A lista com nomes 1438 veneráveis maçons do Grande Oriente Lusitano, divulgados na Teia:
Um Estado democrático necessita de bons organismos intermédios... desde que transparentes.
Abel Saturnino da Silva de Moura Pinheiro
Abilio Afonso Ferreira
Abílio de Jesus Fidalgo
Abilio José Salgado
Abilio Vassalo Abreu
Acácio Gonçalves Machado Carvalho
Acácio José Monteiro Ribeiro
Acácio Manuel de Frias Barreiros
Alberto Sampaio Adalberto Tomaz
Adelino Cerqueira Leitão
Adelino Ferreira Martins
Adelino Manuel Marques Da Silva
Adélio Pereira André
Adérito Vicente Serrão
Adozindo de Sousa Leite
Adriano Jorge Correia Dias
Adriano Pinto Gomes Amaral
Castelo Branco Afonso Amável Barata Camões
Afonso Henrique Carvalho da Cunha
Afonso Manuel Matos Viola
Afonso Nuno de Moura Brígido Verissimo da Cruz
Agostinho de Martino
Agostinho Mesquita Antunes de Carvalho
Alain Pierre Victor Merelo Barberá
Albano Andrade Pereira
Albano Dias da Costa
Albano José Pires
Albano Manuel Matos Barbosa Mendonça
Alberto António Sequeira Pinto Gouveia
Alberto Carlos Castro Barros Pereira
Alberto Fernandes Brás
Fénix Alberto José Carvalho Batista
Delta Alberto Manuel Casal Toscano Pessoa
O Futuro Alberto Manuel Gonçalves Mendes
Fénix Alberto Manuel Roque Lobo da Silva
República Alberto Marques de Oliveira e Silva
Passos Manuel Alberto Mendes Teles
Vitória Alberto Nuno Torgal Simões
Paladinos Alberto Santiago Rodrigues de Sousa
Consenso Alberto Silva Sousa e Cunha
Vitória Alberto Sousa Martins
Montanha Albino Ribeiro Cardoso
José Estevão Alcindo Manuel Pacheco Ferreira da Silva
Vinte Cinco de Abril Alcino José Cardoso Pedrosa
Passos Manuel Alex Tona
Triângulo Chaves Alexandre António Alves Chaves
José Estevão Alexandre Barros de Sousa
Obreiros do Trabalho Alexandre Manuel Santos Paiva
Gomes Freire Alexandre Mesquita Carvalho Fava
União Alexandre Miguel Barbosa Valle de Carvalho
Estrela do Norte Alexis Rodriguez Perez
Fraternidade e Justiça Alfredo Carlos Barroco Esperança
Simpatia e União Alfredo Conceição Ribeiro
Acácia Alfredo João Gouveia Tomé
Universalis Alfredo Jorge Gomes de Sá e
Gomes Freire Alfredo José Sousa Gomes
Fenix Alfredo Luís Carvalho Baptista
Estrela D’Alva Alfredo Ricardo Rezende Tropa
A Revolta Alfredo Salvaterra
Vitória Alfredo Teixeira Costa Pereira
Fraternidade e Justiça Alipio Mendes de Melo
A Revolta Aloísio Albano de Castro Leão
Lusitânia Aloísio Fernando Macedo da Fonseca
Liberdade Álvaro Alberto Negrão de Sousa
Atlântico Álvaro Augusto Tojal
Redenção Alvaro Dias Martins Aroso
O Futuro Álvaro José Carrilho Martins de Medeiros Tavares
Ocidente Álvaro José Ribeiro Gonçalves
Universalis Álvaro Leon Cassuto
Fernandes Tomás Álvaro Manuel Cação Biscaia
Universalis Alvaro Manuel Ricardo Nunes
Redenção Álvaro Morais de Oliveira Canelas de Castro
Sete Colinas Álvaro Ribeiro Monteiro
Atlântico Álvaro Teixeira de Oliveira
Bomtempo Álvaro Veiga
Estrela D’Alva Amadeu Carlos de Oliveira Basto de Lima
Redenção Amadeu José de Figueiredo Carvalho Homem
Fernando Pessoa Amândio da Conceição Silva
Universalis Amândio Peres Jacinto
Alberto Sampaio Américo António Pais Borges
Redenção Américo Manuel da Costa Figueiredo
Ocidente Américo Patricio Cipriano Thomati
Fernando Pessoa Américo Rodrigues Madeira Bárbara
Madrugada Anatólio Dias Falé
Bomtempo André Campos Martins Carreira
Madrugada André Claudino Francisco
O Futuro André da Atalaia Samouco
O Futuro André Franco de Sousa
Acácia André Henriques Suarez Garcia
Fénix André Luciano Rodrigues Camara
Montanha Angelo Miguel Ferreira Marques
Passos Manuel Angelo Miguel Quaresma Gomes Martingo
Vitória Anibal Belo Antunes da Silva
Vitória Antero Anibal Ribeiro da Silva
Redenção Antero Sousa Braga
Atlântico Anthony Laurel
Bomtempo Antoni Assuncion Hernandez
Revolução Antonino da Conceição Ventura
O Futuro Antonino Proença Marques
A Revolta António Abel Garcia Meliço Silvestre
Bomtempo António Adriano de Ascensão Pires Ventura
Universalis António Alberto Alves Pereira Borga
Sete Colinas António Alberto da Cunha Abrantes
Ocidente António Alexandre Picareta Delgado
Luz e Harmonia António Alfredo Avelar Canto Machado
Fraternidade e Justiça António Almeida Santos
União António Álvaro Ferreira Correia Marques
Estrela D’Alva António Alves Fonseca
Madrugada António Armando Agostinho Rodelo
Do Castelo António Armando Dantas de Almeida
Simpatia e União António Armindo de Sousa e Silva
Vitória António Artur Rodrigues da Costa
Liberdade António Athias da Cunha Leal
Fraternidade e Justiça António Augusto Cerveira Cardoso
Alberto Sampaio António Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vitória António Augusto Ferraz
Vitória António Augusto Ferreira Nadais
Livre Pensamento António Augusto Lagoa Henriques
Rebeldia António Augusto Marques de Almeida
Fénix António Augusto Pais de Lacerda Ferreira
Redenção António Augusto Vieira Lopes
Acácia António Baltazar Valente Ramos Dias
Madrugada António Becho Grave Caldeira
Liberdade e Justiça António Bento da Silva Galamba
Alberto Sampaio António Bruno Couchinho
Alberto Sampaio António Campos de Morais
Fernandes Tomás António Cândido Alves
Do Castelo António Candido Baltazar Paiva
Século XXI António Cardoso Alves
Passos Manuel António Carlos Antunes Guimarães Côrte-Real
Graal António Carlos dos Santos Gois
Madrugada António Carlos Gonçalves e Carvalho
Humanitas António Carlos Harthley Fernandes Caroço
Fraternidade e Justiça António Carlos Ribeiro Campos
Vitória António Carlos Viçoso Costa Paz
Acácia António Castelo Sérgio Pessoa
8 de Maio António César Quaresma Ventura
Universalis António Cunha Coutinho
Vinte Cinco de Abril António da Conceição Antunes Ribeiro
Fraternidade e Justiça António da Conceição Gonçalves Dias
O Futuro António da Silva Carvalho
A Revolta António David da Costa Hall
Gomes Freire António de Carvalho Medalha
Convergência António de Deus Ramos Ponces de Carvalho
Rebeldia António de Melo Bernardo
A Revolta António Diamantino Marques Lopes
Ocidente António Domingos Pereira Marques
Camões António dos Ramos Domingos e Sousa
Lusitânia António dos Santos Luis
Gravito António dos Santos Maltez
Redenção António Duarte Arnaut
Madrugada António Eduardo Conceição Fortunato
Século XXI António Eduardo Costa Simões
Convergência António Eduardo Garcia Alves Lico
Fraternidade e Progresso Antonio Eduardo S. R. Lobo Vilela
Gravito António Fernando Ferreira Monteiro
Estrela D’Alva António Fernando Marques Ribeiro Reis
Redenção António Fernando Monteiro
Liberdade e Justiça António Fernando Reis Gil
A Revolta António Fernando Rodrigues Costa
Liberdade e Justiça António Filipe Leite e Pereira da Silva
Fénix António Francisco Canhota Santana
Vinte Cinco de Abril António Francisco Felício Correia
A Revolta António Francisco Matos Martins Ferreira
Passos Manuel António Freitas Azevedo
União António Graça Teixeira da Silva
Paladinos António Henrique Machado Capelas
dos Hereges António Henrique Rodrigo de Oliveira Marques
Ocidente António Henrique Rodrigues Roseiro
Vitória António Inácio Gomes da Mota
Liberdade e Justiça António João Lente Rodrigues da Silva
Arcádia António João Varela Simões Monteiro
Fernando Pessoa António Joaquim Catarino Raimundo
Livre Pensamento António Joaquim da Silva Faria
Alberto Sampaio António Joaquim de Almeida Henriques
Liberdade e Justiça António Joaquim Lameira Vivas
Redenção António Joaquim Mariano Pego
Utopia António Joaquim Pires da Silva
Lusitânia António Joaquim Rebelo dos Reis Lamego
Lusitânia António Joaquim Rodrigues Lopes
8 de Maio António Jorge Bigotte Oliveira Santos
Revolução António Jorge Martins Barata
Do Castelo António Jorge Ramos Soares
Vitória António Jorge Tavares Costa de Jesus
Cidadania e Laicidade António José Alberto Ladeira
Ocidente António José Andrade Boronha
Sete Colinas António José André Inácio
Intervenção António José Boléo Abranches Vidigal
Graal António José Candeias Coelho
Sete Colinas António José Carvalho Ferreira
Do Castelo António José Cerejo Pinto Pereira
Sete Colinas António José Costa
Sete Colinas António José Coutinho Lopes Cabral
Vinte Cinco de Abril António José da Silva Moreira
Liberdade e Justiça António José da Silva Robalo Cordeiro
Passos Manuel António José de Aguiar Monteiro Pinho
Simpatia e União António José de Almeida de Abreu
Aurora Alentejana António José de Carvalho Domingues Firmo
Vitória António José de Oliveira Couto
Acácia António José de Pina Pereira
Ocidente António José de Sousa Matos
Liberdade António José do Castro Guerra
Utopia António José do Nascimento Minhalma
União António José Ferreira Santa Comba
Montanha António José Filipe dos Santos
Fraternidade e Justiça António José Gonçalves Castanheira Jorge
Rebeldia António José Gonçalves Martins
Acácia António José Macieira Antunes
Redenção António José Martinho Marques
Simpatia e União António José Martins Ferreira
Vitória António José Monteiro de Pinho
Revolução António José Moreira Vilhena Nogueira
Livre Pensamento António José Moutinho Pereira
Obreiros do Trabalho António José Ribeiro de Almeida Taurino
Fraternidade e Justiça António José Rodrigues Gonçalves
Camões António José Rodrigues Henriques
Camões António José Rodrigues Neto
Triângulo Chaves António José Roque da Costa
União António José Rosas Silva Pereira
Fraternidade e Justiça António José Santinho Pacheco
O Futuro António José Tomas Santos Bento
Liberdade António José Valente
Estrela D’Alva António José Xavier Cunha
Lusíadas Renascida António Júlio Soares de Oliveira
Montanha António Justino Alves Ribeiro
Passos Manuel António Leonel Gomes de Pinho Caetano
Cidadania e Laicidade António Leonel Marques Graça
Fraternidade e Progresso António Lobo Vilela
Intervenção António Lopes Batalha
Alberto Sampaio António Lúcio Rodrigues
Alberto Sampaio António Luis Gonçalves da Costa Martins
Do Castelo António Luis Marinho de Castro
A Revolta António Luzio Vaz
Universalis António Manuel Afonso Barata Camões
Liberdade António Manuel Almeida Salvador
Livre Pensamento António Manuel Barata Pereira Gomes
Arcádia António Manuel Beato Ribeiro da Cruz
Redenção António Manuel Brandão Gomes Costa
Gomes Freire António Manuel Branquinho Caseiro
Vinte Cinco de Abril António Manuel Caeiro
Delta António Manuel Chaves Fernandes Fidalgo
Simpatia e União António Manuel Clemente Lima
Convergência António Manuel Costa Peixoto
Triângulo Vila Real S. António António Manuel de Carvalho Costa
Convergência António Manuel de Carvalho Ferreira Vitorino
Do Castelo António Manuel de Jesus Faustino Silva Garcia
Gomes Freire António Manuel de Oliveira Pires
Arcádia António Manuel Dias Baptista
Aurora Alentejana António Manuel Dias Pereira Santos Pinheiro
Século XXI António Manuel dos Anjos Mourão
Redenção António Manuel dos Santos Arnaut
Vinte Cinco de Abril Antonio Manuel Estevão Amante
José Estevão António Manuel Fernandes da Silva Ribeiro
Universalis António Manuel Garcia dos Reis
Triângulo Tomar António Manuel Godinho Paulo
Rebeldia António Manuel Henriques Fernandes
Aurora Alentejana António Manuel Leitão Cavacas
Gravito António Manuel Leite Ramalho
Madrugada António Manuel Machado Fernandes Novaes
Tolerância António Manuel Maldonado Gonelha
Fernandes Tomás António Manuel Pereira da Silva
O Futuro António Manuel Pinto Basto Ribeiro Ferreira
Simpatia e União António Manuel Ribeiro dos Anjos Machado
Ocidente António Manuel Ribeiro Mendes
Triângulo de Vila Real António Manuel Rodrigues
Lusíadas Renascida António Manuel Rodrigues da Mota
Intervenção António Manuel Rodrigues Nunes Diogo
Livre Pensamento António Manuel Rodrigues Vieira
A Revolta António Manuel Vilhena
Rebeldia António Maria Balcão Vicente
Fraternidade e Progresso António Maria da Conceição Júnior
Obreiros do Trabalho António Maria da Fonseca
União António Maria Lobo de Vasconcelos Corte-Real
Simpatia e União António Maria Pacheco do Passo
Humanitas António Maria Ramos Ricardo
Vinte Cinco de Abril António Maria Rodrigues Soares
Harmonia António Martins Alonso Cerdeiras
Camões António Martins Gonçalves Pedro
Redenção António Miguel Bastos Martins Ferrão
Revolução António Miguel Ribeiro Pinheiro
Gravito António Montenegro da Cunha Fiúza
Vitória António Morais Ribeiro
Simpatia e União António Neves Pereira
Coerência António Paulo Martins Pereira Coelho
Fénix António Paulo Roque Lira Leite
Vitória António Paulo Salvado de Lima Moreira
Aurora Alentejana António Paulo Santiago Jorge
Delta António Pedro Batista Carvalho Bona
Coerência António Pedro Melo Goulão dos Santos Taborda
Transparência António Pedro Pires
Lusíadas Renascida António Pereira de Vasconcelos
