Quem como eu nasceu antes desse ano de 1974 sabe que o 25 de Abril é por estes anos um sucesso internacional em 3D. O bilhete já foi mais barato, a película já esteve em melhor estado mas com a nova tecnologia socialista as várias dimensões de Abril são um espectáculo.
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Que filme
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25 de Abril,
centenário da republica
segunda-feira, 25 de abril de 2011
Abril mágoas mil
Neste dia, 25, atiram-se foguetes, fazem-se entrevistas, dá-se largas à expressão "Anti-fascismo" (bálsamo imortal para os fãs dos amanhãs que não se calam), ouvem-se os "históricos", medalhados e por medalhar, exige-se alegria pela revolução dos cravos, exige-se compreensão pelo MFA, exige-se o "unanimismo" pelas "Conquistas" de Abril. Podem exigir, mas a minha consciência não está do lado da consciência dos heróis-escroques. Parte desses camaradas foi à revolução pela ganância de fazer outra ditadura, tal qual, ela por ela! Os camaradas que querem que levemos ao colo tiveram, cada um, a sua razão e o seu quinhão para se terem colado ao "movimento". A prova está à vista. Os camaradas, socialistas, comunistas, sociais democratas, seguiram o seu caminho, deixaram-se fotografar para a posteridade, nos dias quentes e, após o saque, estão em fuga da própria caricatura nestes dias frios. Querem ver heróis? Peçam um passo em frente de quem assuma o percurso... todo... Até hoje ninguém se moveu.
De facto, o 25 de Abril trouxe "liberdade". Liberdade para os "políticos" fazerem política. A outra liberdade tem desaparecido. Tem desaparecido a liberdade do sorriso, da esperança, de amar sem medo, sem medo de sair, de morrer, a liberdade de ser só sem ter que responder a matilhas ou a milícias correctivas. Desapareceu a liberdade de exigir valores. Também desapareceu a vergonha; essa anda livre e ao desbarato.
De facto, o 25 de Abril trouxe "liberdade". Liberdade para os "políticos" fazerem política. A outra liberdade tem desaparecido. Tem desaparecido a liberdade do sorriso, da esperança, de amar sem medo, sem medo de sair, de morrer, a liberdade de ser só sem ter que responder a matilhas ou a milícias correctivas. Desapareceu a liberdade de exigir valores. Também desapareceu a vergonha; essa anda livre e ao desbarato.
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domingo, 25 de abril de 2010
25 de Abril sempre...
Depois de num dia de Outubro, a minha filha de oito anos ter chegado da escola cheia de confusões na cabeça, e eu lhe ter explicado pacientemente que Liberdade, Igualdade e Fraternidade era um lema da sanguinária revolução francesa e não uma consequência da instauração república portuguesa, que a igualdade do cidadão perante a lei era uma conquista da constituição de 1826, quando em Portugal se funda o sufrágio popular que se manteve indirecto e se viu mais restrito após a república, que a liberdade de imprensa e de manifestação só foi profundamente ameaçada após o 5 de Outubro; foi a vez de ontem me ver na contingência lhe explicar as virtudes dos primeiros anos do Estado Novo e que a Primavera e as calças de ganga já existiam antes da revolução dos cravos. Esclareci-a sobre o 25 de Abril, e suas consequências imediatas: tomada de poder da esquerda radical e descolonização desastrosa. E que nesses tempos muita gente inocente teve que viver “às escondidas”. Por fim expliquei-lhe que a Liberdade prevaleceu apesar dos revolucionários. E que a Liberdade é o nosso mais precioso bem, e que nem sempre está onde parece ser mais evidente.
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