terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Aos meus Amigos

Nuno Castelo Branco,
Daniel Nunes Mateus,
Nuno Rezende,
João Amorim,
e outros mais:
Longe de mim a intenção da mensagem patriarcal (Nuno, João, conhecemo-nos o suficiente, que diabo!). Somente já não vou acompanhando o blogue com a frequência de outros tempos. Eu, mais velho uns anos.
Por isso, e por o compromisso que assumi, vai aí um grande abraço.
Não é desculpa minha. Mas deve ter algum valor: não tenho escrito porque não sei escrever. Isto é: a Cabra já se calou. Ora, que acrescentar além de uma realidade - já arrebanhada pelo pastor, ordeira e sossegada?
A malandragem esgotou a massa. Não dá nem para os foguetes. Comemos toda a pobre mioleira da tropa do "Almanaque". Para eles, coisos-públicos, o tema agora é a crise financeira. O desemprego, outros dramas.
Temos outros blogues... O verbo não é assim tão extenso...
A minha solidariedade, acima de tudo.
A merda da República é que, tão institucionalmente calada, não me dá tema. Só por causa da minha parca imaginação.
Um abraço, amigos de sempre.
JAM

38 comentários:

João Amorim disse...

caro João Afonso

Foi um previlégio poder colaborar neste blogge consigo e com muitos outros. Como diz, a despedida é curta pois continuamos a um teclado de conversa. O tema, esse, é coisa durida, custa.
Até breve ou até já

Anónimo disse...

Boa saída. Apoiado.Não escreve mesmo nada de jeito.

APC disse...

Já começava a fartar

João Távora disse...

Caro João:

Eu por mim teria utilizado o email para comunicar e debater com os colegas de blogue uma estratégia para o CR.

Abraço,

João Afonso Machado disse...

Caros João Távora e João Amorim: Decerto exprimi-me mal. Não se trata de uma despedida.
Somente, já cá não venho com a assiduidade, pelas apontadas razões.
E pretendo transmitir a minha admiração e solidariedade aos que aqui se mantém, sempre dedicadamente.
Por isso, pode a Sra. Anónima rejubilar porque manterá a possibilidade de, cobardemente, continuar a, aqui e por toda a parte, nada mais fazer além de desfazer.
Um abraço, Amigos

Anónimo disse...

Caro Senhor, perdão, mas só pode estar a referir-se ao único anónimo que comentou. O meu nome é João Ramalho e só não o coloquei porque não sei como fazê-lo de forma a ficar como por exemplo o nome do primeiro comentador.
Se não gosta da minha opinião, lamento, mas é a minha opinião.

Homessa!

João Afonso Machado disse...

Sr. Anónimo:
Como deve calcular a sua opinião não me interessa absolutamente nada.
Como esta minha também não lhe deve interessar - a favor ou contra, podia ao menos escrever algo de jeito.

Anónimo disse...

Caro Senhor,

V. Ex.ª para além dos comentários perdidos que tem feito em alguns blogues,expondo-se de tal forma vulgar,só merece mais uma vez o meu «homessa». Talvez a Causa devesse considerar limpar certo fraseado seu, seguido por pessoas, que não se cansam de rir, inclusive com as suas vidências.
Componha-se ou recomponha-se. Não envergonhe.
Temos em si um sucedâneo de Cavaco,direi, se bem que esse parece ter acertado nas suas (in)existentes análises governativas.

Lamentavelmente, em vez de se retratar, insiste em má postura, arredia, concerteza, da dignidade de um autêntico cavalheiro. Atentando melhor, nem ao comentário do Sr. João Távora V. Ex.ª escapou.
Com os melhores cumprimentos,

João Ramalho

João Afonso Machado disse...
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João Afonso Machado disse...

Sr Anónimo:

Antes que pense que este diálogo prosseguirá venho apenas - por uma última vez - manifestar a minha perplexidade:
Um cavalheiro que dá lições sobre postura, descompõe-se e acaba por, entre o mais, referir as inexistentes mas certeiras análise de Cavaco.
Inexistentes, mas certeiras! Homessa!

Quanto ao mais, muito folgo se divirtam com os meus comentários. Manifestem-no na altura própria. Ou então, não seja masoquista - não perca tempo a seguir tão dispensáveis intervenções, como as minhas.
Recomponha-se, não envergonhe os cavalheiros que refere. Seja vidente - eles podem rir-se de si.

Anónimo disse...

Também não estou interessado em persistir na inglória tarefa de fazê-lo entender o que seja. Não será, todavia, dispiciendo, manifestar-lhe que, como dizia Virgílio Ferreira, escreva o mais intensamente que puder, mas faça-o o mais calmamente possível. No caso, depois de entender o que lhe foi dito. Concedo-lhe, porém, a oportunidade da possibilidade: V. Ex.ª está inconsciente do espectáculo em que se colocou. Não atingiu a comparação,porque não sai do vale. Não pode chegar ao cume da montanha.