Redenção António Pires de Carvalho
A Revolta António Quintas Queiroz Aguiar
8 de Maio António Ramos da Silva
Século XXI António Ramos Preto
Bomtempo António Rebelo Delgado Tomás
Cidadania e Laicidade António Ribeiro Gameiro
Obreiros do Trabalho António Ricardo de Oliveira Vieira Machado
Tolerância António Roque de Andrade Afonso
Bomtempo António Samuel Henriques da Costa
Montanha António Segadães Madeira Tavares
Liberdade e Justiça António Sérgio da Silva Abrantes Mendes
Simpatia e União António Sérgio Fernandes Lebres
Obreiros do Trabalho António Sérgio Ferreira Borges
Tolerância António Valdemar J. Medeiros Torres
Intervenção António Vasco Pereira de Oliveira Costa
Triângulo Vila Real S. António António Vitorino Pereira
Vinte Cinco de Abril Aprigio Ramalho
Liberdade Aquilino Ribeiro Machado
Fénix Ari José Marques de Carvalho
Gravito Arlindo José Silva da Cunha
Tolerância Arlindo Pereira Almeida
8 de Maio Armando Augusto Alves Martinho
Camões Armando Augusto Pinto da Silva
Montanha Armando Augusto Rod. de Figueiredo e Silva
Transparência Armando Ferreira Gomes
Vitória Armando José Moreira
Fénix Armando Luís Gomes de Carvalho Homem
Vinte Cinco de Abril Armando Pinheiro Isaac
Passos Manuel Armando Pinto Bento
O Futuro Armando Pulquério Antunes de Castro
Transparência Armando Santinho Cunha
Luz e Harmonia Armando Saraiva Teixeira
A Revolta Arménio Alberto Tavares da Silva
8 de Maio Armindo Augusto Martins da Silva Andrade
Simpatia e União Armindo Ribeiro Cardoso
José Estevão Armindo Salgado Martinho
Século XXI Arnaldo Adérito Carvalho João
Obreiros do Trabalho Arnaldo Afonso Botelho Guedes
Vitória Arsénio Oliveira Leite
Montanha Artur Fernandes Batista
Ocidente Artur José Gonçalves Gomes
Montanha Artur José Tavares Azevedo da Costa Lindo
Vinte Cinco de Abril Artur Junqueiro Sarmento
Passos Manuel Artur Machado de Campos Rangel
Gravito Artur Manuel Pereira Marques
A Revolta Artur Manuel Sales Guedes Coimbra
República Artur Manuel Santana das Dores
Honra e Dignidade Artur Martinez Marinho
Liberdade e Justiça Artur Miguel Claro da Fonseca Mora Coelho
Fernando Pessoa Artur Miguel Gomes Ferraz
Vinte Cinco de Abril Artur Pita Alves
Ocidente Artur Ramon da Rocha de la Féria
Vinte Cinco de Abril Artur Rodrigues Pereira dos Penedos
O Futuro Asdrúbal de Matos Fernandes
Rebeldia Augusto Artur da Silva Pereira Brandão
Obreiros do Trabalho Augusto Fontes Baganha
Revolução Augusto Gonçalves Dias
O Futuro Augusto Joaquim Franco Bélico de Velasco
Redenção Augusto José Monteiro Valente
Redenção Augusto Rogério Leitão
República Augusto Silva Gomes
Acácia Aureliano Oliveira das Neves
Simpatia e União Aurélio Gomes Veiga
Fernando Pessoa Áureo Zannotta Villagra
Rebeldia Avelino Augusto Pacheco dos Santos
Livre Pensamento Avelino José da Costa e Sousa
Madrugada Barnabé Francisco Primo Pisco
A Revolta Belmiro Moita da Costa
Estrela do Norte Belmiro Moreira de Sousa
Liberdade e Justiça Belmiro Pereira de Sá Leão
Fraternidade e Justiça Benigno Brito Gomes
Vitória Bento Gonçalves da Cruz
Obreiros do Trabalho Bernard Jean-Marie Seynaeve
Fraternidade e Progresso Bernardino Tomé Galvão
Fernando Pessoa Bernardo José Martins Pereira
Passos Manuel Bruno Alexandre Batista dos Santos
Tolerância Bruno Andrade de Mendonça
Delta Bruno Filipe Barata Rebelo Ferreira
Bomtempo Bruno Ricardo Pinto Reimão Gonçalves Rosa
A Revolta Camilo Duarte dos Santos Cruz
Acácia Camilo Duarte Inácio
Gomes Freire Camilo Manuel Fialho dos Santos Barata
Liberdade Carlos Alberto Martins Couceiro
Passos Manuel Carlos Abílio Moreno
Atlântico Carlos Albano Ribeiro
Estrela D’Alva Carlos Alberto Afonso Rebelo
Intervenção Carlos Alberto Alvarez de Faria e Chagas
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Carranca de Oliveira e Sousa
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Carvalho Castanheira
Ocidente Carlos Alberto Clemente Frazão
Triângulo de Vila Real Carlos Alberto Coelho Pires
Transparência Carlos Alberto Cordeiro Coelho
Rebeldia Carlos Alberto da Assunção Alho
Graal Carlos Alberto da Silva Fonseca
Liberdade Carlos Alberto de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Carlos Alberto Dias dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Alberto dos Santos Marreiros
Liberdade e Justiça Carlos Alberto Fernandes
Madrugada Carlos Alberto Frias Barata
Estrela do Norte Carlos Alberto Gomes Dias Guimarães
Simpatia e União Carlos Alberto Gomes Lopes
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Gonçalves da Costa
Simpatia e União Carlos Alberto Gonçalves Estorninho
Montanha Carlos Alberto Idães Soares Fabião
Ocidente Carlos Alberto Leitão Capelas
Ocidente Carlos Alberto Lopes Martins
Simpatia e União Carlos Alberto Lopes Wahnon de Araújo
Aurora Alentejana Carlos Alberto Lourenço Cunha
Alberto Sampaio Carlos Alberto Marques Paiva
Liberdade Carlos Alberto Martins da Silva Poiares
Consenso Carlos Alberto Medina Freitas Lopes
Acácia Carlos Alberto Monteiro Bicas
Graal Carlos Alberto Monteiro Dias da Graça
Tolerância Carlos Alberto Monteiro Granês
Do Castelo Carlos Alberto Monteiro Rodrigues de Oliveira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Nunes Dias
Livre Pensamento Carlos Alberto Oliveira Damas
Simpatia e União Carlos Alberto Pereira Correia
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Pereira dos Ramos
Universalis Carlos Alberto Pestana Barros
Damião de Góis Carlos Alberto Pinto Ferreira
Fraternidade e Justiça Carlos Alberto Raposo Santana Maia
Montanha Carlos Alberto Ribeiro Mota
Obreiros do Trabalho Carlos Alberto Silva de Almeida
Liberdade Carlos Alberto Sobral Marques da Costa
Honra e Dignidade Carlos Alberto Tavares Dias de Brito
Sete Colinas Carlos Albino Cabral
Rebeldia Carlos Almerindo Filipe Tembe
Delta Carlos Amante Crujeira
Lusíadas Renascida Carlos Amilcar Armando da Cruz Lima
Coerência Carlos Ângelo Ferreira Monteiro
Fernandes Tomás Carlos António Duarte Cachulo Costa
Convergência Carlos António Moutinho de Carvalho Macedo
Universalis Carlos António Pitacas Antunes
Fraternidade e Justiça Carlos Artur Simões Esteves Maia
Fraternidade e Justiça Carlos Augusto Inácio da Fonseca
Livre Pensamento Carlos Augusto Lopes Amado dos Santos
Fraternidade e Progresso Carlos Avila
Fraternidade e Justiça Carlos Bessa Ferreira
O Futuro Carlos Caranguejeiro
Fernando Pessoa Carlos da Silva Amaral
Vitória Carlos da Silva Teixeira Mourão
Do Castelo Carlos Eduardo Ferro Gomes
Intervenção Carlos Eduardo Rodrigues Nunes Diogo
José Estevão Carlos Eduardo Teixeira Mendes
Bomtempo Carlos Eugénio Cícero Silva
República Carlos Fausto Bordalo Gomes Dias
Atlântico Carlos Fernandes da Silva
Universalis Carlos Fernando Campos Ventura
Madrugada Carlos Francisco Ferreira da Silva
Acácia Carlos Henrique Gomes Villar
Liberdade Carlos Henrique Prata Dias da Costa
Atlântico Carlos Isidoro da Silva Oliveira
Passos Manuel Carlos Jorge dos Reis Meirinho Gonçalves
Madrugada Carlos Jorge Ferreira Garcia Madeira
Delta Carlos Jorge Gonçalves Soares Fabião
Bomtempo Carlos José Brás Geraldes
Rebeldia Carlos José Campos de Andrada
8 de Maio Carlos José Faria Cortes
A Revolta Carlos José Luzio Vaz
Madrugada Carlos José Mota Alves
Fénix Carlos Laufkoetter Sarmento
Lusíadas Renascida Carlos Manuel Amaral de Vasconcelos
Delta Carlos Manuel Baeta Barata
José Estevão Carlos Manuel Brandão Perdigão
O Futuro Carlos Manuel Cardoso da Costa Pires
Vinte Cinco de Abril Carlos Manuel Cardoso Lopes
Fernandes Tomás Carlos Manuel Cardoso Rodrigues Beja
Universalis Carlos Manuel Correia França
O Futuro Carlos Manuel da Conceição Alves Costa
A Revolta Carlos Manuel da Silva Páscoa
Atlântico Carlos Manuel de Freitas Salomé
Arcádia Carlos Manuel Ferreira Caetano
Gomes Freire Carlos Manuel Frazão Vitorino
Montanha Carlos Manuel Grave Campos
Intervenção Carlos Manuel Luis
Madrugada Carlos Manuel Martins
Graal Carlos Manuel Pereira Andrade Costa
Convergência Carlos Manuel Saramago Pinto
Livre Pensamento Carlos Manuel Valentim Aurélio
Montanha Carlos Miguel Bravo Lourenço
Gravito Carlos Miguel de Almeida Campos Pereira
Delta Carlos Miguel Ferreira
Obreiros do Trabalho Carlos Morais dos Santos
Do Castelo Carlos Neves Marques da Silva
Tolerância Carlos Oliveira Fontoura
Liberdade e Justiça Carlos Ribeiro Nunes
Fraternidade e Progresso Carlos Roldão Lopes
Alberto Sampaio Carlos Salvador Pinto da França Raposo
Vitória Carlos Silva Dias
Delta Carlos Vitor Machado
Madrugada Carolino José Nunes Monteiro
Lusíadas Renascida Casimiro Joaquim Pereira da Silva
Redenção Casimiro Soares Simões
Obreiros do Trabalho Casimiro Tomásio Ferreira
Fénix Cédric Claude Bernard Grueau
Sete Colinas Celestino Soares Monteiro
Livre Pensamento Celso Afonso Castro de Jesus Soares
Consenso Celso José das Neves Manata
Obreiros do Trabalho Celso Manuel Gomes Ferreira
Alberto Sampaio Celso Oliveira Neto
Montanha César Manuel Coelho de Oliveira
Intervenção Cesário José Simões Martinho
Acácia Cícero Cavalheiro
União Cícero Pereira da Silva
Ocidente Cilio Pereira Correia
Humanitas Cipriano de São José Santos Oliveira
Ocidente Cipriano Pires Justo
Gomes Freire Claude Frederic Balestra
Vinte Cinco de Abril Constantino Paulo Santos Almeida
Montanha Custódio Azevedo Fidalgo Castelo
Montanha Custódio João Vilela Maldonado de Freitas
Cidadania e Laicidade Daniel Fonseca dos Reis
Liberdade Daniel Gomes de Pinho
Acácia Daniel Madeira de Castro
Cidadania e Laicidade Daniel Molmgreen de Oliveira
Rebeldia Daniel Neves Sales Grade
Montanha Dário Miguel Vieira Duarte Pereira
Redenção David Abreu Felino Carvalhão
Vitória David Custódio Gomes Magalhães
Fernando Pessoa David Franklin Nunes Garcia
Gomes Freire David José Gomes
Ocidente Delberto Constatino Araujo de Aguiar
Século XXI Dimas Ferreira Pestana
Vitorino Nemésio Dimas Manuel Simas da Costa Lopes
Obreiros do Trabalho Dinis Augusto Escudeiro
Fénix Diniz Jacinto Marçal Nunes
Livre Pensamento Diogo Afonso Cristina Patricio
Humanitas Diogo Feijóo Leão Campos Rodrigues
Montanha Domingos Branco Coelho
Triângulo Guimarães – nº 368 Domingos José Ferreira Nobre
República Dórdio Leal Guimarães
Universalis Douglas Liberti Incáo Junior
Convergência Duarte Facco Viana Álvares Calvão
Luz e Harmonia Duarte Jorge Barbara
Vinte Cinco de Abril Duarte Nuno Alves Climaco Pinto
União Durval Arnaldo Pereira de Brito
O Futuro Edgar Fernando Camacho da Rocha
O Futuro Edmundo Fernando Paula de Assunção
Vinte Cinco de Abril Edmundo Pedro
Madrugada Eduardo Alberto Lopes Soares
Acácia Eduardo Cardeano Monteiro Pereira
Luz e Harmonia Eduardo Carlos Neves de Noronha
Delta Eduardo Costa Dias Martins
Paladinos Eduardo da Natividade Jesus
Madrugada Eduardo Henrique Coelho Moos
Gomes Freire Eduardo Jorge Valdez Fatela dos Santos
Harmonia Eduardo José Lascasas Moreira dos Santos
Montanha Eduardo José Mourão da Silva e Costa
Tolerância Eduardo Manuel Camacho Ascenção
Acácia Eduardo Manuel Franco Madeira
Fernando Pessoa Eduardo Manuel Lobo da Costa Simões
Triângulo de Vila Real Eduardo Moreira Vaz Cardoso
União Eduardo Paulo Ferreira de Sá
Redenção Eduardo Reinaldo Ferro Alves
O Futuro Eduardo Santos Fernandes Bugalho
Gomes Freire Eduardo Vieira Coelho
Simpatia e União Éldio Marques Vaz
Cidadania e Laicidade Élio Amador Bernardino
Simpatia e União Elisio Costa Santos Summavielle
Coerência Emanuel José de Oliveira Alves
Universalis Emídio Arnaldo Freitas Rangel
Vinte Cinco de Abril Emidio Guerreiro
Estrela D’Alva Emilio Augusto Simão Ricon Peres
Delta Emílio Miranda Alvarez
Simpatia e União Ernest Alberto Theile
Universalis Ernesto Manuel de Freitas Lomelino Gomes Machado
Honra e Dignidade Estevão José Pedro Kachiungo
Coerência Estevão Lavado Espadilha
Estrela D’Alva Estevão Roberto Ribeiro
Universalis Estevão Rodigues Pires Moura
Graal Euclides Soares Teixeira
Fraternidade e Justiça Eugénio Borges Gonçalves
Estrela do Norte Eugénio Fernando Rietsch Monteiro
José Estevão Eugénio Maria da Cruz Azevedo- Candido de Azevedo
Humanitas Eugénio Oscar Filipe de Oliveira
Fraternidade e Justiça Eugénio Tavares Fróis
A Revolta Eurico Manuel Soares Fernandes
Redenção Fausto José Dias Duarte dos Santos
Alberto Sampaio Fausto Lucas Martins
Revolução Fausto Sousa Correia
A Revolta Fernando Abel Simões
8 de Maio Fernando Afonso dos Anjos Silva
Damião de Góis Fernando Alberto Pereira Marques
Tolerância Fernando Albino Canhão da Graça
Simpatia e União Fernando Alves Marques Mano
Livre Pensamento Fernando António Palma Raposo
Madrugada Fernando Arnaldo Duarte de Carvalho
Gomes Freire Fernando Augusto de Deus Cirilo Gil
