Não é tanto pela propaganda a que, de resto, já nos habituou a Comissão dos Centenários, fazendo circular pelo país uma exposição pedagógica que se intitula Viva a República (!) O pior são os erros gramaticais e históricos desta agenda, distribuída pelas escolas do município de Cinfães. Afinal de contas, há 100 anos que o regime anda a catequizar o país. Na Primeira República, serviu a cartilha jacobina francesa, na Segunda o catecismo nacionalista bacoco e, hoje, na Terceira República, as Novas Oportunidades do socialismo. E assim se subsidia a deseducação. A ler, aqui.
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quarta-feira, 9 de março de 2011
terça-feira, 2 de junho de 2009
Éticas
A Ética Republicana
Zapatero usa el Falcon para ir a un Mitin en Coimbra
A Ética Monárquica
La Reina viaja a Londres en «low cost»
Zapatero usa el Falcon para ir a un Mitin en Coimbra
A Ética Monárquica
La Reina viaja a Londres en «low cost»
Via A Arte da Fuga
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quarta-feira, 8 de abril de 2009
O guarda republicano prossegue o ardina

(Caricatura publicada nã revista humorística “Papagaio Real”, em 1914)
O ardina foi uma inesperada vítima da república. Nisso distingue-se de outras classes de vítimas, cujo sacrifício fora antecipadamente anunciado. Alguma violência era já de esperar e estava programada muito antes da implantação do regime. Se alguns visionários do calibre de Eça de Queirós previram com décadas de antecedência o carácter turbulento e sanguinário da república portuguesa, qualquer observador da propaganda republicana, por pouco arguto que fosse, poderia prever que a extinção da monarquia traria consigo a perseguição aos institutos religiosos, a demissão do corpo diplomático, de oficiais do exército e dos servidores da Casa Real, a humilhação e expulsão dos jesuítas, etc. Mas nem os mais argutos prognósticos previram que a república, depois de proclamada, viria a criar tão conflituosas relações como as que criou com todos os agentes da imprensa, desde os orgulhosos directores de jornais até aos mais desprotegidos vendedores de rua. Leia o resto aqui»»»
domingo, 8 de fevereiro de 2009
A República do Medo
O assaz elevado número de comentários anónimos que se verifica neste espaço de intervenção é uma excelente prova daquilo que Edmundo Pedro afirmou esta semana:
"EXISTE MEDO na Sociedade Portuguesa"
Eu só discordo de uma coisa.
O MEDO existe, mas não em toda a Sociedade Portuguesa, ele está apenas particularmente disseminado na República Portuguesa.
Aqui, neste pequeno espaço respira-se liberdade e coragem por parte de um grupo de Lusitanos Monárquicos que assinam com o seu verdadeiro nome aquilo que escrevem.
Por isso aconselho a Edmundo Pedro, velho no BI, mas jovem no espírito, que venha até aqui e respire a libedade que aqui se vive. Ainda está a tempo de mudar!
Do outro lado e com uma? honrosa excepção, existe o medo. O medo de dar a cara e defender o que escreve.
O MEDO está tão entranhado nos republicanos, que até quando tecem loas à senhora, assinam como anónimos. Sim porque eu, e acho que o João Távora, o Carlos Bobone, os manos Castelo-Branco e todos os outros que aqui escrevem, temos mais uma coisa em comum para além dos ideais monárquicos - Não sabemos andar ao murro, nem à traulitada, aliás, nem sequer temos jeito, nem paciência nem disposição para tal republicana maneira de se estar na vida.
Por isso os republicanos não recorrem ao anonimato por terem receio de nós, eles vivem em permanente estado de medo!
Desejo a todos os anónimos republicanos, que algum dia consigam viver, tal como nós, sem MEDO.
Eu só discordo de uma coisa.
O MEDO existe, mas não em toda a Sociedade Portuguesa, ele está apenas particularmente disseminado na República Portuguesa.
Aqui, neste pequeno espaço respira-se liberdade e coragem por parte de um grupo de Lusitanos Monárquicos que assinam com o seu verdadeiro nome aquilo que escrevem.
Por isso aconselho a Edmundo Pedro, velho no BI, mas jovem no espírito, que venha até aqui e respire a libedade que aqui se vive. Ainda está a tempo de mudar!
Do outro lado e com uma? honrosa excepção, existe o medo. O medo de dar a cara e defender o que escreve.
O MEDO está tão entranhado nos republicanos, que até quando tecem loas à senhora, assinam como anónimos. Sim porque eu, e acho que o João Távora, o Carlos Bobone, os manos Castelo-Branco e todos os outros que aqui escrevem, temos mais uma coisa em comum para além dos ideais monárquicos - Não sabemos andar ao murro, nem à traulitada, aliás, nem sequer temos jeito, nem paciência nem disposição para tal republicana maneira de se estar na vida.
Por isso os republicanos não recorrem ao anonimato por terem receio de nós, eles vivem em permanente estado de medo!
Desejo a todos os anónimos republicanos, que algum dia consigam viver, tal como nós, sem MEDO.
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Cultura Republicana
terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
A república efectivamente melhorou a vida de muita gente
Referindo-se ao caso dos pagamentos que foram feitos ao advogado que a autarca contratou quando fugiu para o Brasil, o parecer deixa claro que em circunstância alguma tais despesas poderiam ter sido consideradas. "O arguido que se ausenta para o estrangeiro foge à justiça do seu país. O seu comportamento já não está relacionado com a condição de autarca, actuando completamente fora do exercício de funções." No processo do "saco azul" Fátima Felgueiras foi condenada a uma pena (suspensa) de três anos e três meses, mas o caso está em recurso, estando agora a ser julgada pelos financiamentos ao futebol.
Cem anos separam estas duas imagens: o busto da república, a coragem da mulher que se ofereceu para servir de modelo à representação fisica de um ideal em 1910 e as filhas desse exemplo que hoje tanta coragem demonstram a cuidar da sua própria vidinha.

