quinta-feira, 15 de dezembro de 2011

Palhaços, saltimbancos, malabaristas


É risível a posição dos artistas da política sobre os desígnios da história. Para os palhaços do circo republicano as revoluções, "deles", foram fruto de uma razão divina e de popular bem se sabe que o "povo" foi metido à posteriori no meio da contenda, para dar aquele ar. Dizer que o feriado do 5 de Outubro é uma data simbólica é verdade. Um verdadeiro símbolo ao terrorismo, um símbolo ao regicídio, ao sectarismo, à segregação politica. Os saltimbancos. Porque razão não é feriado no dia 23 de Janeiro, dia da instauração da Monarquia do Norte? Não é um dia histórico, onde se fez, também, história? Estou farto de pregadores malabaristas.


domingo, 11 de dezembro de 2011

O Natal, o vazio e a tralha dos imensos carnavais

Admitindo que os efeitos festivos das decorações natalícias nas ruas da cidade, podem contribuir para o Espírito que a quadra encerra, confesso que não sou seu incondicional aficionado, antes pelo contrário. Em plena crise financeira, a sua notória ausência não me incomoda: o mais das vezes, o seu efeito ostentatório resulta na tendência para a adulteração da festa do nascimento de Jesus, como mais uma pândega do calendário pagão.
Lisboa tem este ano, sob os auspícios do Zé “que faz falta”, dos esfregões 3M, da Câmara Municipal e mais 150.000 euros, em vez das habituais iluminações, sete “instalações” foram concebidas por “verdadeiros artistas da modernidade" para assinalar a quadra, de que afinal nenhum lhe conhece o sentido. Não consta que nalguma ”instalação” se encontre uma única menção ao nascimento de Jesus: na Praça do Chile são molhos de chapéus-de-chuva iluminados, junto ao Parque Eduardo VII exibe-se um conjunto de repugnantes gaiolas em forma de árvores de Natal entulhadas de lixo “para reciclar”. Nos ajardinamentos centrais da Rotunda foram espetados uma série de “sinais de trânsito” reflectores que anunciam a “Lapónia”, o “Bacalhau”, a “Neve”, o “Peru”, o “Pai Natal” e toda a vasta gama de iconografia mundana referente às festas. Este absurdo puritanismo laicista está também patente num anúncio da TV ao jogo da lotaria em que o apresentador enumera uma séride de tradições do Natal português evitando olimpicamente referências a Jesus ou ao presépio, mas mencionando uma inexistente “Noite do Galo”, como alusão disfarçada à Missa do Galo.
Através da abordagem mediática e demais tralha publicitária que invade as nossas casas através da imprensa, rádio e televisões, constatamos a tenacidade do regime tornar o Natal uma festa pagã. Afonso Costa por estes dias se não ardesse no Inferno, chocalharia veemente os seus ossos exultando no caixão: todas as festas perfilhadas pelo todo-poderoso Estado Laico, se vão assemelhando cada vez mais, a uma série de variantes do Carnaval: sejam elas protagonizadas pelo Pai Natal, por simples foguetório e embriaguez, por brasileiras desnudadas a tiritar de frio, coelhinhos de chocolate ou até sardinhas assadas. O motivo e finalidade comum é a simples alienação num tanto quanto possível desregrado folguedo.

~o~

Voltando ao essencial, não desisto de apregoar que, ultrapassada a perspectiva infantil, o Natal não é magia mas dum Milagre que se trata… a diferença é profunda e o fenómeno não requer luminárias ou artifícios. Porque esse incomensurável Milagre de Deus encarnado no humilde Menino acontece no coração das pessoas. Um Menino Jesus que Se nos entrega para derrotar a nossa soberba com o seu Amor, chegando desta forma tão próximo de nós que “podemos tratá-lO por tu e manter com Ele uma relação íntima de afecto profundo, como fazemos com um recém-nascido*”.
É a preparação para este Natal, na intimidade do Presépio em que cada um de nós possui a graça de participar a 25 de Dezembro, que me concede a mim uma profunda paz e a sensação mais parecida com felicidade que conheço e que se me exige dar testemunho.
Porque a felicidade é incompatível com o egoísmo e o júbilo impele-nos a partilhá-la, entristece-me que a república laica tenha expulsado o Menino Jesus desta magnânima festa, e a sua mensagem seja tão militantemente censurada. Finalmente, urge perguntar: quem ganha com tudo isto, quem fica de facto a perder?

