Nota: acabei de ouvir numa rádio (séria!) um comentador a dizer que o 5 de Outubro representa a "Liberdade"!!!! Com junkies destes não há metadona que chegue para sossegar a traça da ignorância.
segunda-feira, 28 de novembro de 2011
Ainda a supressão dos feriados
Nota: acabei de ouvir numa rádio (séria!) um comentador a dizer que o 5 de Outubro representa a "Liberdade"!!!! Com junkies destes não há metadona que chegue para sossegar a traça da ignorância.
Que raio de fado!
Que raio de fado!
Parece um destino
Mal encomendado!
Fado
Que nunca me esquece
E só me aborrece
Sempre o mesmo fado!
Fado
Se fosses diferente
Menos conformado
E mais insolente!
Fado
Triste cantoria
Da nossa agonia
Que raio de fado!
Maçons e jacobinos
Graça Moura – que pertenceu à Comissão de Honra da candidatura de Cavaco Silva – acusa de "demagogia" aqueles que apelam a Belém para se insurgir contra a decisão governamental e atribui a contestação a "maçons e jacobinos".
E porque o fado é património da humanidade vamos lá a cantar a nossa sina:
Lá vão duas,
Três Repúblicas a voar.
Uma à bomba,
Outra à força,
Outra de quem mais roubar
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
Até parece o portuguesinho a enfardar alegremente na República
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Pai tirano
sábado, 19 de novembro de 2011
Faça-se Justiça
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
Lei de Talião
A ser verdadeira a notícia publicada hoje no Correio da Manhã de que, além da eliminação acordada com a Igreja dos feriados Assunção de Maria e Corpo de Deus, o governo propõe o fim dos feriados de 5 de Outubro e do 1º de Dezembro, tal aparenta ser uma medida que visa reciprocidade, no contraponto de duas sensibilidades políticas marcadas na nossa cultura; no fundo para assim calar as hostes com uma espécie de lei de Talião: nem “tradicionalistas” nem “progressistas” (e desculpem-me estes equívocos chavões) se ficam a rir. Esta solução aparentemente equitativa esconde um grave engano, já que, sendo consensual que a revolução de 5 de Outubro dividiu profundamente o país, é inegável que a restauração da independência uniu os portugueses em torno dum projecto de independência e soberania, hoje mais do que nunca ameaçado. A decisão de acabar com o dia da Restauração encerra um enorme simbolismo: quem é que por estes dias quer saber verdadeiramente dessa coisa extravagante chamada soberania, ou ainda desse capricho da “independência”
A ser verdade, foi-se o merdoso feriado 5 de Outubro
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Remova o traste...
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Feriado a remover

O Público está a proceder a uma sondagem quanto aos feriados a abolir. Sugerimos que todos participem, escolhendo o 5 de Outubro como coisa dispensável. Poderão visitar o site neste link e votar em conformidade.
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
República que fede
Nesta centenária República que fede, implantada pelo terrorismo, dá-se tempo de antena e corteja-se entrevistas a um terrorista. Mais, amplia-se o arroto de um terrorista que vive sustentado com uma reforma paga pela República.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Eu apoio o Otelo se for para derrubar a República!
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Tem razão
Hoje, no DN, António Reis, grão-mestre maçon, diz que "Os autores têm de estar mais atentos às coisas que escrevem"! Isto a propósito de uma critica que fez a autores de manuais escolares (que escreveram sobre a pré-história). Tanta razão. E o que dizer, então, sobre os historiadores parciais que assobiam a implantação da República? Será que o facciosismo dos historiadores só é visível quando se escreve sobre matérias com milhares de anos?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
República prevenida
Não foi há pouco tempo que foram aumentadas, monetáriamente, as nossas chefias militares?..
sábado, 29 de outubro de 2011
A ler no Expresso de hoje

