O Professor, licenciado, João Serra, que preside actualmente à Guimarães2012, capital europeia da cultura, amigo, instalado e ex-chefe da casa civil do ex-presidente Jorge Sampaio, vai em Peniche proferir uma conferência sobre a Republica (e que local tão simbólico para a II República)! O que nos poderá dizer este "Grande Oficial" da "Ordem da Liberdade" sobre o republicanismo? A nós nada. Sobre Republicanismo tudo. De facto, a República instalou-se pelo "republicanismo", ou seja, pelo "saber estar na República"!! É um "Grande" tema. Oportuno. As minhas orelhas já estão a ferver ainda o inflamado tema não foi proferido. Aos homens e mulheres que prezam a Liberdade de ideias e convicções, fujam. Quais camaradas, fujam. Fujam de Peniche.
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quinta-feira, 15 de setembro de 2011
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
... e vão 7
Esta mania de eleger as "maravilhas" tem tanto de patético como de pernicioso. Por um lado denota o perfil feirante das mentes proponentes das "maravilhas", por outro tem o perigo de comprimir um todo de características e conhecimento numa nota de enciclopédia. Pior, faz-nos tender a resumir numa emoção o "objecto" que vai a "votos"!! Se a democracia faz com que os políticos eleitos o sejam, muitas vezes, por minoria, esta ideia de levar a "democracia" sobre todas as coisas tem o seu quê de diurético. Mas, foi para isto que também se fez o "25 de Abril"...
Uma ideia para os senhores promotores destas eleições: elegerem as 7 mer_avilhas da coisa pública nacional-republicana.*
* Nesta altura de crise, para resfriar os custos, pode-se aproveitar, até, o logo das comezainas de garfo e faca, tem tudo a ver; falta só acrescentar uma desnudada ou um barrete.
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segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Elites
No decurso da pergunta do Miguel Castelo Branco, "Há elites em Portugal?" eu digo que há e que houve. Elites que não no campo político. Pensando bem, desde o séc. XVIII que a política só atraiu gente menor, interesseira e criou escola no Liberalismo. Olhar para as elites políticas é olhar para um ocupado espaço vazio de gente. Fora da vida política, a que interessa mas que também está sobre a alçada da gente que governa, existem elites composta por cidadãos íntegros e distantes da choldra. O nosso problema não é só a falta de gente que imponha credibilidade é a noção, martelada pela propaganda do igualitarismo, que recita ao povo a lenga-lenga dos direitos, do direito às vagas das cadeiras do poder. Depois, o povo hipnotizado pelo romance desta democracia republicana não distingue o odor do trabalho do odor do roubo. Não distingue o público do privado. Não distingue honra de pretenciosismo. Nunca vislumbraria uma elite porque para o povo esclarecido "elite" é algo que já devia ter sido esmagado numa qualquer revolução.
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Sai uma tónica para esta República
Os jornais andam pródigos em comentar as medidas e mais "medidas" que o FMI e este governo andam a fazer. A mais notória é a tónica do "fechar". Fechar "organismos", fechar escolas, fechar hospitais, fechar empresas municipais, fechar "um ciclo"... Se fecham é porque não devem estar abertas, em uso, não deviam ter aberto; são, porventura, dispensáveis. Esta é a tónica da República: abrir e fechar, à custa da despesa, porque pela despesa se "fecha e se abre"... a seguir. Tenho pena é que, estes "eleitos", não cheguem à conclusão que também devem fechar as Procuradorias, os Supremos disto e daquilo, os Governos Civis (estão já foram), as Chupadorias e toda a artilharia de presidências que se implantou nos últimos cem anos ao som dos tambores "é tudo nosso". No fundo estão a reconhecer a tónica da República e do que esta é e se tornou, uma imensa avença de interesses que borbulham nos brindes sigilosos, uma extensa promiscuidade entre Pátria, Estado e propriedade privada, entre serviço e carreirismo.
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terça-feira, 26 de abril de 2011
Que filme
Quem como eu nasceu antes desse ano de 1974 sabe que o 25 de Abril é por estes anos um sucesso internacional em 3D. O bilhete já foi mais barato, a película já esteve em melhor estado mas com a nova tecnologia socialista as várias dimensões de Abril são um espectáculo.