* In "Pensamentos sobre o Natal" de Bento XVI, 1ª edição da Lucerna - Novembro de 2011.

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Das Partes do Sião, na Biblioteca Nacional de Lisboa



O Dr. Cavaco Silva deve andar muito ocupado com os incontornáveis assuntos das curvas de défice, acções na bolsa, tricas para a próxima cimeira do fim de semana e outros assuntos que envolvem números. Por acaso, este número 500 que agora se evoca, passa completamente ao lado do republicano regime que é a negação da História deste país. Pode Belém alegar questões de protocolo, mas a sapiência velha de séculos ditaria a quebra dessas normas, precisamente quando a Tailândia é um país com quem Portugal deve cultivar os profundos laços que unem os dois povos. Belém não percebe, nem as suas dúzias de assessores se preocupam com questões alheias aos negócios. Na comemoração do V Centenário do estabelecimento de relações diplomáticas entre Portugal e a Tailândia, não se viu o seu locatário - fez-se representar pelo General Rocha Vieira, pessoa merecedora de todo o nosso respeito - e de S. Bento, nem vivalma na Biblioteca Nacional. Da Secretaria de Estado da Cultura, afundada em "ralações insuperáveis" que dia a dia debita em programas de entretenimento televisivo, nem sequer um "chófer" despejou um longínquo representante governamental.

Antes assim, pois na inauguração da exposição "Das Partes do Sião", a BNL recebeu quem devia. Em primeiro lugar, o sucessor de D. Manuel I, o Rei que com Ramatibothi II do Sião, assinou esta nossa outra "velha aliança" que já tem meio milénio. O Duque de Bragança compareceu e plenamente representou o Estado que já fomos. As regimentais carcaças esfomeadas pela manjedoura faltaram, mas os interessados que se deslocaram à BNL, puderam contar com a afabilidade daquele a quem já se acostumaram a chamar de Rei.
Em boa verdade, há que referir o nome do general Rocha Vieira, o derradeiro governador-geral do nosso já extinto império e como sempre, fez-se o pleno quanto a entidades culturais e fundações privadas - daquelas que não beneficiam de dinheiros públicos -, académicos e interessados na preservação daquilo que Portugal ainda é. Apesar de tudo, restou aquilo que importa: a dignidade.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Sim, senhor comendador.

Quando, a propósito das desvantagens da monarquia, me atiram com os títulos e a nobreza, lembro-me sempre dos comendadores republicanos. Podia começar pelas elites clientelistas da república, pelas dinastias republicanas e laicas como os Soares, os Sampaio, os Almeida Santos, etc, mas lembro-me sempre das ordens e das comendas que os Presidentes distribuem generosamente entre jogadores de futebol e amigos do regime, como a que foi entregue a "Joe" Berardo. Este senhor comendador vem agora cuspir no prato onde comeu (e come, avidamente). Ao menos aquela nobreza liberal de oitocentos ganhava um título por construir fábricas de transformação de lanifícios e por trazer dinheiro do Brasil. Hoje a principal condição para receber uma comenda é ter-se notabilizado pelo roubo na alta finança. Não se admirem se daqui a uns dias o senhor Sócrates ou o senhor Vara levem com uma medalhinha no peito. Pelos altos e valorosos serviços prestados à República.