Montanha Fernando Augusto de Oliveira Sacramento
Humanitas Fernando Augusto Gonçalves de Carvalho
Redenção Fernando Baeta Cardoso do Vale
Bomtempo Fernando Carmino da Silva Marques
Montanha Fernando César Antunes Costa
José Estevão Fernando Cruz Pacheco
Liberdade Fernando da Costa Nicolau
Fraternidade e Progresso Fernando da Silva Pinto Ribeiro
Redenção Fernando de Jesus Regateiro
Triângulo Vila Real S. António Fernando de Sant’Águeda Gutierres Reis
Ocidente Fernando de Sousa Brito e Cunha
Ocidente Fernando Dias Nogueira
A Revolta Fernando dos Santos Andrade Porto
Atlântico Fernando Ferreira Lino
A Revolta Fernando Freire
Fernandes Tomás Fernando Góis Moço
Estrela D’Alva Fernando Gomes Afonso
Convergência Fernando Gonçalves Carvalho e Oliveira
Liberdade e Justiça Fernando Graça Gil
Arcádia Fernando Helder Silvestre Romero
Tolerância Fernando Joaquim Carneiro
Paladinos Fernando Jorge Carneiro Mascarenhas
República Fernando Jorge Giesteira de Castro Gonçalves
Revolução Fernando José Borges
Intervenção Fernando José Carrilho Ribeiro Leitão
Lusitânia Fernando José Correia Cabecinha
Alberto Sampaio Fernando José de la Vieter Ribeiro Nobre
Utopia Fernando José dos Santos Anastácio
Fraternidade e Justiça Fernando José Duarte Ventura Gomes
Camões Fernando José Fernandes Baginha
Consenso Fernando José Ferreira Lucas Bação
Rebeldia Fernando José Lopes Nogueira
Montanha Fernando José Martins Palma
Simpatia e União Fernando José Reino
Revolução Fernando José Ribeiro Cavaleiro da Maia Valle
Camões Fernando José Venâncio Pereira
Arcádia Fernando José Vicente Mendes
Fernandes Tomás Fernando Lopes Cardoso
Montanha Fernando Lourenço Antunes
Fraternidade e Progresso Fernando Lynn da Rosa Duque
Simpatia e União Fernando Manuel Alves da Cruz Garcia
Cidadania e Laicidade Fernando Manuel Amaro Pratas
Sete Colinas Fernando Manuel Cardoso Coelho
Fraternidade e Justiça Fernando Manuel Carvalho Castanheira
Delta Fernando Manuel Carvalho de Almeida
Rebeldia Fernando Manuel Costa Labescat
Fernando Pessoa Fernando Manuel da Silva e Costa
Século XXI Fernando Manuel Dionísio Saraiva
Universalis Fernando Manuel Ferrão Castel-Branco Sacramento
Universalis Fernando Manuel Lima Valadas Fernandes
Convergência Fernando Manuel Lúcio Marques da Costa
Redenção Fernando Manuel Marques Rodrigues
Liberdade e Justiça Fernando Manuel Moreira Lopes
Fénix Fernando Manuel Pereira Azevedo e Sá
Ocidente Fernando Manuel Pinheiro Mendes
Arcádia Fernando Manuel Rodrigues das Neves Vicente Mendes
Harmonia Fernando Manuel Silva Capela Miguel
Gomes Freire Fernando Medeiros Bonfante
Revolução Fernando Mendes Figueira Henriques
Bomtempo Fernando Miguel Bernardes
Fernando Pessoa Fernando Miranda Borges Gonçalves
Obreiros do Trabalho Fernando Moura Marques
Vinte Cinco de Abril Fernando Paulo Estrela Pinho Almeida
Do Castelo Fernando Pedro Peniche de Sousa Moutinho
A Revolta Fernando Pereira da Silva
Universalis Fernando Reis Condesso
A Revolta Fernando Ribeiro Dias
Século XXI Fernando Simões Henriques
Redenção Fernando Tomás Simões de Oliveira
Ocidente Fernando Vieira da Cruz
Obreiros do Trabalho Fernão Augusto de Araújo Vicente
Consenso Filipe Alexandre Aleman Ferreira Serrano
Liberdade e Justiça Filipe João Marques Caçapo
Sete Colinas Filipe Jorge Larsen de Assis Costa Rodrigues
Acácia Filipe José Guerreiro Palma
Vinte Cinco de Abril Filipe Madeira Marques Fraústo da Silva
José Estevão Filipe Manuel Espinha Soares da Silva
Sete Colinas Filipe Mesquita Vital
Honra e Dignidade Filipe Miguel S. Fontoura de Sousa Marto
Liberdade Filipe Rino Coelho
Vitória Firmino Jesus do Couto
Delta Firmino Ribeiro Mendes
Gomes Freire Flávio Dalto
Obreiros do Trabalho Flávio Gomes Pereira
Fernando Pessoa Floriano João Nunes Batista
Utopia Francis Tondeur
Damião de Góis Francisco José Paixão Braz Pinto
Redenção Francisco Abranches Marta
Passos Manuel Francisco Alberto Fidalgo Ferro de Beça
Sete Colinas Francisco Alexandre de Sintra e Janes Semedo
Fernando Pessoa Francisco Álvaro Magalhães de Carvalho
Rebeldia Francisco António Ribeiro da Costa
Fraternidade e Justiça Francisco Borges Garcia
Estrela D’Alva Francisco Carlos Duarte de Azevedo
Universalis Francisco Guilherme Serranito Nunes
Obreiros do Trabalho Francisco Henrique Espinheira Fonseca
Aurora Alentejana Francisco Inácio Morita Coimbra
Madrugada Francisco Joaquim Maneira Câncio
Atlântico Francisco Jorge Batel Marques
Vitorino Nemésio Francisco Jorge da Silva Ferreira
Lusíadas Renascida Francisco José Alves Teixeira
Redenção Francisco José Antunes Paz
Ocidente Francisco José Cardoso dos Reis
Madrugada Francisco José Coelho de Sousa Ferreira da Silva
Estrela do Norte Francisco José Dias Santos Barbosa Monteiro
Ocidente Francisco José Domingos Cardoso
Redenção Francisco José Fortunato Soares
Tolerância Francisco José Gentil Berger
Vitória Francisco José Guerra da Mota
Fraternidade e Justiça Francisco José Marques Borges Garcia
Cidadania e Laicidade Francisco José Nascimento Silva
União Francisco José Neves dos Santos
Damião de Góis Francisco José Tavares Gordo
Madrugada Francisco Manuel Carromeu Gomes
Redenção Francisco Manuel Coelho Ferreira Pimentel
Aurora Alentejana Francisco Manuel da Silva Rosa
8 de Maio Francisco Manuel de Jesus Neves
Tolerância Francisco Manuel dos Reis Caldeira
Estrela D’Alva Francisco Manuel Manso de Faria
Liberdade Francisco Manuel Marcelo Monteiro Curto
Ocidente Francisco Manuel Marques Bandeira
Vitória Francisco Manuel Moreira Gomes Remelgado
Universalis Francisco Maria Correia de Oliveira Pereira
Estrela D’Alva Francisco Maria Soares Lopes Figueira
Redenção Francisco Mateus Barreirinhas
Acácia Francisco Moita Flores
Coerência Francisco Nuno Costa de Melo Biscaia
Luz e Harmonia Francisco Sabélio Nobrega Lobo
Convergência Francisco Simões Gomes
Montanha Francisco Ventura Soares Feio
Madrugada François Marcel Léon Guibert
Simpatia e União Franklin Nunes Santana Casal
Fernandes Tomás Franklin Ramos Gaspar
Universalis Frederico António Kosian Gomes de Almeida
Camões Frederico Florentino Simões Melaneo
Fernando Pessoa Frederico Guilherme Magalhães
Delta Frederico Manuel Carvalhão Gil
Fernando Pessoa Gedião Vargas da Silva
Tolerância Germano dos Santos Alves
Estrela D’Alva Gervásio Vilela Ferreira Viana
Passos Manuel Gil Manuel Barbosa de Magalhães Ferreira
Fernando Pessoa Gilberto Gil Umbelina
Liberdade e Justiça Gonçalo Matos Correia de Almeida Velho
Cidadania e Laicidade Gonçalo Miguel Pedro Salgueiro
Coerência Gonçalo Nuno Ferreira Ribeiro Alves
Cidadania e Laicidade Gonçalo Nuno Gonçalves Crespo Cardoso
José Estevão Gualter Viriato Nunes Basilio
José Estevão Guilherme Augusto Espinha Ribeiro de Carvalho
Vinte Cinco de Abril Guilherme da Costa Ferreira
8 de Maio Guilherme Elísio Rodrigues Tralhão
Obreiros do Trabalho Guilherme Manuel Domingues Marques
José Estevão Guilherme Pestana Godinho
Liberdade Gustavo Soromenho
União Heitor Alves Bessa
Vitória Helder Firmino Ribeiro Pereira
Convergência Helder Gonçalo Pires da Conceição
Lusíadas Renascida Helder José dos Santos Trigo
Século XXI Helder Manuel da Silva Monte
Tolerância Helder Santos da Silva Freire
Liberdade Henrique Brito Tovar Faro
Estrela D’Alva Henrique dos Santos Aparício
Estrela D’Alva Henrique Eduardo Torres Carmona
Delta Henrique Gomes Bernardo
Liberdade Henrique Jorge Cabral da Silva
Simpatia e União Henrique Jorge de Almeida Martins Coelho
Gomes Freire Henrique José Cabrita Franco
A Revolta Henrique José Lopes Fernandes
Convergência Henrique Manuel Batista Costa Monteiro
União Henrique Sá Pereira Miguel
Cidadania e Laicidade Henrique Vicente Paixão de Oliveira
Fernandes Tomás Herculano Ramos Rocha
Redenção Hermano de Deus Nobre Alves
A Revolta Herminio de Oliveira Palmeira
Do Castelo Hernâni do Espírito Santo Nunes
Livre Pensamento Hernani José Pereira Duarte da Costa
Obreiros do Trabalho Honório Barbosa
Fraternidade e Justiça Horácio André Antunes
Acácia Horácio Crespo Pedrosa Faustino
Cidadania e Laicidade Horácio Martins de Vale César
Acácia Horácio Pires Gonçalves Ferreira Saraiva
Transparência Hugo Martins Gonçalves Ferrão
Fénix Hugo Rafael Roque Faria
Cidadania e Laicidade Hugo Renato Ferreira Cristovão
8 de Maio Humberto Alexandre Marçal Tomás Martins
Livre Pensamento Humberto Duque Monteiro Leite
Lusitânia Humberto Fernando Sérgio Baptista Costa
8 de Maio Humberto Jorge da Conceição
Montanha Humberto Luis Manuel Modas Daniel
Livre Pensamento Humberto Sertório Fonseca Rodrigues
Lusitânia Idalino André Rodrigues do Nascimento Magrinho
Delta Igor Baluka Boal Roçadas Marmota
Universalis Ilidio José Silvestre Nunes
Século XXI Ilidio Pelicano Lopes da Cunha
Passos Manuel Ilidio Renato Garrido Matos Pereira
Livre Pensamento Inácio Ludgero Gomes Fernandes
Simpatia e União Isaac Wambembe
Montanha Isaurindo José Abegão
Atlântico Ivan Leonardo Sanchez Toro
Gomes Freire Ivo Manuel dos Santos Patricio
Acácia Jacinto do Patrocinio Gasparinho Correia
Redenção Jaime A. Simões Ramos
Convergência Jaime Alvarez Pina
A Revolta Jaime Brás de Carvalho
O Futuro Jaime Carlos da Silva Corbal Moreira
Século XXI Jaime Manuel de Pinho Crato
República Jaime Manuel Pereira Mendes
Lusitânia Jaime Octávio Pires Fernandes
Do Castelo Jaime Sampaio Louro
Delta Jan Cabri
Vinte Cinco de Abril Januário Souto de Almeida
Graal Jayme Ferrer de Oliveira Soeiro Caetano Carvalho
Fénix Jean Claude Tavera
Acácia João Abel de Oliveira Lemos Gonçalves Novo
Gomes Freire João Alberto Batista Neves
Vinte Cinco de Abril João Alberto Correia
Liberdade João Alberto de Oliveira Cachado
Triângulo de Vila Real João Alberto Miranda de Azevedo
Convergência João Alberto Santos Pavão Nunes
Alberto Sampaio João Alfredo Felix Vieira de Lima
Humanitas João Aníbal Heitor Ratinho
Delta João Anibal Ribeiro Fernandes
Montanha João António Gomes de Proença
Do Castelo João António Gouveia dos Santos
Madrugada João António Horta Morais
Liberdade e Justiça João António Leal Cruz Franco
Cidadania e Laicidade João António Santos Silva Rodrigues
Triângulo Castelo Branco João Antunes Baltazar
Madrugada João Artur Branco da Fonseca Pascoal
Fénix João Artur Neves de Castro Peral
Rebeldia João Augusto Amaral Rocha Oliveira
A Revolta João Aurélio Sansão Coelho
Simpatia e União João Barroso Soares
Bomtempo João Batista Ferreira da Silva
Vitória João Batista Vasconcelos Miranda Magalhães
Alberto Sampaio João Bernardino Dias Figueiredo
Utopia João Caldeira Romão
Gravito João Campos da Silva Coelho
O Futuro João Cardona Gomes Cravinho
Acácia João Carlos Caneira Antunes
Sete Colinas João Carlos dos Santos Catarino Oliveira
Montanha João Carlos Farelo Sacramento
Do Castelo João Carlos FernandesCosta
Universalis João Carlos Graça Camacho
Acácia João Carlos Leal de Matos
Cidadania e Laicidade João Carlos Lopes de Melo
Universalis João Carlos Marcelo
Transparência João Carlos Matos da Cunha
Honra e Dignidade João Carlos Pessa de Oliveira
Triângulo Castelo Branco João Carlos Rolão Baltazar
Honra e Dignidade João Carlos Socha Pereira
Estrela D’Alva João Correia Colaço
Fraternidade e Justiça João da Cruz Marques
Obreiros do Trabalho João Daniel Neves Botelho Nunes
Simpatia e União João David Pinto Correia
Estrela d’Alva João de Deus Ramos Ponces de Carvalho
O Futuro João de Deus Rodrigues Pires
Universalis João Dias das Neves
Passos Manuel João Diogo Ferreira Barbosa
Alberto Sampaio João Duarte da Silva Ferreira da Cruz
Simpatia e União João Eduardo de Melo de Oliveira e Sobral Costa
José Estevão João Eduardo Ribeiro Castanheira Nunes
Graal João Eusébio da Fonseca
Triângulo Vila Real S. António João Faustino Carlota Ribeiro
Redenção João Fernandes
Fernando Pessoa João Fernandes Martins
Do Castelo João Fernando Amaral Carvalho
Rebeldia João Fernando Goulão Pinto
Universalis João Fernando Neto Abrantes Serra
Lusitânia João Fernando Tocha de Faro Coelho
Obreiros do Trabalho João Ferreira da Silva
Delta João Filipe Brás Fontes Frade
8 de Maio João Francisco Ferreira Palmeiro
Alberto Sampaio João Francisco Lourenço Roseiro Botelho
Obreiros do Trabalho João Frederico Sousa Peres de Drumond Ludovice
José Estevão João Geraldes Freire
União João Geraldo dos Reis Correia Pinto
Paladinos João Gouveia Ferreira
Fraternidade e Progresso João Guedes
República João Henrique de Almeida Rainho
Passos Manuel João Joaquim Sousa Sobral
Lusíadas Renascida João Jorge de Abreu Gonçalves
Madrugada João José Alcaide Duarte
dos Hereges João José Alves Dias
O Futuro João José Andrade dos Santos Tavares
A Revolta João José da Fonseca e Costa Soares
Camões João José do Carmo Delgado
