Pedro Ribeiro (0%, 4 Votes)
  • José Pinto-Coelho (0%, 3 Votes)
  • Francisco Lopes (0%, 3 Votes)
  • Defensor Moura (2%, 1 Votes)

Total Voters: 1.105

Cronologia da república - 2ªedição - 27 de Outubro

  • 1911


Congresso do partido republicano apelidado de “circo dos cavalinhos”. Começa com 600 e acaba com 280 delegados

Com a vitória dos partidários de Afonso Costa, há a divisão entre os apoiantes de Brito Camacho e António José de Almeida

  • 1912

Assalto de repartições públicas e queima de documentos em vila flor

  • 1917

Decreto de mobilização agrícola

  • 1918

É fechado o jornal “O Minho” de Viana do Castelo




Fontes

terça-feira, 26 de outubro de 2010

Vamos tentar uma...

... que os esclareça de uma vez por todas. Se nas próximas "presidenciais" os portugueses levarem a abstenção a um resultado superior a 50% do universo eleitoral, talvez o "caso" mude de figura.

Entretanto, o blog Aventar está a proceder a uma sondagem acerca das eleições presidenciais. Entre os candidatos Cavaco Silva, Manuel Alegre, Francisco Lopes, Fernando Nobre, Vieira, José Pinto-Coelho e Defensor Moura, surge D. Duarte Pio. Às 17.15H de hoje, o Duque de Bragança ia folgadamente à frente, com 63%.

Façam o favor de visitar o Aventar.


"A multidão que acorreu ao funeral"

"(...) Três anos depois, porém, já estava nas tanoarias do Paço do Bispo, em Lisboa, onde foi aprendiz de tanoeiro. Ali ficou até aos 14 anos - aos 13, correu para ver passar o cortejo fúnebre de D. Carlos e do príncipe Luís Filipe, assassinados no Terreiro do Paço, e quase morreu esmagado pela multidão que acorreu ao funeral."

Mais uma vez se prova, até em documentos biográficos, que o povo ocorreu massivamente a despedir-se do seu Rei e que o espírito regicida-genocida republicano não colhia adeptos senão na escumalha que arruaçava o país.

obscura fibra


O despesismo podia proliferar, numa Monarquia, sem ser numa República?
Poder podia... mas não era a mesma coisa...

Do Metro de hoje

«Abre a caça na coutada de Belém» - hoje com o anúncio de mais uma candidatura, a de Cavaco Silva.
NUNCA NINGUÉM DISSE TANTO EM TÃO POUCAS PALAVRAS!!!

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

baixa fibra


Os salafrários conseguiam viver, numa Monarquia, sem a República?
Poder podiam... mas não era a mesma coisa...

Birds of a feather flock together*

Publicada em Vias de Facto. Clique para aumentar.


A árvore genealógica acima publicada é um extraordinário documento sobre a perpetuação do poder económico e político em Portugal nos últimos 150 anos, entregue a uma burguesia liberal e económica, próxima da maçonaria. Esta nova aristocracia nada tem a ver com o conceito de aristocracia portuguesa do Ancien Régime, a qual, aliás, estava (como sempre esteve), nas vésperas do liberalismo, falida e totalmente dependente dos credores. Pelo contrário, os senhores das famílias Silva, Mayer, Espírito Santo e outras, construíram-se nos balcões da mercearia, conspirando contra a velha Ordem, segundo eles decrépita e avessa ao progresso. Mas como acontece com qualquer complexo mal resolvido, o objecto odiado é também o objecto do desejo e, nesse sentido, não foi preciso muito para que a velha Ordem fosse substituída por um novo estado de coisas, governado por esta oligarquia de antigos marçanos que acalentaram a ideia de República para o bom sucesso dos seus negócios. Os netos, bisnetos e trinetos desses senhores ainda aí estão, financiando a causa republicana, enquanto ela lhe for útil aos seus negócios. E ainda há quem se espante com isto.

* provérbio inglês, cuja tradução pode ser "pássaros da mesma plumagem acasalam entre si".

Cronologia da república - 2ªedição - 25 de Outubro

  • 1913


É fechado o jornal “O Germinal” de Setúbal

  • 1917

Nas eleições para a vaga de um deputado e de um senador no círculo ocidental de Lisboa votam apenas 14% dos recenseados




Fontes

domingo, 24 de outubro de 2010

Ave Cesar!