domingo, 4 de dezembro de 2011

Cão que ladra não morde e se rosna tem medo

Nos últimos tempos não tenho comprado o Público, coisa que talvez justifique a minha surpresa ao encontrar hoje em destaque, a ¼ de página (na 3) com caracteres de corpo grande a seguinte parangona: “Amadeu Carvalho Homem historiador e republicano, dirige uma pergunta ao pretendente ao trono, a propósito da celebração de mais um aniversário da Restauração, a 1 de Dezembro”: “SE UM DIA FOSSE REI DE PORTUGAL, NÃO ACHARIA BIZARRO (NO MÍNIMO) QUE O TRATASSE POR SUA MAJESTADE?” (a vermelho no original).
Porque mantenho alguma crença na inteligência humana, custa-me acreditar que esta opção editorial não tenha um justificado enquadramento que me escapa. De resto, a mesma pergunta com que nos desafia o historiador poderia aplicar-se a outros tratamentos honoríficos ou convencionais, que mais do que um sentido estrito correspondem apenas a uma tradição protocolar: Sentir-se-á o Presidente da República mesmo “Excelente” (Excelência) e o Senhor Reitor mesmo “Magnífico”, (Vossa Magnificência)?
Finalmente como um mal nunca vem só, a imbecil questão ficará sem resposta, dado que o destinatário dela como consta na manchete introdutória é D. Duarte Nuno Duque de Bragança, que faleceu aos 69 anos, há mais de 34 anos.
Pela minha parte sou levado a concluir que o destaque dado a tão boçal provocação só se justifica pela insegurança e receio que a Instituição Real por estes dias parece inspirar aos republicanos ou simplesmente a gente de limitada craveira. É sabido que a primeira razão do cão ladrar e arreganhar os dentes é o “medo”, fenómeno que deveria levar os monárquicos a ter algum orgulho na sua Causa, que afinal algum trabalho vai fazendo…

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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Restauração da Independência 2

Ao contrário dos maçons que por já por aí uivam e acirrados rosnam salivando ódio com a ameaça da extinção do 5 de Outubro, o modo conformado com que a Igreja concede na eliminação de duas importantes festas religiosas, coincide com a maneira polida característica das forças mais tradicionalistas, que também se resignam com o fim do feriado da Restauração da Independência. De facto o mundo não acabará por isso, mas o fenómeno encerra em si um terrível simbolismo: quem é que por estes dias quer saber verdadeiramente dessa coisa extravagante chamada soberania, ou ainda desse capricho da “independência”?

De resto, ontem à noite, quase setecentos portugueses entre os quais muitos jovens juntaram-se no Centro Cultural de Belém numa evocação aos heróis que há 371 anos instauraram a “Dinastia Portuguesa” da Casa de Bragança em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa. Com a habitual leitura da mensagem de S.A.R. tratou-se duma sóbria manifestação de sentido pátrio e solidariedade olimpicamente ignorada pelos média, demasiado ocupados com o exercício de bajulação ao decrépito regime encarnado por Mário Soares que promovia uma vernissage na sala ao lado com o lançamento do seu livro.
Porreiro pá!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Restauração da Independência

(...) Portugal atravessa uma das maiores crises da sua longa vida. Crise que, disfarçada por enganosas facilidades, foi silenciosamente avançando assumindo hoje consequências dolorosas para as pessoas, famílias e empresas.

A soberania de Portugal está gravemente ameaçada. A História, na crueza dos seus factos, revela-nos que, sempre que o País ficou enfraquecido, aumentou a vulnerabilidade à perda da sua Independência. (...)

(...) A dúvida que hoje se coloca não é a de que País vamos deixar aos nossos filhos mas sim que filhos devemos deixar ao nosso País. (...)
Perante a herança que as próximas gerações vão receber, é nosso dever, no mínimo, contribuir para lhes facultar as melhores ferramentas para o seu futuro e o de Portugal: educando-os e formando-os com respeito pelos princípios da honra, da responsabilidade e do amor à Pátria.

Ler na integra aqui

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Ainda a supressão dos feriados


A procissão vai no adro mas os insultos já se ouvem. Então este governo quer acabar com o feriado de 5 de Outubro? Que coisa grave! Acabar com o feriado mais importante para os maçons, jacobinos e auto-herdeiros do terrorismo republicano? Nem pensar! Ainda me admira é não terem proposto acabar com o 10 de Junho o tal que era apelidado de "Dia da Raça". Ai que ranço de pessoas! Esta "direita" é mesmo faxista. Imagino o jogo de bastidores para demover o governo a tal desfaçatez. Cuidado Passos Coelho a carbonária-maçónica ainda lhe dá um tiro pelas costas...!