Liberdade e Justiça João Luis Costa Nunes
Aurora Alentejana João Luis Latas Lázaro
Simpatia e União João Luis Valente Pires
Liberdade João Luz Ribeiro da Silva
Redenção João Manuel Alves de Moura Pereira
Rebeldia João Manuel Ascenção Belém
Transparência João Manuel Borges de Azevedo
Honra e Dignidade João Manuel Castro Castanheira
Ocidente João Manuel Correia de Oliveira
Do Castelo João Manuel Correia dos Santos Silva
Século XXI João Manuel Correia Viegas Palma
Fraternidade e Progresso João Manuel de Mendonça Aleixo
José Estevão João Manuel de Oliveira Cabral
Liberdade João Manuel de Sousa Marques
Utopia João Manuel de Sousa Martins
Do Castelo João Manuel Dionisio Carranca
José Estevão João Manuel do Carmo Silva
Vinte Cinco de Abril João Manuel LLeotte Nobre
Fernandes Tomás João Manuel Malheiro Vilar
Tolerância João Manuel Martins dos Santos Barba
Humanitas João Manuel Martins Teixeira
Simpatia e União João Manuel Morais Isidro
O Futuro João Manuel Rodrigues de Brito Guterres
Obreiros do Trabalho João Manuel Serpa Gonçalves
República João Manuel Soares Abreu
Liberdade João Manuel Trindade Duro
Passos Manuel João Maria da Costa Magalhães
A Revolta João Maria Lacerda de Lemos Mexia
Fraternidade e Progresso João Maria Larquito Claro
Vitória João Maria Matos Araújo Correia
Alberto Sampaio João Mendes Fernandes
Luz e Harmonia João Miguel Sousa Mestre
Camões João Nelson Veríssimo
Estrela D’Alva João Nogueira Garcia
Bomtempo João Paula da Fonseca
Coerência João Paulo Carrasquilho Gonçalves Louro
8 de Maio João Paulo Correia Rodrigues
O Futuro João Paulo Costa Amorim
Gravito João Paulo Duarte Dias Marques
Redenção João Paulo Gaspar de Almeida e Sousa
Rebeldia João Paulo Isidoro Almeida Soares
Fénix João Paulo Martins Farinha
Vitória João Paulo Sousa Duarte Neves
Sete Colinas João Pedro de Góis Ribeiro de Carvalho
Camões João Pedro do Rego dos Santos Vasconcelos
Madrugada João Pedro Gonçalves Cardoso
Fénix João Pedro Lagoa Batista Ferro
Graal João Pedro Marafusta Bernardo
Estrela d’Alva João Pedro Ramalho Rodrigues
Aurora Alentejana João Pedro Segurado Dias
dos Hereges João Pedro Tojal Loia Soares Silva
Montanha João Pires Represas da Mata
Estrela D’Alva João Rodrigues
Vitória João Rosado Correia
Alberto Sampaio João Soares Louro
A Revolta João Vasco da Fonseca Jorge Ribeiro
Livre Pensamento João Vicente Catarino de Freitas
Bomtempo Joaquim António Barata Lopes
Fraternidade e Justiça Joaquim António Almeida Martins dos Santos
Aurora Alentejana Joaquim António Banha da Fonseca
Vinte Cinco de Abril Joaquim António de Oliveira Soares
Obreiros do Trabalho Joaquim António Diogo Barreiros
Humanitas Joaquim António Neutel Neves
Redenção Joaquim António Seco Machado Gil
Redenção Joaquim António Simões Vilela Martins
Estrela do Norte Joaquim Barbosa Ferreira Couto
Século XXI Joaquim Brogueira da Silva Thó
Alberto Sampaio Joaquim da Silva Mendes dos Santos
O Futuro Joaquim do Nascimento
Vitória Joaquim dos Santos Carvalho
Madrugada Joaquim Fernandes António
Graal Joaquim Fernando Parra Pereira Marujo
O Futuro Joaquim Ferreira de Sousa
Camões Joaquim Filipe Clemente
O Futuro Joaquim Inácio Ferreira Pinto
Fraternidade e Progresso Joaquim Jorge Perestelo Neto Valente
O Futuro Joaquim José Alpoim Pereira Vaz
Estrela do Norte Joaquim José da Silva Lopes
Utopia Joaquim José Leal de Carvalho Afonso
Ocidente Joaquim José Mesquita da Silva Pereira
Simpatia e União Joaquim José Pereira Torres
Do Castelo Joaquim José Rocio Pereira Mendes
Humanitas Joaquim Luís Rosa do Cèu
Fernandes Tomás Joaquim Manuel Jesus Carvalho Jerónimo
Ocidente Joaquim Manuel Leitão Ribeiro Arenga
Livre Pensamento Joaquim Manuel Lima Carvalho
Vitória Joaquim Manuel Oliveira Vilela
Montanha Joaquim Manuel Simas Abrantes
Bomtempo Joaquim Maria Alves Zeferino
Gomes Freire Joaquim Marques da Silva
Triângulo Tomar Joaquim Marques dos Santos
Montanha Joaquim Matias Livreiro Rocha
Lusitânia Joaquim Pedro Ferreira Canas Mendes
Redenção Joaquim Pereira da Silva Correia
Estrela D’Alva Joaquim Rafael Branco
Gomes Freire Joaquim Rocha Silva
Acácia Joaquim Vidal Tomé
Livre Pensamento Joel Pinto Marçal dos Santos
Simpatia e União Joffre António de Sousa Justino
Vitória Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Alberto Sampaio Jorge Alberto da Silva
Atlântico Jorge Alberto Mendes da Rocha Brochado
Transparência Jorge António Batista de Sousa
Graal Jorge António Fernandes Tavares e Sousa
Delta Jorge Augusto Maximino
Vitorino Nemésio Jorge Augusto Paulus Bruno
Simpatia e União Jorge da Silva Forte
Atlântico Jorge Daniel Cabral Santos Henrique
Montanha Jorge Fernando da Silva Nunes
Montanha Jorge Fernando dos Santos
Alberto Sampaio Jorge Ferreira Vicente
Triângulo de Vila Real Jorge Herculano Wandt Teixeira de Matos
Damião de Góis Jorge Humberto Azevedo Monteiro Silva
Estrela D’Alva Jorge Lacão Costa
Redenção Jorge Loureiro Mendes
Delta Jorge Luis Miranda Arez da Silva
Livre Pensamento Jorge Manuel Beirão Barroco Duarte
Madrugada Jorge Manuel Bicó da Costa
Livre Pensamento Jorge Manuel Costa Barata de Sá
Atlântico Jorge Manuel da Cruz Gago
José Estevão Jorge Manuel de Araújo Fernandes
Honra e Dignidade Jorge Manuel de arros Teixeira Borges
Alberto Sampaio Jorge Manuel de Sousa Mota
A Revolta Jorge Manuel Fernandes Cosme
Transparência Jorge Manuel Fernandes da Silva
Liberdade e Justiça Jorge Manuel Firmino Baptista
Madrugada Jorge Manuel Flor de Albuquerque Coelho
Graal Jorge Manuel Garcia da Fonseca
Convergência Jorge Manuel Geraldo Simões Moita
Luz e Harmonia Jorge Manuel Gomes de Oliveira
Fraternidade e Justiça Jorge Manuel Gomes Paiva
Vitória Jorge Manuel Guimarães Quinta
A Revolta Jorge Manuel Jegundo Vicente
Madrugada Jorge Manuel Lopes Pombo
Lusíadas Renascida Jorge Manuel Martins Casaca
Madrugada Jorge Manuel Navarro de Menezes Figueiredo
8 de Maio Jorge Manuel Oliveira Santos
Camões Jorge Manuel Rodrigues da Silva
Graal Jorge Maria Ramalho da Silva Ferreira
José Estevão Jorge Marques dos Santos
Sete Colinas Jorge Marques Queirós
Simpatia e União Jorge Melício da Conceição
Universalis Jorge Miguel Cabral e Pereira da Silva
Harmonia Jorge Miguel de Assis Caldeira Cruz Corais
Fénix Jorge Miguel Maia Afonso
Fénix Jorge Nelson Gouveia de Sousa Neves
Camões Jorge Oliveira Ferreira Mendes
Bomtempo Jorge Paulo Napoleão Garcia Inacio
Camões Jorge Paulo Sacadura Almeida Coelho
Rebeldia Jorge Pedro de Almeida Cabral
Madrugada Jorge Valadares Vilhena Rodrigues
Delta Jorge Virgílio Rodrigues Mealha da Costa
Redenção José António Ferreira da Cunha Sotto Maior
Convergência José Manuel Carlos Saraiva Saraiva dos Santos
Tolerância José Adelino Ferreira da Costa Nunes
União José Afonso Teixeira de Magalhães Lobão
Delta José Alberto Alves Pereira
Gravito José Alberto Coelho Figueiredo
Cidadania e Laicidade José Alberto Domingos Rodrigues
Ocidente José Alberto Ferrão Morgado
José Estevão José Alberto Martins Ribeiro
Aurora Alentejana José Alberto Noronha Marques Robalo
Ocidente José Alberto Popinha Ramos
Ocidente José Alberto Rebelo dos Reis Lamego
União José Alexandre Vasconcelos Rebelo Cotta
Universalis José Alfonso de Mateo Garcia
Do Castelo José Alfredo Vieira Machado
Vitória José Amândio Gonçalves Trigo
Sete Colinas José Aníbal Magalhães de Couto Nogueira
Redenção José António Alves de Moura Pereira
República José António Amante Parreira
Sete Colinas José António Amaral da Silva
Simpatia e União José António Azevedo Castelo
Lusíadas Renascida José António Azevedo Oliveira
Gomes Freire José António Batista de Sousa Violante
Triângulo Tomar José António Becerra Vitorino
Luz e Harmonia José António Braga de Oliveira
Do Castelo José António Caetano Tavares
Coerência José António da Paz Cardoso Ferreira
Convergência José António de Figueiredo Osório
Madrugada José António de Jesus Martins
Fernandes Tomás José António de Sousa Alves
Gomes Freire José António de Sousa Canha
Passos Manuel José António Fernandes Correia Teles
Lusitânia José António Ferreira Peres de Sousa
Simpatia e União José António Mota Correia Ambrósio
Camões José António Patricio Pires
Século XXI José António Ribeiro Mendes
Universalis José António S. Vidal de Oliveira
Alberto Sampaio José António Santos Esteves Correia
Vinte Cinco de Abril José António Soares de Albergaria
O Futuro José Apolinário Nunes Portada
Aurora Alentejana José Augusto Dias
Transparência José Augusto Fernandes Chamusco
Triângulo Chaves José Augusto Filhol Guimarães
Vitória José Augusto Fraga Ferreira
A Revolta José Augusto Gomes de Brito Xavier
Redenção José Augusto Jorge da Conceição
Lusitânia José Augusto Ramos Rocha
Estrela D’Alva José Augusto Rodrigues Roseira
União José Augusto Seabra
Obreiros do Trabalho José Aveiro de Sousa Marques
Vitorino Nemesio José Avelino Rocha dos Santos
Atlântico José Barbosa Mota
Redenção José Batista Geraldes
Alberto Sampaio José Bernardino Dias de Figueiredo
Humanitas José Bernardo Fonseca Pólvora Trindade Chagas
Fénix José Brás Rodrigues
Fernando Pessoa José Canas
Livre Pensamento José Candido Oliveira Lopes
Utopia José Cardoso Fontão
Aurora Alentejana José Carlos Alegria
Honra e Dignidade José Carlos Antunes Gomes Nunes Martins
União José Carlos Araújo Ferreira Neves
8 de Maio José Carlos Baptista Garrucho
Paladinos José Carlos Coelho Ferreira de Almeida
Camões José Carlos Cruz Lavrador
Lusitânia José Carlos das Dores Zorrinho
Delta José Carlos Domingos de Oliveira Gonçalves
Liberdade José Carlos dos Santos Mendonça
Fénix José Carlos Gonzalez Rodriguez
Atlântico José Carlos Leal Ribas
Transparência José Carlos Pedro Cardoso Matias
Camões José Carlos Pinto Basto de Mota Torres
Do Castelo José Carlos Pinto Embaixador
Convergência José Carlos Ramos Corte-Real
Século XXI José Carlos Vicente Simões Baptista
Fraternidade e Progresso José Celestino da Silva Maneiras
Revolução José da Costa Baeta e Vale
O Futuro José da Cruz Madaleno
Redenção José da Cunha e Sá
Obreiros do Trabalho José da Silva Chanoca
Rebeldia José das Neves Abreu
José Estevão José de Sousa
Simpatia e União José Deodoro Faria Troufa Real
Fraternidade e Justiça José Domingos da Ascenção Cabeças
Redenção José Domingues Ferreira Ribeiro
Liberdade José dos Santos Silva Pereira
Atlântico José Eduardo Alves Fragateiro
Convergência José Eduardo Areias Meira da Cunha
Transparência José Eduardo Cabral Mimoso Serra
Fénix José Eduardo Cordéis Mendes Rodrigues
Universalis José Eduardo da Câmara Correia de Lemos Quintela
Madrugada José Eduardo de Brito Jorge Soares
Sete Colinas José Eduardo Duarte Tavares Moreira
Universalis José Eduardo Fernandes de Sanches Osório
Arcádia José Eduardo Goulart Machado
Cidadania e Laicidade José Eduardo Marçal Ruivo
Liberdade José Eduardo Pescador de Matos Fanha Vieira
Simpatia e União José Eduardo Simões Coimbra
Liberdade José Eduardo Vasconcelos Casqueiro Cardim
Convergência José Emílio Amaral Gomes
Redenção José Emilio Vieira de Campos Coroa
Sete Colinas José Ernesto Carvalho Oliveira Lopes
Aurora Alentejana José Ernesto Idelfonso Leão D’Oliveira
Lusíadas Renascida José Ernesto Mesquita Rodrigues
Arcádia José Eugénio Silva da Nóvoa Cortez
A Revolta José Faria Lourenço
Fernandes Tomás José Fernando Guedes Correia
Bomtempo José Fernando Macedo Esteves
Redenção José Fernando Mendes Abranches
Harmonia José Fernando Videiro de Oliveira
Liberdade e Justiça José Ferreira Vicente
Redenção José Francisco de Faria e Costa
Fraternidade e Justiça José Francisco Tavares Rolo
Convergência José Gabriel Viegas
União José Gomes Fernandes
Liberdade e Justiça José Gomes Silveira da Cunha
União José Guedes Rodrigues
O Futuro José Henrique Damas Mora Ponces de Carvalho
Obreiros do Trabalho José Henrique Gonçalves Lourenço
Lusitânia José Henrique Lopes
Liberdade José Henrique Rodrigues Dias
Ocidente José Henrique Romão Santos
Redenção José Humberto Santos Paiva de Carvalho
Damião de Góis José Inácio Fava Batista
Simpatia e União José Jacinto Sousa Gonçalves Simões
Revolução José João Bidarra Palmeirão
Obreiros do Trabalho José Joaquim Antunes Fernandes
Obreiros do Trabalho José Joaquim Botelho Guedes
Estrela D’Alva José Joaquim Geraldes Reis
Fénix José Joaquim Martins Peres Machado
Estrela D’Alva José Joaquim Pascoal Gomes
União José Joaquim Pinto da Conceição
Fraternidade e Justiça José Jorge Abrantes Passos Gonçalves
Montanha José Jorge Alves Letria
José Estevão José Jorge de Melo Correia
Do Castelo José Jorge Viegas Madruga
Fraternidade e Justiça José Júlio Matias da Cunha e Sá
Alberto Sampaio José Júlio Miranda da Costa
Camões José Justino de Matos Barros Gomes