Assim se exprimiu hoje o nosso Pretor ao receber em Viana o Imperador Chavez. Há quem jure o tenha visto levantar, bem esticado, o seu braço direito. A nossa República cesarista tem prezado particularmente receber grandes figuras da autocracia internacional. Vejamos alguns nomes: Franco, Café Filho, Arafat, Samora, Agostinho Neto... e hoje - Hugo Chavez.
Alguém se lembra de mais?
E já agora: quem mais beneficiou do entusiasmo popular, em visitas de Chefes de Estado a Portugal? Se a memória não me falha, ninguém conseguiu bater a Rainha de Inglaterra. Mero acaso?

Desculpem, sou só eu pasmar ou o nosso governo perdeu a noção do ridículo?


Diz o ditador-"democrata": a distribuição de computadores a crianças em idade escolar se "insere num dos princípios mais nobres da revolução bolivariana: a educação, a revolução do pensamento crítico e criador".
Mas... será que a política do nosso desgoverno se insere na "revolução bolivariana"? Que pose ridícula de meretriz faz o primeiro ministro deste desgoverno decadente. Que somos fruto da revolução terrorista repúblicana, já sabia(mos) mas que eramos propensores da tirania "bolivariana" não sabia... que maravilha...!

Cronologia da república - 2ªedição - 24 de Outubro

  • 1923


Greve em São Pedro da Cova

Várias prisões em São Pedro da Cova

Encerramento da sede do sindicato em São Pedro da Cova

Encerramento da chamada sopa comunista em São Pedro da Cova




Fontes

sábado, 23 de outubro de 2010

República e Centenário no D.N.

"Esta semana, deu aos incansáveis comemoradores oficiais dos 100 anos da República para irem hastear uma enorme bandeira portuguesa no arco da Rua Augusta. A funçanata teve a presença de vetustos adornos republicano-socialistas como Mário Soares, de alguns governantes de segundo plano e figuras camarárias, e da fanfarra da GNR, e ainda direito a cobertura dos telejornais.

No dia seguinte, os cabos que seguravam a bandeira deram de si e ela caiu (a televisão não estava lá, claro). A bandeira foi hasteada de novo, mas algumas horas depois já tinha uma das pontas a esvoaçar. No Facebook, nos murais das pessoas que seguem de perto os assuntos relativos a Lisboa, o ridículo da bandeira do arco da Rua Augusta era abundantemente comentado e até já se faziam apostas sobre quanto tempo demoraria até o pano verde-rubro voltar a cair.

Este episódio da bandeira que é pomposamente hasteada com a presença de individualidades sortidas, charanga e comunicação social, e depois é deixada a sofrer tratos de polé porque o trabalho ficou mal feito, é bem demonstrativo do caricato destas dispendiosas e mal-amanhadas comemorações, que não despertam um farrapo de entusiasmo na esmagadora maioria da população, passando no meio da indiferença quase geral.

A III República esperneia no meio de uma crise como Portugal só viu no tempo da I República, e este episódio da bandeira do arco da Rua Augusta é também simbólico do estado a que chegou o regime, e como que premonitório do futuro nacional. Por este andar, os republicanos nem os 110 anos do 5 de Outubro comemorarão."

Eurico de Barros

Cronologia da república - 2ªedição - 23 de Outubro

  • 1912


Greve de tanoeiros no Porto

  • 1917

É fechado o jornal “A Madrugada” de Castelo-Branco




Fontes

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Uma banhada!

 Foto de Pedro Cunha (via Público)

No âmbito das comemorações republicanas, a comendadora Joana Vasconcelos expõe o que considera ser uma metáfora actual do país, uma piscina enorme, cujo recorte tem a forma da fronteira continental de Portugal. Não podia ser melhor a imagem e a obra de arte para ilustrar o que tem sido este regime que mete àgua há cem anos: uma perfeita banhada.

Cronologia da república - 2ªedição - 22 de Outubro

  • 1910


É proíbido o ensino da doutrina cristã nas escolas

  • 1914

Assalto ao jornal “Vanguarda” em Lisboa

Cria-se tribunal especial para julgar-se monárquicos

  • 1925

É fechado o jornal “Cidade Nova” de Portimão




Fontes

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Finalmente a união...


Finalmente a República consegue congregar os portugueses. Não em volta da bandeira ganesa, mas centrados numa preocupação maior, que bate à porta de todos nós. A da votação do Orçamento de Estado.
Tudo porque, comemorando o seu inefável centenário, o Estado republicano ameaça a bancarrota.
Sibilino modo de atrair atenções! Os fins justificam todos os meios, para grandes males, grandes remédios. Ninguém prestou atenção ao dito Centenário? Tomem lá pobreza. É da maneira que a gente liga aos trabalhos da sua Assembleia. Do Parlamento e da democracia, nos países civilizados.
Enquanto isso, os abutres passeiam entre o povo. À procura de carniça. De dinheiro - de tributos.

Como vai Liberdade de imprensa na República Portuguesa?