Dificilmente podemos deixar de concluir que algo correu muito mal nestes últimos 100 anos, não foi só o ideal que esmoreceu. Melhor medida da evolução recente de Portugal, seria difícil: se a primeira mulher arriscou a exclusão social para mostrar um pouco do busto para a estatueta, a segunda não se importa nada de mostrar o pouco do busto e muito mais para ter mais um carrinho ou casinha à beira mar à conta do contribuinte e da degradação moral e ética de toda a classe política.
Se Portugal fosse um País desenvolvido ou "europeu" (como muitos pseudo-intelectuais gostam de afirmar), esta senhora estaria numa fábrica atrás de uma máquina de coser sapatos ou roupa, a fazer algo de útil para o resto da sociedade. Independente, capaz e produtiva como o ideal republicano pressupõe. Mas não: corrupta, dependente, promíscua e incapaz de sobreviver pelas suas capacidades. Tal parasita que apenas sobrevive se o hospedeiro viver, assim marcha uma classe politica ao som de uma canção dedicada a D. Miguel, mas com o qual se recusam associar ou sequer respeitar. Enquanto o padrão for mau, e o exemplo dos governantes a resvalar o crime, fácil será o trabalho e a responsabilidade de todos... pois é quase nulo.
Efectivamente entre os Reis e os Presidentes vai uma grande fronteira. Até um cego a vê!
bem haja
Cem anos separam estas duas imagens: o busto da república, a coragem da mulher que se ofereceu para servir de modelo à representação fisica de um ideal em 1910 e as filhas desse exemplo que hoje tanta coragem demonstram a cuidar da sua própria vidinha.

Dificilmente podemos deixar de concluir que algo correu muito mal nestes últimos 100 anos, não foi só o ideal que esmoreceu. Melhor medida da evolução recente de Portugal, seria difícil: se a primeira mulher arriscou a exclusão social para mostrar um pouco do busto para a estatueta, a segunda não se importa nada de mostrar o pouco do busto e muito mais para ter mais um carrinho ou casinha à beira mar à conta do contribuinte e da degradação moral e ética de toda a classe política.
Se Portugal fosse um País desenvolvido ou "europeu" (como muitos pseudo-intelectuais gostam de afirmar), esta senhora estaria numa fábrica atrás de uma máquina de coser sapatos ou roupa, a fazer algo de útil para o resto da sociedade. Independente, capaz e produtiva como o ideal republicano pressupõe. Mas não: corrupta, dependente, promíscua e incapaz de sobreviver pelas suas capacidades. Tal parasita que apenas sobrevive se o hospedeiro viver, assim marcha uma classe politica ao som de uma canção dedicada a D. Miguel, mas com o qual se recusam associar ou sequer respeitar. Enquanto o padrão for mau, e o exemplo dos governantes a resvalar o crime, fácil será o trabalho e a responsabilidade de todos... pois é quase nulo.
Efectivamente entre os Reis e os Presidentes vai uma grande fronteira. Até um cego a vê!
bem haja
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O que celebramos?
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
História, Memória e Património
"Um país sem passado é um país sem futuro"
A memória de uma nação é o melhor alicerce para o seu futuro. Negar a história é promover a longo prazo a negação do país. Esquecer o passado é fazer com que no futuro todo o país não tenha amor-próprio e se sinta perdido, sem coragem, sem chama e sem força para preparar o futuro.
Portugal caminha, se é que já lá não chegou, a este estado de torpor. Mas se ainda não chegamos, para lá caminhamos a rápidos passos largos.
Em conversa com uma descendente de um grande político republicano, fiquei a saber, com choque e espanto que todo o seu espólio doado ao Município de que foi, durante largos anos, presidente foi pura e simplesmente "perdido".
Neste preciso momento a fábrica Bordalo Pinheiro das Caldas da Rainha está em processo de falência. Um jornal afirmou que os moldes das peças de cerâmica feitos pelo próprio Rafael Bordalo Pinheiro ainda existem no armazém da fábrica. Como é usual, ninguém no alegado ministério da cultura deve estar preocupado com isso.
Cito estes dois exemplos “republicanos”, como poderia citar o estado do Convento de Cristo, da Igreja de São Vicente de Fora ou da Catedral de Silves, porque para mim a historia é história, quer se goste do que ela representa ou não. O património histórico tem de ser preservado independentemente do que possamos pensar ou opinar sobre o seu significado.
Enquanto o património se perde ou se degrada o governo pensa em comemorar a republica a gastar milhões num terminal de contentores em benefício exclusivo de uma empresa e num mal explicado novo museu dos coches, sem no entanto cuidar do restauro dos próprios coches, nem sequer dos fabulosos picadeiros reais onde actualmente se encontram.
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