Aurora Alentejana José Lourinho Graciano
Fraternidade e Progresso José Lucian Correia de Oliveira
Transparência José Luis Costa Lopes
Acácia José Luis de Almeida Casares
Simpatia e União José Luis de Figueiredo Neves
Redenção José Luis de Oliveira Gonçalves
Gomes freire José Luis de Sousa Jorge
José Estevão José Luis de Sousa Reis
Montanha José Luis Farelo Sacramento
Harmonia José Luis Ferreira dos Santos Pardal
Livre Pensamento José Luis Figueira Monteiro
União José Luis Madeira Jorge Castelo
Fraternidade e Progresso José Luis Mendes da Maia
Liberdade José Luis Nascimento
Honra e Dignidade José Luis Neves dos Santos
Alberto Sampaio José Luis Nunes de Almeida
Liberdade e Justiça José Luis Parente de Lima
Ocidente José Luis Pereira Forte
Convergência José Luis Piña Alvarez
Aurora Alentejana José Luis Quitério Mendes Matos
Intervenção José Luis Rabaça Vasques
Ocidente José Luís Ribeiro dos Santos
Montanha José Luis Rodrigues Moutinho
Redenção José Luís Silva Pinto de Almeida
Aurora Alentejana José Luis Simões de Morais Luz
Redenção José Luís Vicente Torres
Atlântico José Manuel Alegre Tavares
Paladinos José Manuel Alves Teixeira
Simpatia e União José Manuel Blanco Gil
Madrugada José Manuel Carmona Barreto
Fernandes Tomás José Manuel Carreira Iglésias
Universalis José Manuel Carrilho Ribeiro Leitão
Universalis José Manuel Carvalho Araujo Caldeira
Delta José Manuel Correia Camilo Martins
Rebeldia José Manuel Costa da Veiga Cosmelli
Vinte Cinco de Abril José Manuel Costa Neves
Intervenção José Manuel da Conceição Morais
A Revolta José Manuel da Silva Couto
Convergência José Manuel da Silva Guardado Moreira
Ocidente José Manuel D’Assunção Brucho
Convergência José Manuel de Jesus Vilas Monteiro
Transparência José Manuel de Lemos Diogo
Universalis José Manuel de Matos Fernandes e Fernandes
Simpatia e União José Manuel de Sousa
Simpatia e União José Manuel de Sousa Fernandes Pina
Coerência José Manuel dos Santos Silva
Arcádia José Manuel dos Santos Viegas
Cidadania e Laicidade José Manuel Duarte da Silva
Aurora Alentejana José Manuel Fernandes Varge
Madrugada José Manuel Figueira de Sousa Barreto
Simpatia e União José Manuel Gomes Ferreira
Redenção José Manuel Gonçalves da Silva
Universalis José Manuel Gouveia Almeida Ribeiro
Tolerância José Manuel Henriques de Abreu
Universalis José Manuel Marques Alves da Silva
Universalis José Manuel Marques da Silva Lemos
Simpatia e União José Manuel Matos Pereira
Estrela D’Alva José Manuel Monteiro de Rezende Tropa
Estrela D’Alva José Manuel Morais da Silva e Costa
Convergência José Manuel Morbey Almeida Mesquita
Paladinos José Manuel Oliveira Costa Rodrigues
José Estevão José Manuel Oliveira Monteiro
Acácia José Manuel Palma de Oliveira
Gomes Freire José Manuel Palma Redes Ramos
Fernando Pessoa José Manuel Passos Cabrita Calafate
Passos Manuel José Manuel Pereira Ribeiro
Madrugada José Manuel Pires Epifâneo
Obreiros do Trabalho José Manuel Pires Trabucho
Liberdade José Manuel Rodrigues Fernandes
Liberdade e Justiça José Manuel Rolo Ferreira Correia
Liberdade e Justiça José Manuel Rosa do Egipto
Convergência José Manuel Salgado Braz
Fernando Pessoa José Manuel Serra de Andrade
Gomes Freire José Manuel Silva Carvalho Fava
Obreiros do Trabalho José Manuel Tavares de Almeida e Costa
Simpatia e União José Manuel Torres do Couto
Lusitânia José Manuel Vieira Conde Rodrigues
Rebeldia José Manuel Zaluar Nunes Basílio Júnior
Fénix José Marcelino Franco de Sá
Bomtempo José Maria da Costa Ramos e Ramos
Do Castelo José Maria Maia Lima Duque
José Estevão José Maria Marques da Silva
Universalis José Maria Mateus Cavaco Silva
Gomes Freire José Maria Nogueira da Silva Freitas
Paladinos José Maria Paixão Afonso Andrade
Acácia José Maria Pinho de Paiva Raposo
Liberdade e Justiça José Maria Ribeiro Rodrigues
Acácia José Maria Roque Lino
Madrugada José Maria Subtil de Sousa
Revolução José Maria Vilhena Nogueira
Fraternidade e Justiça José Mário da Fonseca Monteiro
Montanha José Mendes Rodrigues Bento
Intervenção José Miguel Abreu de Figueiredo Medeiros
Honra e Dugnidade José Miguel Agostinho Rodelo
Tolerância José Miguel Figueira Amaro
Universalis José Miguel Marques Boquinhas
Livre Pensamento José Miguel Portelinha Vaz
José Estevão José Nascimento Nunes Vicente
Liberdade José Nunes Lourenço
Convergência José Nuno de Araújo Martins
Estrela d’Alva José Osvaldo Martins Brás
Fernando Pessoa José Paulo de Almeida da Silva Graça
República José Paulo de Massano Ranita Teixeira
Montanha José Paulo do Nascimento Dias
Vitória José Paupério Fernandes
Madrugada José Pedro Blanco Panadés Gil
Montanha José Pedro de Almeida Fernandes
Coerência José Pedro Guina dos Santos
Do Castelo José Pedro Oliveira da Silva Pinto
Camões José Pedro Paixão Camacho Vieira
Luz e Harmonia José Pedro Vasconcelos de Sousa Correia
Acácia José Pereira dos Santos
Fénix José Raimundo Correia de Almeida
José Estevão José Ramos Horta
Acácia José Ribeiro Vieira
Estrela d’Alva José Ricardo Hernandez Loureiro
Vitória José Roberto da Costa
A Revolta José Rodrigues de Sousa Fernandes
Aurora Alentejana José Rodrigues Dias
Ocidente José Rodrigues Faustino
José Estevão José Rodrigues Pereira dos Penedos
José Estevão José Romeu Freitas Caetano
Convergência José Rosa Rodrigues Gonçalves Baptista
Simpatia e União José Sarmento Gomes Mota
Universalis José Simão Gomes
Tolerância José Tomás de Oliveira
Tolerância José Tomaz Vasques
Vitória José Viale Moutinho
Liberdade e Justiça José Vitor Soreto de Barros
Sete Colinas José Xavier Anjo de Sena Ezequiel
União Josep Maria Ustrell Torrent
Universalis Joshua Gabriel Benoliel Ruah
Atlântico Julio Albino Pinto de Matos
Triângulo de Vila Real Júlio António Alves Coutinho
União Júlio Capelo Pires Veloso
José Estevão Júlio Cardoso Araújo Pereira
Estrela d’Alva Júlio Cortez Fernandes
Vitorino Nemésio Júlio Dinis Lopes da Silva
Livre Pensamento Júlio Edgar Cândido de Magalhães
Coerência Julio Emilio Gonçalves Louro
Tolerância Júlio Fernando de Albuquerque Fernandes
Liberdade e Justiça Júlio Luis Santos Ferreira
Simpatia e União Júlio Manuel dos Santos
Gomes Freire Júlio Patricio Freitas
Vitória Julio Pires
Lusíadas Renascida Júlio Torcato Ribeiro Faria
Vinte Cinco de Abril Justino José Morgado Pereira
Fraternidade e Progresso Konstantin Bernertin
Bomtempo Laureano Martins Carreira
Acácia Lélio Manuel Vicente de Sousa Branca
Aurora Alentejana Leonardo Manuel Valido Maia
Gomes Freire Leonel Alexandre Ribeiro Moreira Gonçalves
O Futuro Leonel Álvaro Torres Pereira Neves
Alberto Sampaio Leonel Ferreira dos Santos
Transparência Leonel Jorge Suzano Pires
Humanitas Leonel Sousa Fadigas
Convergência Leonildo Miguel Peixoto Teixeira de Aguilar
Obreiros do trabalho Leopoldo Lopes de Almeida Amaral
Simpatia e União Lesseps José António Lourenço dos Reis
8 de Maio Levi Alexandre Bucar Corte Real
Vitória Libertino José Dias
Montanha Liberto da Fonseca Ribeiro da Cruz
Liberdade Lino Duarte Loureiro Reis
União Lourenço Santos Neto
Redenção Lourivan Rodrigues
Vitória Luciano Augusto Bastos Vilhena Pereira
Do Castelo Lúcio Augusto Pimentel Lourenço
Gravito Luis Alberto Correia Fernandes Batista
Universalis Luis Alexandre Gaspar Albino de Campos Cruz
Liberdade e Justiça Luis Álvaro Barbosa de Campos Ferreira
A Revolta Luis Alves Ferreira
União Luís André Araújo Raposo
Universalis Luis Antero Reto
Liberdade e Justiça Luis António da Silva Barraquero
José Estevão Luis António Neves de Paiva Andrade
Luz e Harmonia Luis António Rivera da Silva Virote
Vitorino Nemésio Luis António Vieira de Brito de Azevedo
Montanha Luis Armando Catarino Costa
Acácia Luis Artur Freitas Costa Cardoso Pereira
José Estevão Luis Carlos Andrade Ferreira
Acácia Luis Carlos Calceteiro Serafim
Madrugada Luís Carlos da Costa Monteiro
Passos Manuel Luís Carlos Moutinho da Silva
Cidadania e Laicidade Luis Carlos Quintela Jacob
Acácia Luís Claudio Gouveia Faustino
Coerência Luis Coelho Nascimento
Lusitânia Luis de Carvalho Machado
Liberdade Luis Diogo Almeida Campos
Liberdade e Justiça Luis Falcão da Fonseca (Pai)
Liberdade e Justiça Luis Fernando dos Santos Correia de Mendonça
Sete Colinas Luis Filipe Alvoeiro da Costa Quaresma
Madrugada Luis Filipe Banito Gameiro
Acácia Luis Filipe Botelho da Nova
Universalis Luis Filipe Canova de Leão Miranda
Vinte Cinco de Abril Luis Filipe Coutinho Barros de Figueiredo
Sete Colinas Luís Filipe da Costa Mendes Afonso
Simpatia e União Luís Filipe da Fonseca Machado
Coerência Luis Filipe da Silva Ferreira
Madrugada Luis Filipe de Almeida Coelho de Sousa
Ocidente Luis Filipe de Ataíde Rodrigues Dias
Coerência Luis Filipe de Carvalho Dinis Esteves
José Estevão Luis Filipe de Menezes Montenegro Romeu
Simpatia e União Luis Filipe do Cruzeiro Gonçalves Penedo
Madrugada Luis Filipe Godinho de Faria Maneira Câncio
Vitória Luis Filipe Gouveia Borba Rodrigues
José Estevão Luis Filipe Moura de Carvalho
Acácia Luis Filipe Natal Marques Santos
Arcádia Luis Filipe Nunes Boaventura de Figueiredo
Lusitânia Luis Filipe Paulo Brandão
Convergência Luis Filipe Pires da Conceição
Liberdade e Justiça Luís Filipe Teixeira Gestas
Montanha Luis Filipe Varela Duarte
Vitória Luís Filipe Vieira Santos
Convergência Luis Flores Gomes
Fernando Pessoa Luis Gabriel Freire Costa
Fraternidade e Progresso Luis Gomes
Humanitas Luis Gonçalves Vaz
Cidadania e Laicidade Luis José da Silva Ferreira
dos Hereges Luis José de Almeida Gomes
Liberdade e Justiça Luis José Torres Falcão da Fonseca (Filho)
Redenção Luis Malheiro Vilar
Tolerância Luís Manuel Alves de Fraga
Universalis Luís Manuel Biscaia Poda Reis
Passos Manuel Luís Manuel Bragança de Miranda Flores
Ocidente Luis Manuel Capoulas Santos
Convergência Luis Manuel César Nunes de Almeida
Estrela D’Alva Luis Manuel Cirne Tomás
Vinte Cinco de Abril Luis Manuel Coelho da Mata Almeida
Tolerância Luís Manuel Coutinho Lopes Cabral
Redenção Luis Manuel Curcialeiro Godinho de Matos
Estrela D’Alva Luís Manuel da Conceição Freitas
Bomtempo Luis Manuel de Almeida Nunes
José Estevão Luís Manuel de Medeiros Ferreira
Universalis Luis Manuel Dias Martins
Livre Pensamento Luis Manuel dos Santos Paixão
Fernandes Tomás Luis Manuel Ferreira Parreirão Gonçalves
Fraternidade e Progresso Luis Manuel Guerreiro Mendonça de Freitas
Montanha Luis Manuel Guerreiro Tristão
Tolerância Luís Manuel Mendonça Torres
Convergência Luis Manuel Pinto Gomes
Harmonia Luis Manuel Ribeiro do Rosário Mateus
Convergência Luis Manuel Ribeiro dos Santos Alves Carpinteiro
Intervenção Luís Manuel Verdelho da Costa
Universalis Luís Maria Kalidas Costa Barreto
Lusíadas Renascida Luis Mário Pereira Morais de Oliveira
José Estevão Luis Medeiros Vieira
Fénix Luis Miguel Antunes Barata
Livre Pensamento Luis Miguel Carreira Madaleno
Vinte e Cinco de Abril Luis Miguel da Serpa Soares Vargas
Fénix Luís Miguel de Sousa Lopes Soares
dos Hereges Luís Miguel Garcia Cruz
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Rebelo
Bomtempo Luis Miguel Gonçalves Zeferino
Do Castelo Luis Miguel Lopes de Carvalho Bigotte Chorão
Convergência Luis Miguel Pacheco da Fontoura
Sete Colinas Luis Miguel Pena Piedade
Madrugada Luis Miguel Pereira de Almeida
Fernando Pessoa Luis Miguel Pina Antunes Ferreira
Fernando Pessoa Luis Miguel Ruiz-Rios
José Estevão Luis Morgado Ferreira Alves
Convergência Luis Oliveira Fontoura
Cidadania e Laicidade Luís Paulo Costa Maldonado Gonelha
Acácia Luis Pedro Saldanha Miranda
Honra e Dignidade Luis Pedro Vaz dos Santos
Cidadania e Laicidade Luís Roberto de Matos Castro Roselló
República Luis Rui de Matos Firmo
República Luis Simões Dias Cardoso do Valle
Do Castelo Luís Tiago de Sousa Gouveia
Universalis Luis Velosa Espírito Santo
8 de Maio Lusitano Moreira Martins dos Santos
dos Hereges Magadiel dos Santos Lopes
Fernandes Tomás Manuel Adelino dos Santos Pinto
Vitória Manuel Albano Batista Carvalho
União Manuel Alberto David Rodrigues de Castro
União Manuel Alberto Moreira Falcão
Sete Colinas Manuel Alexandre Amado Ferreira Chaves
Consenso Manuel Alexandre Pereira Martins Leiria
Vitória Manuel Alexandre Silva Pinto Fardilha
Fernandes Tomás Manuel Alfredo Aguiar de Carvalho
quinta-feira, 30 de agosto de 2012
quarta-feira, 22 de agosto de 2012
Rui Ramos
(...) Rui Ramos tem partido muito traste velho que se instalara na cristaleira da historiografia portuguesa, tem varrido muito lixo que se acumulara sob as passadeiras vermelhas da História-ao-serviço-da-politicazinha, pelo que concitou inimizades, às quais se somou a sempiterna invejazinha lusitana. (...)