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segunda-feira, 25 de abril de 2011
Abril mágoas mil
Neste dia, 25, atiram-se foguetes, fazem-se entrevistas, dá-se largas à expressão "Anti-fascismo" (bálsamo imortal para os fãs dos amanhãs que não se calam), ouvem-se os "históricos", medalhados e por medalhar, exige-se alegria pela revolução dos cravos, exige-se compreensão pelo MFA, exige-se o "unanimismo" pelas "Conquistas" de Abril. Podem exigir, mas a minha consciência não está do lado da consciência dos heróis-escroques. Parte desses camaradas foi à revolução pela ganância de fazer outra ditadura, tal qual, ela por ela! Os camaradas que querem que levemos ao colo tiveram, cada um, a sua razão e o seu quinhão para se terem colado ao "movimento". A prova está à vista. Os camaradas, socialistas, comunistas, sociais democratas, seguiram o seu caminho, deixaram-se fotografar para a posteridade, nos dias quentes e, após o saque, estão em fuga da própria caricatura nestes dias frios. Querem ver heróis? Peçam um passo em frente de quem assuma o percurso... todo... Até hoje ninguém se moveu.
De facto, o 25 de Abril trouxe "liberdade". Liberdade para os "políticos" fazerem política. A outra liberdade tem desaparecido. Tem desaparecido a liberdade do sorriso, da esperança, de amar sem medo, sem medo de sair, de morrer, a liberdade de ser só sem ter que responder a matilhas ou a milícias correctivas. Desapareceu a liberdade de exigir valores. Também desapareceu a vergonha; essa anda livre e ao desbarato.
De facto, o 25 de Abril trouxe "liberdade". Liberdade para os "políticos" fazerem política. A outra liberdade tem desaparecido. Tem desaparecido a liberdade do sorriso, da esperança, de amar sem medo, sem medo de sair, de morrer, a liberdade de ser só sem ter que responder a matilhas ou a milícias correctivas. Desapareceu a liberdade de exigir valores. Também desapareceu a vergonha; essa anda livre e ao desbarato.
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sexta-feira, 15 de abril de 2011
Menoridade
O sr. Soares disse aos jornalistas que não devemos ter medo do FMI porque o seu presidente era "Socialista"! Tal como ele, tal como o desgoverno irresponsável que nos tem orientado nos últimos anos. Eu, se fosse ao sr. Dominique Strauss Kahn, ou fugia desta ideologia ou metia um processo ao sr. Soares por hipotética comparação por arrasto. Depois, o sr. Soares, disse que não estava admirado com a atitude da Finlândia, por pensar duas vezes se nos quer apoiar na ajuda externa, porque esta era governada pela "extrema-direita". Esta demagogia bacoca e demagógica tem em si todo o conteúdo de menoridade moral e mental que nos têm impingido desde 1974.
Existem muitos Pilatos que se escondem atrás das ideologias para tudo obterem e a tudo se escusarem, à custa da simpatia clubista. Os portugueses não têm apenas uma crise económica às costas, bem vergadas, têm um caixão-sombra de complexos e mentiras nos miolos que os travam de serem livres. O Socialismo Abrilista, mais revolucionário menos revolucionário, mais à direita mais à esquerda, tornou Portugal num estado-parcial, num estado-patrão (muito mais patrão/promíscuo que o da I e II República), num estado-subserviente, num estado-corrupto, num estado-subsidiário, num estado-do-Partido, num estado-cobrador, num estado-Menor. Menor. Gigante, desporcionado, tão menor. E agora vem o FMI (do "Socialista") pedir para crescermos... ...
Existem muitos Pilatos que se escondem atrás das ideologias para tudo obterem e a tudo se escusarem, à custa da simpatia clubista. Os portugueses não têm apenas uma crise económica às costas, bem vergadas, têm um caixão-sombra de complexos e mentiras nos miolos que os travam de serem livres. O Socialismo Abrilista, mais revolucionário menos revolucionário, mais à direita mais à esquerda, tornou Portugal num estado-parcial, num estado-patrão (muito mais patrão/promíscuo que o da I e II República), num estado-subserviente, num estado-corrupto, num estado-subsidiário, num estado-do-Partido, num estado-cobrador, num estado-Menor. Menor. Gigante, desporcionado, tão menor. E agora vem o FMI (do "Socialista") pedir para crescermos... ...