Nota: acabei de ouvir numa rádio (séria!) um comentador a dizer que o 5 de Outubro representa a "Liberdade"!!!! Com junkies destes não há metadona que chegue para sossegar a traça da ignorância.


Que raio de fado!

Fado!
Que raio de fado!
Parece um destino
Mal encomendado!

Fado
Que nunca me esquece
E só me aborrece
Sempre o mesmo fado!

Fado
Se fosses diferente
Menos conformado
E mais insolente!

Fado
Triste cantoria
Da nossa agonia
Que raio de fado!

Maçons e jacobinos

(...) A discussão, que o governo colocou ao nível da economia, vai para além da necessidade de aumentar a produtividade e está a transformar-se num debate ideológico. O escritor e ex-eurodeputado do PSD Vasco Graça Moura diz ao i que o 5 de Outubro "é um feriado que assinala um regime de ignomínia e de uma violência extrema". "Não tem nenhum valor", acrescenta.

Graça Moura – que pertenceu à Comissão de Honra da candidatura de Cavaco Silva – acusa de "demagogia" aqueles que apelam a Belém para se insurgir contra a decisão governamental e atribui a contestação a "maçons e jacobinos".

E porque o fado é património da humanidade vamos lá a cantar a nossa sina:

Lá vai uma,
Lá vão duas,
Três Repúblicas a voar.
Uma à bomba,
Outra à força,
Outra de quem mais roubar

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Até parece o portuguesinho a enfardar alegremente na República


É um concurso mas tem tanto da vida real. Da nossa. Vivemos num regime republicano que não presta mas em que a maioria pensa que se chegou através da "civilização". A verdade é que foi um regime que nos foi imposto, tal como neste filme, à marretada. Olhem para eles, para nós, a sofrer e a rir com a carinha de que se estão a transformar em Titãs, premiados a ambrósia. Por cá damos o corpo ao flagelo e ainda recebemos dívidas.


quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Pai tirano

O pai do partido socialista, pai da Constituição, pai da III República, pai do descalabro pós-25-Abril, ex-presidente da república apela à "rua árabe"! Rico republicano, de laico a muçulmano. Para que quer um ex-chefe de estado republicano uma "revolução árabe" nas ruas? Não lhe chegam os estragos que a revolução republicana, e socialista, tem feito nos bolsos, nos miolos, na moral e na ética dos portugueses?? Há! são saudades da Primavera...

sábado, 19 de novembro de 2011

Faça-se Justiça


Há momentos felizes que nos trazem verdadeiras referências sobre a realidade para lá da imagem. Não podia ser mais oportuna a junção destes dois portugueses na fotografia exposta. Eles representam tudo quanto eu penso da Justiça na República Portuguesa. Não digo em Portugal mas na República da Liberdade, de Abril, do "Portugal não pode parar". De gabardine, o advogado de Duarte Lima, um reputado advogado e político, um daqueles que teve o mérito de "nascer pobrezinho e agora ser muito rico" e que desde 1995 recebe uma pensão vitalícia por ter sido, quase, 12 anos deputado, agora acusado de coisas que demorarão o seu tempo a provar. Do outro um VIP-do-bairro, ou não viessem quase todos os VIP de bairros ou de "ilhas" escondidas nas traseiras de casarões. Um representa a inércia e o figurino da "respeitabilidade" a que todos temos direito, principalmente, do respeito à justiça a 10 Km hora, ou como quem diz, à lentidão processual que "todos merecem", uns mais lentos e arrastados que outros. Do outro um ilustre que se fez à custa de aparecer na TV, sempre à procura do espelho-câmara que o transporte e nos transporte a nós para a verdadeira dimensão deste país-República, sem subterfúgios ou disfarces. Temos assim, duas caras da mesma sociedade, uma que aparenta outra que se mostra como é. Não podemos ser injustos ao ousarmos pensar que o "emplastro" faz figura de ridículo. Ridículo é o que representa a defesa de larápios, ridícula é a figura de uma Justiça que não resolve, que se atrasa, que se imiscui por interesses, ridícula é esta República sectária que continua a dizer que é válida mas que nos cospe com uma ética que nos faz sentir que somos tratados como emplastros.