Todos reconhecem os inestimáveis serviços que a nossa amiga Augusta Menezes quotidianamente tem prestado à Causa, no seu blog Família Real Portuguesa. Como alertei há uns dias neste post, é imperiosa a colaboração de todos para o progressivo esclarecimento dos portugueses. Sendo um inegável facto o recrudescer da simpatia pela instauração da Monarquia em Portugal, a mensagem tem encontrado eco em toda a sociedade e já chega aos mais importantes jornais do país. A prova disso, é a coluna que hoje mesmo Fernando Madrinha deixou no Expresso do oportunamente republicano Sr. Balsemão.
Já se contrapõe abertamente o exemplo do Rei D. Carlos I, à péssima, abusiva, inconsciente e absurda prestação do Presidente em exercício e dos respectivos antecessores-colegas na capitosa reforma
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
Para a rotunda Vasco
O camarada Vasco anda com tusa de mais revoluções, vai daí, sente-se roubado, expoliado, acossado, ressabiado – só agora!. Uma dica para não perder a conta do viagra que deve andar a tomar; traga a sua "associação" para a rua e faça um golpe de estado! Acabe com "eles"... ... Derrube o regime e restaure a única alternativa de alto a baixo, a Monarquia. Mas não faça como os seus camaradas, que se venderam às oportunidades e faça justiça aos roubos que vê cometidos contra o povo, vá para a rotunda. Olha para eles em 1910, 1928, 1974... tão indignados que eles estavam, a tropa fandanga, tão vendidos que eles foram a troco de quem lhes prometeu mais, a favor da República dos mentirosos.
sábado, 22 de outubro de 2011
Mudar
sexta-feira, 21 de outubro de 2011
quarta-feira, 19 de outubro de 2011
Altos voos

Não seria uma excelente ideia se "certa gente" começasse a dar o exemplo e prescindisse deste tipo de ataques pequeno-burgueses?
domingo, 16 de outubro de 2011
Para os inteligentes:
São eles que o dizem
"Todos os outros Presidentes distinguiram-se claramente da sua origem partidária*, fizeram até muitas vezes questão de o evidenciar, o senhor Presidente da República atual, nos momentos chave da política nacional, tem tido uma atuação claramente associada ao PSD, que tem beneficiado objetivamente o PSD", afirmou, acrescentando que Cavaco Silva foi "um promotor da ascensão do PSD à área governativa".
Ainda defendem a República! Pobre povo. Tão pobre no bolso e no espírito. A fome cega e as sucessivas repúblicas têm-nos atirado sempre para a miséria.
* que hipócrisia.
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Mais um "Instituto" verde-tinto
Perceberam? Sempre que a coisa descamba e o barco está a ir ao fundo esta "sociedade" balança-se para o frenesim. Será que neste Instituto Português de Estudos Maçónicos também se vai ensinar a balear chefes de estado e a colocar bombas em manifestações ou será apenas um edifício de aprendizagem e colocação para o chupismo dos recursos públicos?
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
Adoentados
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
Um sonho de 5 de Outubro
Um 5 de Outubro de todos os portugueses
Há três anos consecutivos que a Causa Real vêm disputando o palco político proporcionado pelo 5 de Outubro com considerável sucesso, sempre granjeando entrevistas e reportagens nos telejornais, imprensa e rádios nacionais. Este ano, os monárquicos militantes concentraram-se em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa na cidade de Coimbra, onde perante a sinistra crise de soberania nacional, homenagearam o espírito heróico do seu rei fundador por ocasião do 868º aniversário da assinatura do tratado de Zamora.
Reportagem tvi aqui
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
Falando em "marquises"...