E se logo após 1910 fizessem este ranking??

Inadvertidas palermices


Foi agradável, esta merecida homenagem ao homem que aboliu a pena de morte, paradoxalmente aplicada ao seu filho e neto, pelos criadores do regime que o prof. Cavaco Silva representa. No entanto, embora seja sumamente tola, "esta gente" podia poupar a memória do rei, à desfaçatez da prévia cobertura da sua estátua com a coisa da Carbonária. A Câmara da Covilhã bem devia ter usado a sua bandeira municipal. Sinceramente...

Cronologia da república - 2ªedição - 21 de Outubro

  • 1910


O governo demite o bispo de Beja

  • 1912

Ataque ao posto da GNR pela população em Coruche

  • 1913

Primeira outubrada - revolta monárquica

  • 1914

Destruição do jornal “Noticias de Évora”

  • 1920

Greve de alfaiates em Lisboa

  • 1921

Tentativa de assassinato, em Leiria, do industrial Alfredo da Silva

CGT reclama a libertação dos sindicalistas detidos






Fontes

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Centenário do bronze... monárquico!


Esta manhã e iniciando a sua campanha eleitoral, o prof. Cavaco Silva foi à Covilhã e homenageou o rei D. Luís I. A república portuguesa anda cheia de azar, pois nem sequer consegue inaugurar qualquer coisa que homenageie no bronze, qualquer um dos seus escusos heróis. Nem o Costa, nem o Almeida, nem o Bernardino, nem o António Maria da Silva - quem? -, nem o Dente d'Ouro, ou o Buíça. Sim, esse mesmo Buíça que na companhia de outros "homens generosos e amigos dos seus amigos", matou a tiro o filho e o neto daquele que hoje tem uma estátua da Covilhã. Sim, esse mesmo D. Luís que assinou a abolição da Pena de Morte e que viu outro neto ser expulso à bomba e a tiro pelos terroristas do Partido 7%. O mesmíssimo D. Luís que era marido de uma senhora e sogro de outra, também expulsas pelo mesmo bando, às ordens do tal Bernardino e do Almeida, dois dos antecessores de sua excelência.

Este Centenário tem sido maravilhoso. Para nós, claro.

Tudo bem

"No fundo esta república nunca foi dirigida por pessoas sérias mas por evangelistas da boa vida. Uns escroques com outros escroques que sabiam ler fizeram uma revolução em 1910. À lei da bala. Seguiu-se o caos até 1926. À lei da bala. Segui-se uma ditadura. À lei da bala e da refrega. Seguiu-se uma "revolução" em 1974. Os escroques voltaram e com eles muitos oportunistas que sabiam ler. Escreveram uma constituição surrealista e montaram uma feira de vaidades. O país foi vendo, fica a ver".

Cronologia da república - 2ªedição - 20 de Outubro

  • 1911


António José de Almeida é espancado por Carbonários em Lisboa

  • 1913

Tentativa de derrube da Republica

Destruição dos jornais “Dia” e “Nação” em Lisboa

  • 1914

Segunda Outubrada - revolta monárquica

Corte das comunicações telefónicas e telegráficas com o norte do país

Incidentes em Bragança

Destruição do jornal “Jornal da Noite” em Lisboa

Destruição do jornal “Restauração” em Lisboa

Destruição do jornal “Talassa” em Lisboa

Destruição do jornal “Ridículos” em Lisboa

  • 1919

Conflito entre os industriais de conserva e os marítimos em Setúbal

  • 1921

O governo suspende a constituição





Fontes

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Crise? Qual crise?

A crise é uma miragem nossa, cidadãos e contribuintes. Prova-o o Portal Oficial da Comissão para as Comemorações do Centenário da República que foi adjudicado ao designer Henrique Cayatte, por ajuste directo, pelo preço de €99.500,00. Enfim, não teve, assim, de ir a concurso público...
Qualquer dúvida pode ser esclarecida através deste link:
É caso para dizer que, com muito menos, conseguimos muito mais: mais visitas, mais participação, mais interesse de todos.
E, em 5 de Outubro, nada que se assemelhasse a meia dúzia de sicários e duas dúzias de figurantes, além dos figurões do regime.
Ainda assim... numa outra reencarnação, serei republicano. Não na próxima; na seguinte. Para me ir habituando, e não vá ganhar o euromilhões entretanto.

O ar da República...

(...) É paradoxal: os reis constitucionais cultivavam, na rua, a dessacralização do poder. A República, porém, fecha-se nos seus palácios. Nos anos 70 e 80 do séc.XIX, o rei D.Luiz, pai de D.Carlos, ia todas as tardes ao Rossio, beber a sua ginginha com os amigos. Sozinho e sem segurança. Qualquer súbdito poderia trocar dois dedos de conversa com o rei, que se apresentava no seu grosseiro jaquetão burguês, e trocar com ele umas palmadas nas costas. Hoje, qualquer mísero secretário de Estado passa em carros topo de gama de vidros fumados, alheio à plebe. O ar da República está irrespirável. (...)