Foto: DN, © Nuno Pinto Fernandes / Global Imagens


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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Lei de Talião

A ser verdadeira a notícia publicada hoje no Correio da Manhã de que, além da eliminação acordada com a Igreja dos feriados Assunção de Maria e Corpo de Deus, o governo propõe o fim dos feriados de 5 de Outubro e do 1º de Dezembro, tal aparenta ser uma medida que visa reciprocidade, no contraponto de duas sensibilidades políticas marcadas na nossa cultura; no fundo para assim calar as hostes com uma espécie de lei de Talião: nem “tradicionalistas” nem “progressistas” (e desculpem-me estes equívocos chavões) se ficam a rir. Esta solução aparentemente equitativa esconde um grave engano, já que, sendo consensual que a revolução de 5 de Outubro dividiu profundamente o país, é inegável que a restauração da independência uniu os portugueses em torno dum projecto de independência e soberania, hoje mais do que nunca ameaçado. A decisão de acabar com o dia da Restauração encerra um enorme simbolismo: quem é que por estes dias quer saber verdadeiramente dessa coisa extravagante chamada soberania, ou ainda desse capricho da “independência”

A ser verdade, foi-se o merdoso feriado 5 de Outubro

A serem verdadeiras as notícias, sobre o fim de dois feriados civis e dois feriados católicos, esta República cortou a bôla em partes iguais. Aparentemente. Foi-se o merdoso 5 de Outubro de 1910, feriado importante para os republicanos-maçons, foi-se o 1º de Dezembro, um feriado importante para todos os Portugueses com espinha e para os monárquicos. No fundo, as cabeças pensadoras do regime tiveram receio de cortar o dia sagrado dos sindicalistas, o dia sagrado dos comunistas-anti-fascistas- e-outros-que-tais-com-curriculum-de-1/2 página, os dias mais importantes dos católicos. Quem vai ficar a berrar sem um dia "sagrado" é a maçonaria. Os patuscos que celebrem a data nas suas lojas e que abram para saldos e rebaixas a ver se o povo lhes compra qualquer fundamentozito.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Feriado a remover



O Público está a proceder a uma sondagem quanto aos feriados a abolir. Sugerimos que todos participem, escolhendo o 5 de Outubro como coisa dispensável. Poderão visitar o site neste link e votar em conformidade.

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

República que fede


Nesta centenária República que fede, implantada pelo terrorismo, dá-se tempo de antena e corteja-se entrevistas a um terrorista. Mais, amplia-se o arroto de um terrorista que vive sustentado com uma reforma paga pela República.

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Eu apoio o Otelo se for para derrubar a República!



Porra, camarada, Direita?? Mas então para ti, camarada, os anos em que os socialistas andaram a cantar os amanhãs, e os depois de amanhã, e a gastar à tropa forra foram anos de Direita?
Apoia a Monarquia, camarada, porque fazer a mesma bosta que fizeram em 74 não leva a nada.



sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Tem razão


Hoje, no DN, António Reis, grão-mestre maçon, diz que "Os autores têm de estar mais atentos às coisas que escrevem"! Isto a propósito de uma critica que fez a autores de manuais escolares (que escreveram sobre a pré-história). Tanta razão. E o que dizer, então, sobre os historiadores parciais que assobiam a implantação da República? Será que o facciosismo dos historiadores só é visível quando se escreve sobre matérias com milhares de anos?

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

sábado, 29 de outubro de 2011

A ler no Expresso de hoje



Todos reconhecem os inestimáveis serviços que a nossa amiga Augusta Menezes quotidianamente tem prestado à Causa, no seu blog Família Real Portuguesa. Como alertei há uns dias neste post, é imperiosa a colaboração de todos para o progressivo esclarecimento dos portugueses. Sendo um inegável facto o recrudescer da simpatia pela instauração da Monarquia em Portugal, a mensagem tem encontrado eco em toda a sociedade e já chega aos mais importantes jornais do país. A prova disso, é a coluna que hoje mesmo Fernando Madrinha deixou no Expresso do oportunamente republicano Sr. Balsemão.
Já se contrapõe abertamente o exemplo do Rei D. Carlos I, à péssima, abusiva, inconsciente e absurda prestação do Presidente em exercício e dos respectivos antecessores-colegas na capitosa reforma