Miguel Castelo Branco
sábado, 11 de agosto de 2012
História instrumental
Curioso como o anúncio na SIC da mais recente revista Visão sobre o tema de capa, “A Idade Média em Portugal” deixa escapar em tom de denúncia uma suposta “influência escondida da Igreja”. Escondida?!
É cíclico, principalmente na estação tola, os jornais e revistas alimentarem-se da História para a elaboração de artigos sensacionalistas, segundo uma análise frívola construída em função dos clichés politicamente correctos da actualidade. Não para instruir ou informar, mas para exploração dos mais básicos ressentimentos e voyeurismo.
quinta-feira, 9 de agosto de 2012
Roubado
Eu penso que muita da lisura com que se trata a corrupção se deve à
arquitectura da República e que esta tem na sua espinha os piores vícios
para os cidadãos. Para mim, sem dúvida, a forma como a sociedade
se organizou após o golpe terrorista de 1910 e a "revolução" de 1974
foi a mesma e com o fito de apropriação do bem comum, vulgo, o Estado
(que devia ser uma entidade independente de políticas, gestão pública e
governo parlamentar). Os portugueses gostam de ser roubados, parece, nem
que seja para manterem o hábito de se sentirem roubados, e não só, para
se refugiarem da própria inércia e da falta de coragem para arriscar.
Texto integral aqui
Texto integral aqui
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Compexos
A maioria dos defensores da República vibram o argumento da perpetuação de uma "família" no poder e dizem "Por que razão alguém, só porque sim, há-de ser o representante máximo de um país?".
Ora a questão está desfocada. Não se trata de ser o "máximo" mas sim
ser um representante "isento" e alheio às convenções e "negócios" do
poder. O que separa, hoje, as Repúblicas das Monarquias é a forma de
representação de estado, digo, a forma promiscua, corrupta e os negócios
de poder que envolvem a "corrida" ao emprego "máximo" de um país, tudo
isso envolvido na miragem mentirosa de que qualquer um pode ser
presidente!! – basta ler as leis das repúblicas para se perceber que a
partidocracia mina a estrada, nunca construída, para o povo se sentar no
penico tão desejado. Mas há outro detalhe, muito importante, que
desenha o carácter e a cultura dos anti-monárquicos, é a confusão de que
um monárquico descende da, ou defende a, "nobreza". Não há nada a
fazer. Quem assim pensa nunca teve uma causa, nunca teve uma convicção.
No fundo, o anti-monárquico, típico, insinua por complexo.
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Rússia, 1812
É bem certo tratar-se de uma efeméride ingrata a este regime que procurou ignorá-la. A magnífica vitória portuguesa - povo e exército - sobre a França napoleónica, consiste num daqueles temas incómodos para quem insiste em ver na invasão, a semente de um porvir prenhe de "modernidades" de recorte estrangeiro. São sempre os mesmos, precisamente aqueles que também ignoraram o espolinhar de deputações aos pés do Corso, a extinção por decreto da soberania nacional, o arriar da bandeira das quinas, a terra queimada, os roubos, violações, abusos de toda a ordem e a própria partilha do território português. As fidelidades mantêm-se tão arreigadas como naquela época e pior ainda, hoje estamos numa situação em que já não há Corte num Brasil que nos valha. Em suma, o regime ignorou aquela vitória que garantiu a independência nacional por mais algumas gerações.
Há cento e dois anos, a Monarquia soube comemorar condignamente a libertação de 1810. O Rei D. Manuel II esteve no Buçaco, acompanhado pelo sucessor do Duque de Wellington e pelo nosso exército em entusiasmos que uma semana depois foram esquecidos no escuro cobarde das casernas onde se refugiou num demasiadamente habitual abstencionismo.Tal como hoje, um exército demasiadamente "quebra-espadas" e agarrado à defesa de interesses tão corporativos como qualquer bastoneirada de dentistas, engenheiros de amarga cepa ou contabilistas de caixa emperrada.
A Biblioteca Nacional prepara uma exposição comemorativa da presença da Legião Portuguesa na campanha da Rússia. A Legião combateu no lado errado da história e embora os seus elementos pudessem ter sido muito mais úteis na defesa do solo nacional, bateu-se bem às ordens do nosso inimigo. Nestes tempos difíceis, valham-nos as recordações de um tempo e de uma gente bem diferente. Aqui vos deixamos a magnífica obra de Tchaikovsky, exaltando a epopeia da resistência do Império da Rússia à horda invasora. No final, os sinos, o Deus Salve o Czar e o nutrido canhoneio, dizem muito acerca da têmpera de um povo.
sexta-feira, 20 de julho de 2012
Está já no prelo o Correio Real nº 8 que durante a próxima
semana será distribuído de norte a sul de Portugal aos sócios da Causa Real. Saiba mais aqui.
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Partir uma perna
Não
foi falta de educação, usurpação de "funções" ou megalomania de povo
promovido, a mulher do presidente da república sentou-se na cadeira,
desenhada propositadamente para o eleito, para ver se a perna estava
estável e não partia. Salazar caiu abaixo de uma e esta primeira-"dama"
dá-se bem no Palácio...
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sábado, 23 de junho de 2012
O aborrecimento de alguns, é a satisfação da imensa maioria
O Hino e a Bandeira causarão alguns azedumes entre os sátrapas do costume, mas a verdade deve ser reposta. Foi precisamente o que o Zé fez. Divulguem o video e o texto de apresentação no youtube:
"A Portuguesa foi composta por Alfredo Keil e Lopes de Mendonça, em desagravo pelo Ultimatum de 1890. Num sobressalto patriótico, dedicaram a Marcha a D. Miguel (II) de Bragança, então exilado na Áustria. A Portuguesa, pela sua letra apelando ao glorioso passado do Portugal de sempre, o da Monarquia, e pelo facto de ter sido oferecida à Casa de Bragança, é um hino claramente monárquico.
Os republicanos aproveitaram a força de A Portuguesa, apropriando-se de uma obra que não lhes pertencia e que pela mensagem contraria aquilo que a república foi, é e sempre será: um desastre para Portugal.
Mesmo após a Restauração que virá, continuará a ser o Hino da nação portuguesa."
terça-feira, 19 de junho de 2012
segunda-feira, 18 de junho de 2012
Entregar a soberania?

É um discurso vulgarizado aquele que dá hoje à pena o jornalista André Macedo, pessoa de responsabilidade, director do jornal online Dinheiro Vivo num comentário ao Diário de Notícias: Se vencer a Nova Democracia será mais do mesmo - um horror para os gregos, uma pesadelo para os outros europeus - embora a Zona Euro ganhe tempo para tentar aquilo que ninguém discutiu até hoje: uma Europa federal, integrada, com um parlamento representativo e fiscalizador de (hélas!), um Governo supranacional. Já sei: seria um espécie de casamento forçado, um casamento de caçadeira. E então?
E então? Hipotecar formalmente um pouco mais da soberania Nacional por um prato de lentilhas e uma caçadeira encostada à nuca é o preço da saída da crise? Além de claramente definidos os limites dessa "união política", a colocar-se, ela terá imperetrivelmente de ser sufragada. Caso contrário será mais um passo firme para adensar a salganhada que constitui esta desgraçada Europa desenhada à revelia dos povos nos gabinetes de Bruxelas por sociólogos, ex-hippies, trotskistas e comunistas arrependidos. Chamem-me lírico ou idealista, mas pela parte que me toca não aceito a hipoteca de nem mais um milímetro da minha Nação, uma extraordinária invenção que nem oitocentos anos de História conseguiram implodir.
Declaração de interesses: sou dos que terei mais dificuldade a sobreviver à queda do euro - não possuo heranças, bens imóveis nem contas off-shore. Na minha casa, governa-se uma família de seis almas, um dia de cada vez, sem “ordenados” ou “empregos”, apenas à custa muita tenacidade a angariar trabalho para uma micro empresa sobrevivente a uma permanente extorsão fiscal.
sábado, 9 de junho de 2012
E assim vai a República - mais um fado na Mouraria
Enquanto em Inglaterra os cidadãos rejubilam pelo regime e a sua democracia por aqui os portugueses, modernos, muito modernos e muito cientes do regime que herdaram, preparam-se para mais um arroto e um fadinho para os lados da Mouraria.
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terça-feira, 5 de junho de 2012
O Jubileu deles
Tenho uma certa inveja de não podermos ter algum dia um Jubileu como os ingleses. Nós portugueses nunca soubemos crescer e adaptarmo-nos aos tempos, antes promovemos rupturas, que hoje sabemos terem sido tão brutais quanto inúteis, autofágicas.
Curta entrevista minha ao Diário de Notícias sobre o Jubileu de Isabel II
Curta entrevista minha ao Diário de Notícias sobre o Jubileu de Isabel II
domingo, 3 de junho de 2012
Uma Pátria para lá do futebol

Confesso que me incomoda um pouco a campanha de histerismo criada à volta da Selecção Nacional na contagem decrescente para o Europeu de Futebol. Mais do que na expectativa indígena face ao certame, este barulho tem origem na necessidade imperiosa de compensar os patrocinadores do investimento publicitário investido e tal não era possível sem a adesão incondicional da comunicação social de massas.
Nesse sentido pouco me comovem os veementes e apelos de adesão a esse artificial sentimento de “nacionalismo” verde-rubro. Em pleno processo de enfraquecimento dos valores identitários e atomização social, reabilitar a Pátria para conveniências mercantilistas do jogo da bola é brincar com coisas sérias. Mais a mais sob o significativo risco de não passarmos de uma participação medíocre. Sim; o futebol é um jogo, com o que isso implica de fortuito e emocional. O patriotismo indispensável aos desafios que a Nação enfrenta, jamais poderá ser equívoco, mas sustentado em fundamentos consistentes, que só uma coesa comunidade de homens e mulheres conhecedores e livres garante. Coisa que não temos.
Por tudo isto, pareceu-me de uma assinalável salubridade a derrota ontem da selecção com os turcos, partida que não tive o desprazer de assistir. Um balde de água fria que coloca as coisas nas devidas proporções.
De facto, urge levantar o esplendor de Portugal, inspirar a alma lusitana, coisa que duvido aconteça nos relvados da Polónia e da Ucrânia. Mas se nessa roleta de sortes e azares o destino nos levar às finais, certo é que o meu coração não resistirá a bater acelerado e em uníssono com o País… mesmo que pelo sonho duma fugaz vitória.
Nesse sentido pouco me comovem os veementes e apelos de adesão a esse artificial sentimento de “nacionalismo” verde-rubro. Em pleno processo de enfraquecimento dos valores identitários e atomização social, reabilitar a Pátria para conveniências mercantilistas do jogo da bola é brincar com coisas sérias. Mais a mais sob o significativo risco de não passarmos de uma participação medíocre. Sim; o futebol é um jogo, com o que isso implica de fortuito e emocional. O patriotismo indispensável aos desafios que a Nação enfrenta, jamais poderá ser equívoco, mas sustentado em fundamentos consistentes, que só uma coesa comunidade de homens e mulheres conhecedores e livres garante. Coisa que não temos.
Por tudo isto, pareceu-me de uma assinalável salubridade a derrota ontem da selecção com os turcos, partida que não tive o desprazer de assistir. Um balde de água fria que coloca as coisas nas devidas proporções.
De facto, urge levantar o esplendor de Portugal, inspirar a alma lusitana, coisa que duvido aconteça nos relvados da Polónia e da Ucrânia. Mas se nessa roleta de sortes e azares o destino nos levar às finais, certo é que o meu coração não resistirá a bater acelerado e em uníssono com o País… mesmo que pelo sonho duma fugaz vitória.
PS.: Durante os doze meses de ano, faça sol ou chuva, da janela da minha casa e no fundo do meu coração a bandeira nacional que me inspira está sempre desfraldada. Não é verde e encarnada.
terça-feira, 29 de maio de 2012
As crianças na República Portuguesa
No passado ano de 2010, em que o regime "celebrou" os 100 anos de descalabro, muita coisa ficou por dizer. Das "virtude" da República os media não se cansaram de falar, de utopizar, de mentir, de imaginar, de contrapor com o antigamente. Mas, os factos não mentem, os dados demonstram o inverso dos discursos: com dados de 2009 – ainda sem o efeito "desta crise" – a República Portuguesa estava num incómodo 25 lugar, em 29, no que respeita à pobreza infantil. Pior que nós só os países subdesenvolvidos. Rezo para que a República não dure mais 100 anos, por este caminho de pobres passaremos a miseráveis.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Acomodados à infelicidade
Os portugueses são dos povos menos satisfeitos com a vida, é o que se lê neste relatório da OCDE que avalia o bem-estar em 36 países europeus, apoiando-se em indicadores como a Saúde, a Educação, Trabalho, ou a própria “satisfação de vida” ponto em que rasamos o fundo da tabela.
É empírico, uma mera opinião, mas parece-me que os portugueses são infelizes porque se sentem bem assim. Entretidos com os nossos medos e ressabiamentos, desconfiamos do sucesso e da felicidade, condenamos a sua exibição. E nada tem a ver com Salazar, talvez o próprio emerja de tudo isto, assim como os vários regimes e demais frustradas engenharias a que nos vimos sujeitando na expectativa duma redenção.