Com os melhores cumprimentos,

João do Valle Ramalho

Zé Povinho disse...

Isto é que práqui uma discussão, hem!

CLAUDIA disse...

Joao,vou pedir á papai noel para dar uma capa pra você à dartagnan e um par de botas altas. Voce já tem luvas memo.

Susana Paiva disse...

Sou uma leitora deste blogue quase desde o início. Não percebo esta polémica levantada sobre este colaborador que tem feito boas transcrições de textos importantes para o assunto da causa Real e onde tenho aprendido muitas coisas que não sabia. Gosto bastante dos textos e muitos não conhecia. Espero que continue pois está a fazer um bom trabalho que eu muito
aprecio.
Temos que nos unir e apoiar quem faz um bom trabalho para que a monarquia seja uma realidade
Viva Portugal.Viva a Monarquia e o meu apoio ao Sr. Afonso Machado.
Susana Paiva

Anónimo disse...

Boa! Esse anónimo que diz que tem nome mas não sabe escrever calou-se de vez. que vá chatear o Almanaque. E de caminho não aldrabe, porque soube clicar no anónimo.


M. Figueira

Francisco RB disse...

Caro amigo, ainda bem que fica, tenho andado afastado um pouco do CR, mas pelos seus posts vale sempre a pena voltar.
Para além disso tenho acompanhado este assunto e fiquei curioso em saber quem era o anónimo em causa, é que a pessoa "João do Valle Ramalho" é um nome inventado, parece que até seria estranho saber escrever um post, sem saber como colocar o nome!
No fundo os/as anónimos/as são assim, são muito imprevisíveis e t~em claramente multipla personalidade...

João Afonso Machado disse...

Caro Amigo Francisco:
Seja bem-vindo! E, realmente, confirma, aquilo que eu já tinha por certo (cá fiz as minhas averiguações). É um anónimo, com um nome ficcionado.
Mais um Pedro Betencourt ou um Franklin Soares, lembra-se?...
Um abraço e um Santo Natal, para si e para os seus.

Anónimo disse...
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Anónimo disse...

Francisco RB, num país onde tanta gente tem nomes iguais, como é que chega à sua conclusão? Um bocadinho forçada a sua intervenção, convenhamos, meu amigo.

Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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João Afonso Machado disse...

Eu tinha a certeza que eras o cobarde ZÉ POVINHO que andou no 31 a insultar-me.
Armamos-te a ratoeira e caiste!

Vá lá, conta as fotos que lá publicaste e toda a linguagem que usaste sbre lambe-cus.

Grande cobarde!

E dizias ser de um tal e tal mas que não te expunhas - por isso o nick Zé Povinho.

Homem de caracter, sem dúvida, anónimo Ramalho. Foste tratado como mereceste e continuas a merecer.

E no fim ainda vieste pedir desculpa, dizendo que foi o teu filho que utilizou o computador sem autorização - quando te ameacei com uma queixa-crime.

João Afonso Machado disse...

E para que haja análise imparcial, convido os leitores a consultarem INTEGRALMENTE o post mais comentado no 31 da Armada.

Quando à cobardemente prosa aqui trazida, vai por isso toda apagada.

Anónimo disse...
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Anónimo disse...
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Marquesa de Carabás disse...

Eu assisti a esta conversa no 31 da armada. Começou com uma provocação de um tal Zé Povinho, nunca identificado,dirigidas à pessoa e à família do João Afonso Machado. Eram provocações humilhantes e de uma grande baixeza de linguagem a que o João Afonso foi respondendo, defendendo-se. No dia seguinte, as provocações contínuaram, sem motivo e,nouro post, culminando na apresentação pública de uma fotografia do próprio, em clara violação do direito de privacidade, juntamente com outras indecorosas. Seguiu-se um pedido de desculpas na sequência da reação normal do João Afonso, que seria a apresentação da respectiva queixa crime.
As desculpas, apresentadas foram de que tudo isto teria sido feito por um filho, que abusivamente teria pegado no computador. Está no 31 da armada e pode ser visto. Tal como eu, vários leitores assistiram e manifestaram a sua indignação. Esse foi um dos motivos, juntamente com outros, presumo, para que hoje, o 31 da armada tenha comentários moderados.
A liberdade é linda mas tem limites.
Aproveito para desejar a todos os um feliz natal



Marquesa de Carabás

Francisco RB disse...

De facto também eu assisti ao comportamento desse dito "Zé", que se comprova ser o anónimo Ramalho (ou também outros, quem sabe), foi de uma baixeza tal pessoa que nem merece comentários.
Também acho como a Marquesa, que todos devem ter um Santo Natal, mas não posso deixar de expressar que o Zé, Ramalho ou outro que seja o seu nome devia ser punido, e que a queixa crime deveria seguir directamente para os órgãos competentes, até porque hoje já sabemos quem ele é...

Anónimo disse...