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

Para a rotunda Vasco


O camarada Vasco anda com tusa de mais revoluções, vai daí, sente-se roubado, expoliado, acossado, ressabiado – só agora!. Uma dica para não perder a conta do viagra que deve andar a tomar; traga a sua "associação" para a rua e faça um golpe de estado! Acabe com "eles"... ... Derrube o regime e restaure a única alternativa de alto a baixo, a Monarquia. Mas não faça como os seus camaradas, que se venderam às oportunidades e faça justiça aos roubos que vê cometidos contra o povo, vá para a rotunda. Olha para eles em 1910, 1928, 1974... tão indignados que eles estavam, a tropa fandanga, tão vendidos que eles foram a troco de quem lhes prometeu mais, a favor da República dos mentirosos.

sábado, 22 de outubro de 2011

Mudar

Nestes dias em que tanto se critica a austeridade eu lembro-me dos anos em que a visão da maioria das pessoas era de "crescimento". Portugal era um paraíso, entretinha-se a refinar as suas teorias das vitórias Abrilistas e a projectar um futuro lindo e terno regado pelos milhões da Comunidade, conforto conseguido pelo herói anti-fascista Soares. Os políticos da altura (que hoje, mais velhos, se regalam com o conforto da massa conquistada e do poder instalado) falavam como evangelistas, falavam dos seus sonhos como dos nossos se tratassem. Talvez por isso, nem um só momento dei de atenção a tais homens que na altura pensava serem apenas interesseiros mas que agora chamo de ralé. Acho lastimável a impunidade e a leveza com que olhamos para os actos políticos, para a anestesia a que fomos votados, mas não me admira. Um país que esqueceu e não condenou o assassinato covarde de um chefe de estado não pode crescer saudavelmente. O sentido crítico foi vendido às mentalidades dominantes, de uma forma tão corrupta, moralmente, como a corrupção material. A história está perante nós e pergunta-nos constantemente: como chegamos aqui? Neste momento, devemos olhar para nós e perguntar onde pára a nossa consciência, depois devemos reflectir porque devemos acreditar mais nos outros do que em nós e exigir aqueles que nos fizeram promessas, à nossa custa, os resultados. Os tempos pedem-nos uma mudança radical desde o regime ao sistema. O que vejo é que poucos querem mudar. Poucos questionam a República: "há problemas mais importantes", dizem. Não se fala de mudança mas de constança, não se olha para trás. Vem aí as greves, as indignações, as manifestações pela não mudança. São sinónimos da mentalidade instalada pela propaganda da república, do vício da passividade, da preguiça física e mental, do desejo da permanência dos subsídios gratuitos. Vem aí a luta, mas ao invés dos que lutam com consciência pátria esta será uma luta feita pelos que estão a favor de uma doença que os fará enterrar.



quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Altos voos



Não seria uma excelente ideia se "certa gente" começasse a dar o exemplo e prescindisse deste tipo de ataques pequeno-burgueses?

domingo, 16 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Mais um "Instituto" verde-tinto

Diz o patrão desta "sociedade": “Vai ser uma escola de valores e de princípios que é necessário aprofundar” e vai promover cursos, publicações e conferências, acrescentou o advogado e gestor empossado como figura máxima do GOL, obediência com cerca de 2000 membros distribuídos por cerca de 90 lojas (estruturas autónomas) em todo o país. “O Instituto dará um conhecimento mais pedagógico à sociedade do que é a maçonaria”, afirmou.
Perceberam? Sempre que a coisa descamba e o barco está a ir ao fundo esta "sociedade" balança-se para o frenesim. Será que neste Instituto Português de Estudos Maçónicos também se vai ensinar a balear chefes de estado e a colocar bombas em manifestações ou será apenas um edifício de aprendizagem e colocação para o chupismo dos recursos públicos?