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quinta-feira, 24 de março de 2011
Hoje, nos Paços do Concelho
É às 18h, nos Paços do Concelho, que se realiza mais um colóquio patrocinado pela Fundação Mário Soares, sendo que hoje o tema é especificamente A República e os Monárquicos.Seria bom que os monárquicos de hoje marcassem presença, com emblemas e tudo.
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sábado, 22 de janeiro de 2011
A conta

O montante global para pagar as despesas destas eleições presidenciais deve chegar a 11,3 milhões de euros. Este dinheiro sairá do orçamento do estado, parte para o pagamento de compra de direitos de transmissão nas TV's e rádios e outra parte para as contas dos candidatos afim de pagarem a propaganda (conta que também é aforrada por donativos de amigos que acreditam piamente que eles são a cara do país). Se os candidatos ao emprego de presidente da república não podem configurar candidaturas colectivas e se o emprego a que se perfilam emerge de uma consciência de independência e imparcialidade face ao sistema porque razão é que os cidadãos devem pagar as aventuras dos proponentes? Já sei o que estão a pensar! Que a "democracia" tem custos! Mas para mim o argumento constitucional é uma falácia. Se ao invés de 6 houvessem 300 candidatos a conta seria bonita e rapada à migalha para cada um. A República é isto. Um regime que promove a partidocracia, com dinheiros públicos, em toda a hierarquia do estado, a escalada de inúteis que se apropriam dos dinheiros públicos e a sombra das ideologias no contexto pátrio que devia primar pela isenção e comunhão. Desta ocidental praia lusitana ninguém parece importar-se com este regime em decomposição. Dizem-nos que a constituição é para cumprir. Eu digo mais, é para açambarcar.
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Eleições presidenciais
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
Olha a campanha de "todos os portugueses"
A ideia de uma "República" é uma coisa gira!! Eu próprio já vivi numa república de estudantes em Lisboa e era um local baril. A ideia de qualquer português poder ser o chefe do Estado é coisa que na república muito se apregoa e que serve de mote maior para criticar a monarquia; qualquer ser humano pode ser Presidente, desde que maior de 45 anos, dizem. Depois só tem que jurar a "constituição" que foi feita a pensar em "todos os portugueses". Mas se eles são isentos, independentes, imparciais no modo e no trato o que é que fazem ministros, secretários, adjuntos, autarcas, técnicos das juntas e políticos de inúmeros partidos envolvidos nas campanhas?
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Povo que lavas no esgoto
terça-feira, 30 de novembro de 2010
A legitimidade da república
Nunca é demais falar.
Adenda: A "discussão" no fórum já começou e alastrou-se rápidamente. Felizmente falar de Monarquia começa a incomodar muita gente.
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referendo
sábado, 6 de novembro de 2010
Repúblicas amigas
quarta-feira, 27 de outubro de 2010
E continua a sondagem no Aventar...
Um blog onde a esmagadora maioria dos participantes - quem escreve e quem lê - é da esquerda. Ora vejam os resultados às 14.03H de hoje:
- Duarte Pio (50%, 555 Votes)
- Não voto (30%, 327 Votes)
- Fernando Nobre (7%, 82 Votes)
- Candidato Vieira (6%, 66 Votes)
- Cavaco Silva (3%, 33 Votes)
- Manuel Alegre (1%, 14 Votes)
- Em branco (1%, 12 Votes)
- António Pedro Ribeiro (0%, 4 Votes)
- José Pinto-Coelho (0%, 3 Votes)
- Francisco Lopes (0%, 3 Votes)
- Defensor Moura (2%, 1 Votes)
Total Voters: 1.105
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terça-feira, 26 de outubro de 2010
"A multidão que acorreu ao funeral"
"(...) Três anos depois, porém, já estava nas tanoarias do Paço do Bispo, em Lisboa, onde foi aprendiz de tanoeiro. Ali ficou até aos 14 anos - aos 13, correu para ver passar o cortejo fúnebre de D. Carlos e do príncipe Luís Filipe, assassinados no Terreiro do Paço, e quase morreu esmagado pela multidão que acorreu ao funeral."