- Filipe Luís, O ar impuro da República, na Visão.

A festa continua - Novidades das Comemorações da República

As comemorações do centenário da república ainda vão no adro. Depois da função pública, bombeiros, magistrados, associações de estudantes, agora a PJ. Ainda falta um tempo para dia 23 de Novembro. Será que os militares vão aderir à greve?

Adenda: será que o "republicanismo" português vai também nisto copiar a "amiga" francesa??

*(Foto) Na França o termo "greve" tem um espírito mais avançado! Claro, vindo de um povo que jubila por guilhotinas...

Vai uma revisão constitucional?

Nesta hora em que a República portuguesa depende do Orçamento em votação na AR, recordo o deputado Vieira de Castro, do PSD, nos debates da revisão constitucional em 1997, a propósito dos limites materiais desse mesma revisão:
«Queremos trazer para a Constituição Portuguesa um princípio que está consagrado na Constituição republicana desde 1793. Pode ler-se no seu art. 28º: "Um povo tem sempre o direito de rever e reformar a sua Constituição. Nenhuma geração pode sujeitar as gerações futuras às suas leis"».

Cronologia da república - 2ªedição - 19 de Outubro

  • 1911


Manifestação de carbonários contra os jornais “O intransigente”, a “Republica” e a “Luta”



Existem 500 presos políticos

  • 1915

Greve dos soldadores de Setúbal

  • 1921

Golpe outubrista, maquinado pela maçonaria onde são assassinados António Granjo, Machado Santos, Carlos da Maia, Freitas da Silva e Botelho de Vasconcelos. Abel Olímpio, principal assassino da camioneta da morte apenas fez o trabalho sujo da maçonaria que visava derrubar António Granjo por este não obdecer ao Grémio Montanha

Governo nº 28 da república presidido por Manuel Maria Coelho (17 dias) Um gabinete composto por populares ligados a Júlio Martins. Muitos membros do governo não querem tomar posse com medo da vaga de assassinatos.

Ameaça de intervenção estrangeira. Fundeiam no Tejo três navios de guerra: Um Francês, um Espanhol e um Britânico

Segundo a opinião de Raúl Brandão, sobre o golpe outubrista, fala da epilepsia da desordem causada pela utopia repúblicana

O assassino de Sidónio País é libertado





Fontes

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Vaidades...


Informação interessante, AQUI!

Cronologia da república - 2ªedição - 18 de Outubro

  • 1911


Saneamento de dois professores da Faculdade de Direito de Coimbra

  • 1917

Protestos dos Bombeiros Municipais de Lisboa, sendo o quartel invadido pela GNR

Egas Moniz cria o partido centrista

  • 1919

É fechado o jornal “ A Província” de Coimbra

 
 
 
Fontes

domingo, 17 de outubro de 2010

Extingam-se e fundam-se!


Já podiam tê-lo feito há muitos anos, ou melhor ainda, jamais ter criado semelhantes coelheiras. Essas tocas institucionais são quase invisíveis, embora todos se dêem conta da sua existência. Ver para crer, eis o que todos querem e para isso, o sr. ministro poderia começar por esvaziar os pneus a um certo tipo de ostentação que por cá entope as estradas. Esta dispendiosa sucata a prazo, também desfilou no 5 de Outubro. É pouco? É, mas a partir daqui, cria-se o tal "estado de espírito".

sábado, 16 de outubro de 2010

A Plataforma do Centenário da República no Facebook

Plataforma do Centenário da República

Divulga também a tua página

Uma vez mais a Plataforma do Centenário foi banida do Fecebook. Tenham a caridade de divulgar a nossa nova página: nós somos mais teimosos, não desistimos!

Comissão do Centenário da República - os gastos imorais

Cronologia da república - 2ªedição - 16 de Outubro

  • 1911


Afonso Costa defende a intransigência com os inimigos da Republica

55 pessoas são presas sob a acusação de tentarem derrubar a Republica

Incursão realista no norte de Portugal

  • 1913

É fechado o jornal “7 de Julho” de Chaves

  • 1915

O governo determina a colocação de bustos da república em todas as salas de audiência dos tribunais

  • 1918

Ataque a uma coluna de 153 presos políticos em Lisboa

  • 1921

É fechado o jornal “Voz de Guimarães”

  • 1925

O governo extingue a repartição central da secretaria do governo civil de Lisboa






Fontes