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Adoentados

Os dados dizem que o nº de pessoas que se deslocam às urgências tem estado a aumentar. Estes dados parecem reflectir, depois de uma redução acentuada entre 2006 e 2009, que a crise está a tirar as pessoas dos seguros médicos e dos consultórios particulares. Como não há médicos suficientes nos centros de saúde o povo dirige-se para os hospitais. Esta migração tem duas consequências, faz aumentar a despesa pública (deste SNS bem gordo e sedento) e faz aumentar o tempo de espera para aqueles que realmente se encontram de verdadeira urgência médica. Com a saúde não se brinca, dizem, apenas com a nossa saúde mental e moral. A "Crise" tem destas crises. A nossa, da República, já dura há muito. Somos um povo adoentado.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Um sonho de 5 de Outubro

Ontem, tive um sonho de 5 de Outubro. Pelo almoço, um repasto de sonho (que bem dirige estes eventos a minha prima Rosarinho!) com dezenas de familiares numa quinta de família, em Mansores. Ao jantar, em casa de uma das minhas tias, um jantar de aniversário, de uma outra tia, com os meus irmãos e a nossa descendência. Ao deitar um sonho peculiar! Ainda antes da meia-noite desse dia, sonhei que estava a dar uma entrevista na televisão (sonho inédito)! Falava e falava contra os corruptos que nos governavam, dos terroristas que implantaram a República, da escumalha que apoiava o terrorismo como forma de implantar um estado de "direito", das anedotas de "presidentes" que tivemos na I e II república, dos presidentes saídos da corruptela partidária do pós-25 de Abril, dos esquemas e falcatruas que o regime permite, do autismo de que padece o cidadão português. Já alto no sonho, disse para o ecrã que ia para a rua e que o povo se me juntasse para um golpe de estado!!! Vi-me na rua, de megafone, a comandar uma multidão vestida de branco (!) a derrubar a república e a ver a monarquia renascer naturalmente (apareciam bandeiras brancas com o escudo real ao centro nas varandas dos prédios), sem tiros apenas com palavras de ordem e a dirigir centenas de pessoas apressadas; os militares também estavam fardados de branco (!), dezenas de prisões erguiam-se; o sonho parou quando eu estava a ditar a lista dos governantes que iam a julgamento sumário pelo estado da nação, todos, sem excepção. Espevitei, acordei. Foi o cansaço, com certeza, ia precisar de várias semanas para alinhavar a lista. Que sonho de 5 de Outubro.

Um 5 de Outubro de todos os portugueses

Há três anos consecutivos que a Causa Real vêm disputando o palco político proporcionado pelo 5 de Outubro com considerável sucesso, sempre granjeando entrevistas e reportagens nos telejornais, imprensa e rádios nacionais. Este ano, os monárquicos militantes concentraram-se em torno do Chefe da Casa Real Portuguesa na cidade de Coimbra, onde perante a sinistra crise de soberania nacional, homenagearam o espírito heróico do seu rei fundador por ocasião do 868º aniversário da assinatura do tratado de Zamora.

Reportagem tvi aqui

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Falando em "marquises"...



Após um patético e encomendado intróito grasnado por uma menina muito ao estilo da propaganda do Dr. Goebbels, tivemos o prato forte da ora.
Num razoável e decerto inconsciente exercício de autocrítica com laivos quase maoístas, o Mr. Deficit de serviço contabilizou as oportunidades colocadas em termos de empréstimos sobre as "nossas" mesas ministeriais. Sem proferir uma única palavra relativa à sua ruinosa gestão como primeiro-ministro, o já avançado avô do défice das contas públicas veio dizer-nos que ..."durante alguns anos foi possível iludir o que era óbvio" e viveram-se ..."tempos de ilusões". Num auto-bofetão, acrescentou ainda alguns anos perdidos na ..."letargia do consumo fácil e na ilusão do despesismo público e privado".

