Manuel Maria Carrilho escreve no expresso um artigo que intitula de Sem Grandeza. Fala sobre a República e exercita uns adjectivos que só poderão ser seus, filosóficos. É o que eu mais aponto nos políticos; estarem longe da realidade. Esse mito do "homem" que emerge pelos votos ao "cargo" mais alto da nação tem muita falácia. Toda a prosa republicana acenta na probabilidade (bipartida, tripartida) dos partidos grandes (sem grandeza!) elegerem um dos seus para o controlo do estado. Nem um só cidadão independente chegou – ou chegará – a presidente. Dito isto, o filósofo escreveu com o único intuito de dar pau no presidente da república que anda por estes tempos com as costas quentes. Coitado, pois, de facto, numa República nunca haverá grandeza independentemente de quem esteja sentado no penico.
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quinta-feira, 15 de março de 2012
Mau mau Maria
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quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Repúblicas (republicanos) "informais"

"... A troca de presentes entre Cavaco Silva e Barack Obama não será feita presencialmente entre os dois presidentes, durante o seu encontro no Palácio de Belém, ao final da manhã de sexta-feira, mas serão entregues por via protocolar."
Intimidade e cordialidade para quê? São duas Repúblicas, concerteza.
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