Após um patético e encomendado intróito grasnado por uma menina muito ao estilo da propaganda do Dr. Goebbels, tivemos o prato forte da ora.
Num razoável e decerto inconsciente exercício de autocrítica com laivos quase maoístas, o Mr. Deficit de serviço contabilizou as oportunidades colocadas em termos de empréstimos sobre as "nossas" mesas ministeriais. Sem proferir uma única palavra relativa à sua ruinosa gestão como primeiro-ministro, o já avançado avô do défice das contas públicas veio dizer-nos que ..."durante alguns anos foi possível iludir o que era óbvio" e viveram-se ..."tempos de ilusões". Num auto-bofetão, acrescentou ainda alguns anos perdidos na ..."letargia do consumo fácil e na ilusão do despesismo público e privado".
Num discurso normalmente escrito por um serviçal disponível entre as grosas de assessores pagos a expensas do contribuinte - eufemisticamente conhecido como Erário Público -, acaba por enterrar quase trinta anos de carreira intensa e exclusivamente política, liquidando de uma penada, as manigâncias pretensamente económicas que abusivamente asfaltaram o país de norte a sul, descalcificando os cofres que abarrotaram de verbas colocadas à disposição pela "Europa" (Alemanha). Coortes de futuros consagrados meliantes arrastados para os lugares chave do poder, centos de milhar de novos funcionários públicos entrando pela porta de serviço do(s) Partidos(s), uma inaudita emergência de yuppies de cabelos compridos e bem oleados de gel, a barulhenta jeepalhada que substituiu tractores e os tais dois pequenos apartamentos T3 de algarvios investimentos que refundiram em betão, aquela traineira da faina outrora familiar. A todo este ridente progresso, acrescente-se o bem cavaquista ímpeto demolidor dos centros urbanos à mercê da cupidez imobiliária, as digestivas brincadeiras bolsistas, os negócios explosivos das amizades escusas, a total e subserviente cedência diante da prepotência estrangeira e pior que tudo, a completa rendição perante os espanhóis. Esta ultrajante República, consegue a proeza de numa brisa de pouco mais de duas décadas, liquidar a presença económica portuguesa no antigo Ultramar e os dados oficiais hoje trauteados pela televisão estatal, remetem as nossas trocas comerciais com os PALOP, ao ínfimo patamar de 1%, ao qual acrescenta-se mais uma unidade no que se refere ao Brasil. É um desastre praticamente irreparável, um verdadeiro Alcácer Quibir sem o remédio que há 350 anos era possível para a ambicionada cura: a posse do conhecimento das redes do comércio internacional de então, a presença pluricontinental e sobretudo, a vontade do querer fazer e de garantir a independência, por muito improvável que ela parecesse.
O nosso Mr. Deficit carrancudamente nos avisa acerca do "vivermos acima das nossas possibilidades" e quase parafraseando Salazar - o reconhecidamente inatingível alter ego -, apela à "austeridade digna", rejeitando-se os "gastos desmesurados" e insistindo no patriótico dever de consumirmos aqueles produtos que ele próprio fez um dia desaparecer das prateleiras dos mercados.
"Valor republicano da austeridade digna", balbucia. Assim sendo, comece ele próprio a dar o exemplo, prescindindo de 50% da lista civil e da criadagem engravatada repescada nos recônditos clubísticos dos interesses de onde ele próprio um dia saiu para a ribalta que nos encadeia e exaure. Siga o exemplo do vizinho João Carlos e passe a consumir uns módicos 8 milhões anuais. Já é muito e chegam e sobejam para este desastroso marquisamento mental a que submeteu este país.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Contra a resignação, por aquilo que nos une!
Que grande pivete
Amanhã, no dia 5 de Outubro, patuscos e mentores da republicanite vão orar a favor da causa republicana. Vão repetir o mesmo discurso do ano passado, do ano anterior e dos anteriores. No meio da festa, por certo, vazia de adeptos, vão falar da "Liberdade", dos "Direitos" como filhas da República e vaticinar muita saúde e amigos também. É notório que todos os anos, falam da desnudada como sendo a era primogénita da pátria, como se Portugal tivesse começado nesse dia a sua obra. Realmente, começou. ... a obrar! Fujam da latrina-república. Que grande pivete... ...!






...num "andar com história", de Nuno Castelo Branco 