Num discurso normalmente escrito por um serviçal disponível entre as grosas de assessores pagos a expensas do contribuinte - eufemisticamente conhecido como Erário Público -, acaba por enterrar quase trinta anos de carreira intensa e exclusivamente política, liquidando de uma penada, as manigâncias pretensamente económicas que abusivamente asfaltaram o país de norte a sul, descalcificando os cofres que abarrotaram de verbas colocadas à disposição pela "Europa" (Alemanha). Coortes de futuros consagrados meliantes arrastados para os lugares chave do poder, centos de milhar de novos funcionários públicos entrando pela porta de serviço do(s) Partidos(s), uma inaudita emergência de yuppies de cabelos compridos e bem oleados de gel, a barulhenta jeepalhada que substituiu tractores e os tais dois pequenos apartamentos T3 de algarvios investimentos que refundiram em betão, aquela traineira da faina outrora familiar. A todo este ridente progresso, acrescente-se o bem cavaquista ímpeto demolidor dos centros urbanos à mercê da cupidez imobiliária, as digestivas brincadeiras bolsistas, os negócios explosivos das amizades escusas, a total e subserviente cedência diante da prepotência estrangeira e pior que tudo, a completa rendição perante os espanhóis. Esta ultrajante República, consegue a proeza de numa brisa de pouco mais de duas décadas, liquidar a presença económica portuguesa no antigo Ultramar e os dados oficiais hoje trauteados pela televisão estatal, remetem as nossas trocas comerciais com os PALOP, ao ínfimo patamar de 1%, ao qual acrescenta-se mais uma unidade no que se refere ao Brasil. É um desastre praticamente irreparável, um verdadeiro Alcácer Quibir sem o remédio que há 350 anos era possível para a ambicionada cura: a posse do conhecimento das redes do comércio internacional de então, a presença pluricontinental e sobretudo, a vontade do querer fazer e de garantir a independência, por muito improvável que ela parecesse.

O nosso Mr. Deficit carrancudamente nos avisa acerca do "vivermos acima das nossas possibilidades" e quase parafraseando Salazar - o reconhecidamente inatingível alter ego -, apela à "austeridade digna", rejeitando-se os "gastos desmesurados" e insistindo no patriótico dever de consumirmos aqueles produtos que ele próprio fez um dia desaparecer das prateleiras dos mercados.

"Valor republicano da austeridade digna", balbucia. Assim sendo, comece ele próprio a dar o exemplo, prescindindo de 50% da lista civil e da criadagem engravatada repescada nos recônditos clubísticos dos interesses de onde ele próprio um dia saiu para a ribalta que nos encadeia e exaure. Siga o exemplo do vizinho João Carlos e passe a consumir uns módicos 8 milhões anuais. Já é muito e chegam e sobejam para este desastroso marquisamento mental a que submeteu este país.

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Contra a resignação, por aquilo que nos une!


Todos a Coimbra 5 de Outubro 15,00 junto à sala do Capítulo da Igreja de Santa Cruz em na homenagem ao nosso rei fundador. Contra a resignação, por aquilo que nos une: Portugal

Que grande pivete


Amanhã, no dia 5 de Outubro, patuscos e mentores da republicanite vão orar a favor da causa republicana. Vão repetir o mesmo discurso do ano passado, do ano anterior e dos anteriores. No meio da festa, por certo, vazia de adeptos, vão falar da "Liberdade", dos "Direitos" como filhas da República e vaticinar muita saúde e amigos também. É notório que todos os anos, falam da desnudada como sendo a era primogénita da pátria, como se Portugal tivesse começado nesse dia a sua obra. Realmente, começou. ... a obrar! Fujam da latrina-república. Que grande pivete... ...!

sábado, 1 de outubro de 2011

A República esburacada


Para que não hajam dúvidas convém esclarecer que, o "buraco" de 6 mil milhões de euros nas contas da ilha da Madeira significam 6 mil milhões gastos aquém do orçamentado!! Gastos que foram pagos, em vias de pagar ou em risco de não serem pagos (o que representa, igualmente, prejuízo material). E, como obscenamente diz o governador do arquipélago, o "buraco" – indecoroso e a descoberto – da República é bastante maior. Convinha que o jornalismo, de chinelo, tenha pudor e dê o mesmo tratamento aos governantes do continente que dão a João Jardim e os classifiquem com os mesmos epítetos! Que rica vala comum os recentes políticos escavaram.