Talvez porque seja lenta a libertação de séculos e séculos de fome e pobreza, ao sabor das pragas e acidentes climáticos, que nos legaram estes genes desconfiados e amargos. Da herança do cristianismo sobreveio uma prática pagã de supersticiosidade, sem relação, sem densidade. E nem esta solar luminosidade imperial nos aquece o coração cinzento. Debruçados sobre um infinito esplendoroso Oceano, este inspirou-nos a diáspora e a saudade. Ah, pois! e a culpa, a culpa, essa inconfessável culpa, que se esconde sempre nos outros e nas circunstâncias, como um canto de sereia que nos enleia para os abismos da impotência. Acomodados à infelicidade.
Talvez porque seja lenta a libertação de séculos e séculos de fome e pobreza, ao sabor das pragas e acidentes climáticos, que nos legaram estes genes desconfiados e amargos. Da herança do cristianismo sobreveio uma prática pagã de supersticiosidade, sem relação, sem densidade. E nem esta solar luminosidade imperial nos aquece o coração cinzento. Debruçados sobre um infinito esplendoroso Oceano, este inspirou-nos a diáspora e a saudade. Ah, pois! e a culpa, a culpa, essa inconfessável culpa, que se esconde sempre nos outros e nas circunstâncias, como um canto de sereia que nos enleia para os abismos da impotência. Acomodados à infelicidade.
Pelo João Gonçalves, ficamos a saber que o dr. Medeiros Ferreira anda por aí numa rematada pedinchice para a manutenção do 5 de Outubro. Pois pode pedir à vontade que pelo menos durante os próximos anos, não há mais "Afonso Costa" para ninguém. Com Fátima a rebentar pelas costuras, há quem ainda não percebeu que certos mitos acabaram de vez, precisamente aqueles que julgavam extirpar as raízes culturais deste povo em apenas duas gerações. Vê-se!
A divertida carta do homem que "negociou" a entrada de Portugal na CEE "por razões políticas", está preciosamente esmaltada com as fantasias e contorcionismos propagandísticos do costume, desde as negridões nocturnas do salazarismo que comemorava o 5 de Outubro com feriado, alçamento de bandeirola e banda a tocar A Portugesa, até à histérica exaltação do Venerando belenense de cada tempo! Como nota cómica, acrescentou a PIDE ao assunto, salientando as lojas de portas abertas durante a data de lazer do último dia de praia em cada verão secundo-republicano. Pois então o que poderá Medeiros Ferreira dizer de tudo o que se passa na 3ª República, com centros comerciais de portões e estacionamentos religiosamente escancarados no sacrosantinho dia? Pior ainda, Medeiros Ferreira diz não estar a pensar "só" no 5 de Outubro, mas a verdade é outra, o 5 de Outubro é o o único feriado que lhe interessa manter. Conforme-se. O país perdeu muitíssimo mais com o fim do 1º de Dezembro e isto no momento em que a República admitiu viaturas da Guardia Civil da Monarquia espanhola em ostensiva patrulha e estacionamento na placa do Monumento aos Restauradores de 1640.
Como se não soubéssemos da gritaria e arrepelar de cabelos que se passou e ainda se passa em determinadas lojas... Claro que sabemos, disso somos informados regular e detalhadamente, mas sendo a coisalaica uma questão de quase integrismo religioso, percebe-se o fanatismo. Em suma, dá-nos tremendo gozo, até para aqueles azuis e brancos que usam avental fora da cozinha.
Medeiros Ferreira pode esperar mais uns anos e quando os seus colegas voltarem ao poder, talvez lhe façam a vontadezinha. Se a Alemanha estiver pelos ajustes, claro.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Molecagem balsemeira
O programa tipicamente saloio desta praça, piroso, chiteiro a armar às sedas e como sempre fazendo de conta estar numa Hollywood que também não sendo grande coisa, pertence a outra galáxia. Uma assistência anónima, a não ser para algumas revistinhas da hora do corte no cabelo ou do dentista. Uma tantas gajas de dedaça na boca fazendo sair o assobio, a piadola persistentemente a fugir para as partes intermédias, a tronchuda chantrona apresentadora de apelido Pinheiro, uma criatura matinal e magistralmente rasca, de voz estridente e de uma vulgaridade ímpar, sempre a puxar a patorra para a chinela. Uma data de "revelações geniais" e de inevitáveis choraminguisses teatrinhocinema à cata de subsídios, naquele costumeiro pedinchar roçando a chulice a que os sistema se remeteu. A micro-burguesia platinada é isto, um globo de ouro que afinal representa a mais excelsa bosta nacional.
Nesta época em que o próprio "chefe deles" conta - segundo o balsemado Expresso - com um hilariante e vergonhoso índice de "popularidade" de 1,7, claro que os aflitos engraxates de Balsemão - ele próprio a perfeita réplica de uma criatura da saga Star Wars - tinham de vir com uma graçola acerca do senhor D. Duarte de Bragança. Um sketch sem piada, ordinário, a suplicar por um forçado sorriso e que a ninguém engana. Sabíamos que dos moleques balsemistas tudo pode vir, mas isto é demais. Se a SIC falisse, não se perderia grande coisa.
sábado, 12 de maio de 2012
Magistratura de "influência"
Conhecendo-se as figuras e sabendo-se algo, embora pouco, das contas, ficamos então a saber o que quererá dizer magistratura de influência. Noutras paragens dir-se-ia tráfico.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
Saldar
Conhecendo o espírito criativo português como conheço, no próximo feriado do 5 de Outubro
vai ser um ver se te avias para ver qual das grandes empresas de
distribuição vai subtrair mais povo à "efeméride". Coitados dos caviares
e comunistas, ficaram sem trocos para encher as avenidas. Por mim, eu
saldava esse nefasto feriado a 100%.
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quarta-feira, 2 de maio de 2012
O jacobino
Em estado puro, a marselhesa a rebentar-lhe nos tímpanos, a saga napoleónica a animar-lhe o rosto, bastonário contestado, incontestável, ex-jornalista, omnipresente em qualquer canal televisivo, justiceiro de trazer por casa, diz que não é maçon mas parece, estamos a falar de Marinho Pinto. Outros atributos reconhecidos, a ignorância histórica, a idade média obscura, o anticlericalismo típico, as frases estafadas, pouco cortês, desancou a ministra da justiça (a quem faço um rasgado elogio) e por isso teve que ouvir reprimenda de amigos e inimigos. Não há problema, ziguezagueante, hábito antigo de demagogos, há-de continuar a iludir os tolos, mas a mim não me engana.
Saudações monárquicas
terça-feira, 1 de maio de 2012
Desculpem o mau jeito, mas nada será como dantes
Quem siga o debate político e acompanhe a Comunicação Social de referência, dificilmente encontra alusões à evidência de que navegamos no olho de um furacão, no centro de uma tempestade perfeita. Onde se entrecruzam as fragilidades do regime, o acumular de políticas criminosas, uma crise financeira exógena e determinantes transformações geoeconómicas. A algraviada de recados políticos que alimentam as manchetes dos jornais e abertura dos telejornais encobrem a crua realidade que vivemos: o fim de uma Era, de uma “construção” socioeconómica insustentável. Um aborrecido detalhe, cujo capítulo seguinte ninguém verdadeiramente quer saber, por respeito aos senadores e arquitectos de tão esplendorosa obra. É nesta ébria cegueira, em que os actores se recusam olhar para lá da espuma dos dias, entretidos que estão a discutir contas de mercearia, quem é o mais amigo do crescimento económico, do Estado Social, o mais socialista ou menos liberal, ou se será afinal o messias Hollande que nos vai salvar de Merkel e dos seus enfadonhos alemães.
Por pior que seja a sua arquitectura, qualquer regime se aguenta enquanto é regado pelo dinheiro. E quando a torneira se fecha?
Com o diagnóstico feito há muitos anos, nem a centímetros do precipício o sistema mostra vontade de se regenerar. Se os partidos se desligaram das comunidades em detrimento da plutocracia que os alimenta, se os deputados não representam os eleitores, se o sistema semipresidencialista se revela uma manhosa irrelevância política, se a economia não gera riqueza que pague os descomunais custos do Estado, o que é que deveria ocupar as mentes brilhantes das nossas elites? A sua preocupação é a de sobreviver mais um dia e mais outro, um de cada vez, do estatuto e privilégios conquistados, que hipotecaram irremediavelmente várias gerações vindouras.
O que nos une hoje é a camarata de terceira classe do navio chamado Europa que mete água por todos os lados. Anestesiados pelas vagas alterosas, aos portugueses de pouco serve ou consola o mal dos vizinhos. É que, fiéis à nossa tradição ultraconservadora de nada mudar até tudo cair putrefacto, à trágica incapacidade de nos regenerarmos por nós mesmos, mesmo na evidência da catástrofe, corremos o sério risco de sermos o primeiro lastro a ir borda fora. E assim nos afundamos enroscados como lapas aos nossos "pais". Ao pai da Revolução, do Serviço Nacional de Saúde, da Constituição, do Socialismo, e de tantas outras ressequidas vacas sagradas.
Com o diagnóstico feito há muitos anos, nem a centímetros do precipício o sistema mostra vontade de se regenerar. Se os partidos se desligaram das comunidades em detrimento da plutocracia que os alimenta, se os deputados não representam os eleitores, se o sistema semipresidencialista se revela uma manhosa irrelevância política, se a economia não gera riqueza que pague os descomunais custos do Estado, o que é que deveria ocupar as mentes brilhantes das nossas elites? A sua preocupação é a de sobreviver mais um dia e mais outro, um de cada vez, do estatuto e privilégios conquistados, que hipotecaram irremediavelmente várias gerações vindouras.
O que nos une hoje é a camarata de terceira classe do navio chamado Europa que mete água por todos os lados. Anestesiados pelas vagas alterosas, aos portugueses de pouco serve ou consola o mal dos vizinhos. É que, fiéis à nossa tradição ultraconservadora de nada mudar até tudo cair putrefacto, à trágica incapacidade de nos regenerarmos por nós mesmos, mesmo na evidência da catástrofe, corremos o sério risco de sermos o primeiro lastro a ir borda fora. E assim nos afundamos enroscados como lapas aos nossos "pais". Ao pai da Revolução, do Serviço Nacional de Saúde, da Constituição, do Socialismo, e de tantas outras ressequidas vacas sagradas.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Ingovernáveis, ontem como hoje...
Segundo um relatório de um espião da coroa britânica de serviço em Lisboa ao tempo da “questão inglesa” era nas manobras dos chefes políticos que estava a lógica dos acontecimentos, porque em Portugal “a animosidade dos partidos é mais poderosa do que o patriotismo”.
George Petre, oficio a lord Salsbury, 31.3.1890 In D. Carlos – Rui Ramos, Círculo de Leitores 2006
Cravos vermelhos
Era o delírio. Naquele dia 25 de Abril de 1828, a Rainha surgiu à população da capital, percorrendo as ruas numa carruagem aberta e acompanhada pelo filho D. Miguel. Os loucos "vivas!" aos monarcas, alternando com o foguetório e os "morras" à gente da política partidária, soavam como o trovão da tempestade que desabaria sobre um país logo invadido e mutilado pelo sopro dos ventos convenientes às grandes potências.
Era o 25 de Abril e a Rainha coberta de cravos vermelhos, sorria no dia da sua festa.
sexta-feira, 20 de abril de 2012
Há quem cace milhas e golpes de estado constitucionais
Em vez de andar a criticar o Rei de Espanha por crime algum, devemos olhar para o nosso umbigo. Os nossos chefes de estado são verdadeiros campeões de viagens com safaris à mistura, tartarugas, pescarias, festarolas, festanças, dançaricos e até agora só não deu para caçadas porque o "bardo" alegre ainda não foi eleito. Para que fique registado, Jorge Sampaio realizou 113 visitas ao estrangeiro durante os seus dez anos de mandato, menos 37 que o seu antecessor, o campeão, Mário Soares. Uma verdadeira caça às milhas e hotéis de cinco estrelas. Nestas 113 visitas e mariscadas Jorge Sampaio esteve ausente do país mais do que um ano, foram 435 dias, ainda longe do campeão que esteve ausente em comezainas perto de 500 dias!
Para ler o resto aqui.
quarta-feira, 18 de abril de 2012
O que interessa dizer sobre a "caçada" do Rei de Espanha ou como os tótós que cultivam o ódio contra as monarquias não fazem o trabalho de casa
1) Fotografia de 2006!!!!!!!
2) Viagem paga por empresários incluindo uma empresa de safaris de um magnata saudita!
3) O monarca não esteve presente como Presidente Honorário da filial espanhola do Fundo para a Conservação da Natureza (WWF).
4) Nesta caçada o Rei de Espanha não matou nenhum elefante.
5) A propaganda e o ódio contra as Monarquias continua, alegra (já agora, cumprimentos ao "bardo" dos charutos e caçadas, socialistas) e motiva a jhiad pró-república-das-bananas-abortos-chutos-e-pontapés.
sábado, 14 de abril de 2012
Os meninos à volta da fogueira
Nas últimas três décadas esvaziaram a autonomia das escolas, chafurdaram e manipularam os programas escolares com ideologia política, potenciaram a propaganda e a evangelização do "ideal" Republicano, partidarizaram as direcções escolares, ridicularizaram os professores, criaram uma instabilidade sazonal na gestão do acesso à carreira docente, criaram estatutos e mais estatutos para pais e alunos, sindicalizaram o conhecimento, elegeram a semi-deuses os meninos pós-Abril.
texto completo aqui
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1.ª República,
30 alunos por sala,
A República e o Ensino
quinta-feira, 5 de abril de 2012
É tudo um preciosismo
O senhor Soares tem chauffer e passeia, à custa dos contribuintes e da igualdade, liberdade e fraternidade que a Constituição d'Abril permite, num carrito igual ao da fotografia. Mas, basta de críticas, ser apanhado a "199" Km/h ou instalado num "S350 4 Matic" são preciosismos comparados com aquilo que é a verdadeira marca, deste senhor, na historieta da III República.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Tirem-me deste filme
O presidente desta república disse, quando interpelado sobre o fim do 13º e 14º mês, de ordenado, que não emitia opinião por estar a entrar para uma sessão de cinema a "nível particular" com a sua farste leidi. A repórter, estrábica, insistiu e o presidente discursou as mesmas palavras no mesmo tom de voz. Esta não-notícia televisiva teve o dom de despertar em mim a cobiça de saber qual o nome do filme que o chefe ia ver! Seria "Vergonha", "Compramos um Zoo" ou "o Artista"? Deixo a minha pergunta, também, aos leitores.
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tirem-me deste filme
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Notícias republicanas

1. Na Hungria, o Presidente demitiu-se após um escândalo relacionado com "copianço"- diz-se plágio - da sua tese de doutoramento.
2. Em França, surgem agora acusações dirigidas a Sarkozy. Tudo isto respeita ao terrorista Merah que segundo os habituais teóricos da conspiração, era um agente dos serviços secretos franceses e assim serviu perfeitamente os interesses eleitorais do "President miston" em exercício. Impagável.