Mais uma vez se prova, até em documentos biográficos, que o povo ocorreu massivamente a despedir-se do seu Rei e que o espírito regicida-genocida republicano não colhia adeptos senão na escumalha que arruaçava o país.
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obscura fibra

Poder podia... mas não era a mesma coisa...
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segunda-feira, 27 de setembro de 2010
Um artigo de opinião no entulho da propaganda republicana
"O republicanismo português e o bolchevismo russo partilham por sua vez com o nazismo alemão outra interessante, e inquietante, característica: a radical alteração - nas cores e nos elementos que as compõem - das respectivas bandeiras nacionais. Porém, a cruz suástica em fundo vermelho, e a foice e o martelo em fundo vermelho, bem como os regimes que simbolizavam, já foram "arriados", respectivamente em 1945 e em 1991. Por cá, a esfera armilar em fundo vermelho e verde da bandeira imposta pelo Grande Oriente Lusitano, pela Carbonária e pelo Partido Republicano Português continua a dominar. Por outras palavras, Adolf Hitler e Vladimir Lenine (e José Estaline) já foram derrotados mas Afonso Costa (e António de Oliveira Salazar) continua(m) a vencer."
Ler aqui, antes que seja retirado da web!!.
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O paralelismo do lixo.
Jaime Gama vem dizer, a propósito das Comemorações do Centenário que “quem gosta de recorrer ao paralelismo histórico, em regra, ou é um péssimo historiador ou um péssimo político sobre o presente. Portanto, devemos estudar objectivamente, com gosto de aprender, não com arrogância de opinar”. Mas, caro senhor Presidente da Assembleia da República, não são os historiadores melhores ou piores por recorrer ao paralelismo. Os historiadores só são maus historiadores se inventarem o Passado, não se se limitarem a narrá-lo. Por outro lado, maus são os políticos que, não conhecendo (ou, pior, conhecendo) o Passado, o repetem numa sucessão de asneiras e erros de palmatória. De resto, os políticos da república sempre foram maus. Lixo. Em 1910, como hoje. É um paralelismo inevitável, Doutor Jaime Gama.
Em cima, diálogo entre Azedo Gnecco, operário socialista e o jornalista João Paulo Freire em Março de 1910, em FREIRE, João Paulo - Homens do meu tempo. Porto: Livraria Civilisação, [1924], pp. 80-81.
Um dos nossos "pais" falou
e disse que não é "sensato" mexer no calhamaço (Constituição), muito menos sem lhe pedirem autorização (a ele aos outros socialistas "históricos"). Ele, que é "pai" desse papel propício para limpar traseiros, não aceita muitas alterações pois – vamos a ver – pode alterar a conduta ideológica; a deles, os "pais " da república... Sabem porque é que o povo não liga nada à Constituição? Porque quase ninguém a leu! Senão cantavam: ... afasta de mim esse cálice pai....
sábado, 25 de setembro de 2010
A frustração paga-se cara


Vários jornais portugueses focam como notícia de primeira página o facto da Casa Real Inglesa ter solicitado (em 2004) um "subsídio" para comparticipar os gastos de energia nos palácios reais (4, salvo erro). O que está em causa, na verdade, é o acesso e a elegibilidade ao subsídio. Os comentários dos leitores portugueses (nos nossos jornais, claro) são elucidativos da qualidade e objectividade das suas mentes (concerteza nem leram direito os artigos). Lê-se de tudo: que os monarcas são uns chulos, porcos, opressores, possuidores de manias, calcadores do povo oprimido. O que estes críticos não sabem é que desde 2006 a gestão financeira dos palácios reais já não é da responsabilidade da Rainha mas sim do governo que estiver eleito. Por cá, tudo é arremesso e pedra fácil para com a ideia de Monarquia. Sem umbigo para olhar, certo moderno povo republicano, à beira de celebrar o centenário que merece, esquece-se dos nossos "palácios" públicos-(privados) e de quem paga a electricidade, gás e demais reposteiros. O grau de ressabiamento que certa massa crítica atinge é proporcional ao seu grau de inveja – e de inteligência –, não tenho dúvidas. Há cérebros que não querem pagar os luxos dos Reis mas aceitam bem pagar os luxos dos Presidentes. Como me dizia ontem um amigo, mais grave do que a crise a frustração vai-se pagar cara!
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