3. O "Messiê" Vichysoise Rebelo de Sousa - o eterno candidato a não-candidato a Belém -, meteu-se numa terrível embrulhada com o Partido Socialista. Imagine-se o que aconteceria se por desastre nacional, este comentador de futebóis, viras, broas, bancos, secas e inundações, chegasse à "Suprema Magistratura"... Lá se vai "para o brejo" a tal independência dos Presidentes da coisa. Cavaco Silva, o mais ignorado líder sombra do PSD, tem feito o que se sabe, mas com "Messiê" Vichysoise, seria ainda pior. Quando o PS se convencer das vantagens da Monarquia Constitucional, basta um piparote na porta e o tal famoso edifício de "pedra e cal" desfaz-se em pó, ou melhor, num montículo de areia.
4. Em Portugal, ali para a Av. da Liberdade, a gente da embaixada da Argentina resolveu colocar uma microscópica coroazinha de flores diante do mamarracho bolivariano conhecido por "El Cabezudo". Como se esta espécie de General Tapioca avant la lettre tivesse algo a ver com a Argentina. Isto, para celebrar a clamorosa derrota na Guerra das Falkland, quando a republicana tropa fandanga da Casa Rosada, foi derrotada pela Royal Navy. Eis uma kirchenerada em plena Lisboa, atestando a "chavização" do regime da Senhora manicura de Buenos Aires. Só visto!
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terça-feira, 27 de março de 2012
Retrocesso
Há uns dias discutia com uns conhecidos umas coisas banais quando um dos convivas disse que "pelo menos a república foi um avanço"! Descobri ali o motivo para render o meu dia e parti para umas pequenas frases que deixaram os meus parceiros um bocado engasgados sem grande vontade para falar. Sim, porque a república não foi, ou é, a fase adulta da Monarquia, não é a "sequência" natural da monarquia, porque a república não foi um avanço foi um gigantesco retrocesso, porque se a república só tem como virtude trocar "o nobre pelo homem do povo", como me disseram, então, porque se exalta o "nobre povo" que se cantarola no hino? A república tornou o nosso estado numa coisa privada, uma coisa de amigos e partidos. Perdeu a sua identidade pública e sem Rei não é res pública.
sábado, 24 de março de 2012
A República é uma coisa terrivelmente francesa, mal contada, imposta...

Para abrir o apetite aqui vos deixo um excerto da entrevista de Pedro Mexia a Miguel Esteves Cardoso hoje publicada na Revista do Expresso.
(…) Pedro Mexia - Ao mesmo tempo que há essa dimensão quotidiana, também há um lado mais ideológico: a fundação Atlântica, o prefácio a um livro de Teixeira de Pascoaes e a monarquia. O prefácio ao livro de Pascoaes sobre Portugal é uma verdadeira carta de amor.
Miguel Esteves Cardoso – Portugal é um país especial, os portugueses são especiais. Há aqui qualquer coisa de muito bom, qualquer coisa que merecia ser acarinhada e guardada, a nossa maneira de ser, a nossa boa educação. (…) Já desisti há muito tempo de lutar pelos princípios. Fiz a minha tentativa, as pessoas têm o direito quando são novas, fazem jornais, fazem uma tentativa de editora, tentam mudar a cultura do país, mas a partir dos trinta, trinta e tal, pronto. Tinha princípios, como restaurar a monarquia, tinha sonhos políticos para Portugal, mas abandonei-os completamente.
Pedro Mexia – Parece haver uma ligação entre esse amor por Portugal e o ideário monárquico.
Miguel Esteves Cardoso – Há. A República é uma coisa terrivelmente francesa, mal contada, imposta.
Pedro Mexia – Como chegou à monarquia?
Miguel Esteves Cardoso – Eu nunca cheguei foi à República. Comecei pelo D. Afonso Henriques e fui por aí adiante. Eles é que fizeram a alteração, não fui eu.
Pedro Mexia – Mas do ponto de vista das convicções pessoais…
Miguel Esteves Cardoso – Conhece o D. Duarte? Uma coisa se nota, quando se fala com ele, é a maneira como se preocupa, mesmo, com toda a gente, com tudo o que faz parte de Portugal. Não há nenhuma noção de sectarismo. É uma pessoa obrigada a uma responsabilidade, recebeu esse legado e tem de tomar conta, saber as coisas. Isso é muito impressionante, não é para glória dele, é uma continuação.
Expresso Revista 24 de Março 2012
quarta-feira, 21 de março de 2012
Reis-escravos
"Aos Reis não se aplica, decididamente, o "sistema social europeu". Começam a trabalhar aos quatro ou cinco anos de idade (trabalho infantil), não têm horário laboral (a Rainha de Inglaterra dedica 16 horas diárias a actividades oficiais) nem fim-de-semana, não auferem de reforma (trabalham vitaliciamente até ao passamento), as horas de lazer confundem-se com obrigações, as deslocações ao estrangeiro são cerrada e infindável sucessão de actos protocolares.
Acresce que os Reis não têm privilégios e se os têm resumem-se apenas a privilégios onerosos, aqueles que exigem um sorriso permanente, apertos de mão a multidões, participação em actividades filantrópicas, galas, inaugurações, banquetes, paradas militares, actos religiosos, discursos. Os Reis são o que resta de uma ordem antiga onde a cultura do dever se sobrepunha à cultura dos direitos. Mais, os Reis são escrutinados do nascer do sol ao momento em que recolhem, extenuados, ao leito, não podem ir a uma praia, sentar-se num restaurante, ir a um cinema. Vivem em permanente prisão e dela só se libertam quando dormem.
Há quem os inveje. São os pobres desmiolados, comummente gente riquíssima servida por legiões de criados, com vida privada roçando o hedonismo.
Ontem, ao assistir ao triunfo do Sistema Westminster sobre essas outras "democracias" plutocráticas que fazem as delícias de tanto pateta, tanto demagogo e tanto carreirista, confirmei a superioridade moral, funcional e estética da monarquia."
Miguel Castelo Branco, in Combustões
Acresce que os Reis não têm privilégios e se os têm resumem-se apenas a privilégios onerosos, aqueles que exigem um sorriso permanente, apertos de mão a multidões, participação em actividades filantrópicas, galas, inaugurações, banquetes, paradas militares, actos religiosos, discursos. Os Reis são o que resta de uma ordem antiga onde a cultura do dever se sobrepunha à cultura dos direitos. Mais, os Reis são escrutinados do nascer do sol ao momento em que recolhem, extenuados, ao leito, não podem ir a uma praia, sentar-se num restaurante, ir a um cinema. Vivem em permanente prisão e dela só se libertam quando dormem.
Há quem os inveje. São os pobres desmiolados, comummente gente riquíssima servida por legiões de criados, com vida privada roçando o hedonismo.
Ontem, ao assistir ao triunfo do Sistema Westminster sobre essas outras "democracias" plutocráticas que fazem as delícias de tanto pateta, tanto demagogo e tanto carreirista, confirmei a superioridade moral, funcional e estética da monarquia."
Miguel Castelo Branco, in Combustões
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terça-feira, 20 de março de 2012
C' alhos
Membros de uma seita secreta controlam e observam as "secretas" do país. Querem mais palavras para definir o que é a República? Para os adeptos deste regime não há incompatibilidades dentro da cloaca...
domingo, 18 de março de 2012
Fundação Casa de Bragança recusa acesso a relatório e contas
Fundação Casa de Bragança tem um vasto património,
mas esconde as contas de 2010. Os monárquicos acham "muito estranho".
S.A.R. D. Duarte não comenta as voltas da Fundação
mas esconde as contas de 2010. Os monárquicos acham "muito estranho".
S.A.R. D. Duarte não comenta as voltas da Fundação
A Fundação da Casa de Bragança não permite o acesso às suas contas, alegando ser necessária autorização prévia da Presidência do Conselho de Ministros, O Governo estranha a atitude e remete para a instituição a prestação de contas sobre o seu vasto património imobiliário que inclui os bens pessoais do último rei de Portugal, D. Manuel II. Entre este pingue-pongue, o Expresso aguarda há duas semanas pelo acesso ao documento. "É inacreditável", diz. Augusto Ferreira do Amaral, monárquico e consultor jurídico de D. Duarte, o último duque de Bragança. "A Fundação, como entidade pública, devia ter a mesma obrigação de transparência exigida de qualquer outra pessoa colectiva", afirma ao Expresso. A verdade, porém, é que "não existe qualquer inventário de bens ou balanço publicado pela Fundação", prossegue Ferreira do Amara, que condena o facto de a gestão da instituição ser feita "em circuito fechado, sem qualquer transparência". Natália Correia Guedes, presidente da Junta da Fundação Casa de Bragança, disse ao Expresso que o "último Relatório e Contas da Fundação, referente ao exercício de 2010, foi aprovado em 31.3.2011", mas condicionou a divulgação do documento a prévia e "competente autorização da Presidência do Conselho de Ministreis", O Governo autorizou. Mesmo assim, a Fundação não cedeu ao Expresso o relatório e contas.
O clima de crispação entre a família Bragança e os administradores da Fundação ê indisfarçável. Por diversas vezes e nos últimos anos, garante Ferreira do Amaral “esteve para ser accionado um contencioso" contra os dirigentes da Fundação.
Os monárquicos apoiantes do duque de Bragança, D. Duarte, não escondem que "há matéria jurídica" para contestar a decisão de "confisco dos bens da família" em favor do Estado, decretada por Oliveira Salazar em 1933 e que deu origem à actual fundação. "D. Duarte esteve, várias vezes, para fazer sair esse contencioso", garantiu.
A tensão aumentou, nos últimos anos, quando foi abandonado o princípio - consagrado por Salazar — de que metade dos dirigentes da Fundação da Casa de Bragança fosse indicada pela família. "Essa cláusula desapareceu, nenhum membro da actual Junta da FCB tem qualquer ligação à família", diz Ferreira do Amaral. A verdade, porém, é que com a morte do último administrador, João Amaral Cabral, e a sua substituição por Marcelo Rebelo de Sousa, fica vago um lugar na direcção da Fundação da Casa de Bragança, composta por sete membros, nomeados de forma vitalícia. A necessidade de preencher o lugar, aliada à mudança da direcção para uma personalidade "inteligente e com sensibilidade" pode ajudar a "encontrar uma solução", diz o monárquico. Para já, afastou-se a possibilidade de processar a fundação e confia-se na capacidade de Marcelo Rebelo de Sousa para “estabelecer conversações com a família”.
Para Augusto Ferreira do Amaral, "pode ser negociado um plano que leve a família Bragança a ter uma presença mínima na Fundação". O fundador do PPM, Gonçalo Ribeiro Telles, espera "um gesto" de Marcelo para pacificar as relações entre os Braganças e a Fundação. Mas o gesto ainda não chegou.
Rosa Pedroso Lima – Expresso 17 de Março 2012
sábado, 17 de março de 2012
Marcelo vai ter de reconhecer a actual dinastia de Bragança
"A existência da própria Casa de Bragança é,
evidentemente, um bom ponto de partida para se iniciar um processo de restauração".
Quase a fazer 90 anos, Gonçalo Ribeiro Telles mantém firme a defesa incondicional de uma monarquia democrática.
evidentemente, um bom ponto de partida para se iniciar um processo de restauração".
Quase a fazer 90 anos, Gonçalo Ribeiro Telles mantém firme a defesa incondicional de uma monarquia democrática.
Expresso: Para os monárquicos é boa notícia ter um republicano à frente da Fundação da Casa Bragança?
GRT - Com certeza. Desde logo porque o novo presidente é um profundo conhecedor do assunto.
Exp. Não é estranho que seja logo um potencial candidato a PR o responsável pelo legado pessoal do último rei de Portugal?
GRT - O problema é dele. Foi nomeado, penso que é uma pessoa digna para assumir as funções e agora tem possibilidade de mostrar toda a sua autenticidade.
Exp. A fundação tem desempenhado bem o seu papel?
GRT: Da fundação foi criada na 11 República por Salazar. A continuidade da Casa Real passou de D. Manuel II para D. Duarte Nuno (pai do actual duque) e hoje para D. Duarte e família. Com certeza que o presidente da fundação tem isto em consideração e vai estabelecer uma ligação indispensável com a família, quer pela importância que tem para o país a dinastia de Bragança como pala a própria autenticidade da fundação.
Exp. Há queixas sobre o divórcio entre a família de Bragança e a fundação...
GRT - Nem é um divórcio! Não há qualquer ligação. A fundação funcionou como unia instituição do Estado e não se relacionou de forma alguma — como deveria ter feito — com a dinastia, que tem uma face humana.
Exp. Sendo uma instituição do Estado, a fundação deve aproximar-se da família Bragança?
GRT - Fundamental! Até pelo respeito que lodos nós devemos à família Bragança. Mesmo os republicanos! Desde o problema da independência nacional, até ao problema da liberalização da sociedade portuguesa, deve muito à dinastia de Bragança. O reconhecimento desta actual dinastia como património de todos nós é importante. Tenho a certeza absoluta de que o próximo presidente da fundação o vai fazer.
Exp. O que correu mal na relação entre a FCB e a família?
GRT - Da distância. Salazar tentou evitar um problema, afastando o mais possível a dinastia de Bragança dos portugueses,
Exp. Salazar pretendia que parte da direcção da fundação fosse indicada pela família...
GRT. Mas este não é um problema de 'pane', nem de 'metade' dos membros indicados pelo Estado ou pela família. O novo presidente vai ter de reconhecer na fundação toda a sua ligação com D. Duarte e com a Casa Real.
Exp. Os monárquicos querem que a fundação seja uma âncora para defesa dos seus ideais?
GRT - Não é a defesa dos ideais monárquicos, mas do património de Portugal Quando o povo português quiser defender os ideais monárquico; fá-lo-á de uma forma democrática. Não através de qualquer instituição.
Exp. Gostava que a fundação desse maior visibilidade à causa monárquica?
GRT - Não. Gostaria que desse mais visibilidade à Casa Real. que encarna esses ideais.
Exp. A devolução do património da fundação é um caso aberto?
GRT - Partilho a opinião de Augusto Ferreira do Amaral, que tem muito mais conhecimento jurídico do que eu.
Exp. Ou seja, que se tratou de uma espoliação de património, que deve ser devolvido à família...
GRT - Com certeza! É um processo que está em curso.
Exp. O facto de um professor de Direito estar à frente da fundação ajuda a encontrar uma solução?
GRT - Pode ajudar. Mesmo dizendo-se um republicano.
Exp. Não precisa ser monárquico?
GRT - Não, basta ser português.
Rosa Pedroso Lima – Expresso 17 de Março 2012
quinta-feira, 15 de março de 2012
Mau mau Maria
Manuel Maria Carrilho escreve no expresso um artigo que intitula de Sem Grandeza. Fala sobre a República e exercita uns adjectivos que só poderão ser seus, filosóficos. É o que eu mais aponto nos políticos; estarem longe da realidade. Esse mito do "homem" que emerge pelos votos ao "cargo" mais alto da nação tem muita falácia. Toda a prosa republicana acenta na probabilidade (bipartida, tripartida) dos partidos grandes (sem grandeza!) elegerem um dos seus para o controlo do estado. Nem um só cidadão independente chegou – ou chegará – a presidente. Dito isto, o filósofo escreveu com o único intuito de dar pau no presidente da república que anda por estes tempos com as costas quentes. Coitado, pois, de facto, numa República nunca haverá grandeza independentemente de quem esteja sentado no penico.
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terça-feira, 13 de março de 2012
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