Mas que se passa aqui com tantas mensagens apagadas e só com as respostas e defesas? Este blogue identifica-se com este tipo de coisas? Se calhar deviam fazer o mesmo aos comentarios deste «Senhor», quando ele ofende outros. Digam-nos as datas do 31 da Armada para podermos ir ver, agora que não me identifico com monarquicos destes não. Se está tão ofendido porque não os processa? Que linguagem, nunca antes vista, do pior, com uma mulher a defender isso?!Isto afinal é o quê? Que indignação.

Anónimo disse...

Francisco RB, completamente de acordo deixe as entidades tomar conta do assunto e devem também investigar o que o seu amigo escreve.

Anónimo disse...

Fui ver ao 31. Nada como beber na fonte. Ora, se o tal Zé Povinho tem dois LL no nome, deve seguir-se o caminho adequado. É que não tem desculpa para enxovalhar não só a pessoa mas toda a sua família.
Com dois LL no nome!


M. Figueira

Susana Paiva disse...

Ex.mo Anónimo:
Uma "mulher" não. Uma SENHORA, sff.
Haja modos!

Anónimo disse...

Peço desculpa, minha Senhora,modos é o que se discute aqui, não há defesa para quem usa linguagem que indigna.

Marquesa de Carabás disse...

Francisco:

Concordo consigo. Aproveito também para lhe desejar a si um Santo e Feliz Natal.



Marquesa de Carabás

Réspublica disse...

Ora,caro amigo, acabei de verificar que anda por aqui outra vez o outro, o do 31, aquele cobardolas que sabe injuriar pessoas sérias, mas que foge quando se apercebe das consequências dos seus actos.
Acho bem entreguem-se os mails e comentários dos Zés e afins ao MP, vamos ver quem eles são, é que é fácil saber quem é o proprietário dos IPs e afins que praticam tais actos!
Post Scriptum: tomariam alguns anónimos/as terem a dignidade do amigo João Afonso e o respeito pelas instituições monárquicas.

João Afonso Machado disse...

Obrigado, caro Amigo Respública por ter vindo até aqui. V. que presenciou toda aquela história de uma tarde inteira e os termos usados, as fotos postas, a perseguição constante...

Pode ser que desta vez surja novamente o pai, a dizer que l filho usou o computador sem licença...

Entretanto, pelo sim, pelo não, vamos procurar alguma morada, se o nome do Ze Povinho foi finalmente revelado.

Um abraço e Bom Natal!

Anónimo disse...

Vamos então aguardar e ver tudo. Será muito interessante.

Nuno de. S. Coutinho disse...

Ex.mos Srs. Amistradores da Plaraforma Centenário da República:

O caso patetnteado neste +pst não tem precedentes neste blog, que sempre foi um blog de troca de ideias, apenas, mesmo com partidários da República.
Aparentente, um claborador, João Afonso Machado (JAM) comunicou aquilo com entendido como a sua despedida. Um anónimo - para quê? - aproveitou para se congratulat com a dita saída. Desfeito o equívoco, percebe-se que esse anónimo (ou João Ramalho / João do Valle Ramalho / anónimo outra vez) trazia contra JAM ressentimentos de trás.
Não pude ler os comentários entretanto apagados. Mas, seguindo o repto de JAM fui ao 31 de Armada ler o post de onde teriam sido retirados os ditos comentários.
Creio ter ficado esclarecido!
Entre JAM, devidamente identificado e com referências blog, e um tal ZÉ POVINHO (ZP) desenvolve-se um diálogo nos mais baixos termos de urbanidade, para não dizer em permanente insulto.
Sucede que a situação é despoletada por ZP. Que, nunca abandonando o anonimato, injuria não apenas JAM mas também a sua familia, que localiza e identifica.
Os crimes de ofensa à memória dos mortos e de violação do direito à privacidade são notórios, até porque num post de outro dia a provocação continua.
ZP utiliza sempre a mais ordinária linguagem, não se percebendo como agora indignadamente acusa JAM do mesmo.
E, mais estranho do que tudo, este lamentável episódio termina com o pretenso pai a pedir desculpa a JAM pelo atrevimento do filho que sem liçença usou o seu computador...

Ao ler os comentários que ficam para trás, efectivamente apercebemo-nos de alguma falta de lucidez do anónimo que, oxalá, seja explicável pela sua tenra idade. De outro modo, as cauas são graves e não remediaveis...

Claro que tudo poderá ficar esclarecido se o anónimo aqui declarar ter sido o ZP do 31 de Armada. Mas porque não o fez ainda?

Como membro da Causa Real, sinto grande desgosto com esta situação. Ao menos, o anónimo que a despoletou podia ter a percepção de que a linguagem, a forma de intervenção no 31A nada tem a ver com o CR. Mas não foi capaz.

Em minha opinião, doravante, há que moderar os comentários, sobretudo anónimos. Porque não basta falar em honra - é também preciso assumir publicamente e não esconder atrás do anonimato.

Faço votos de que este meu comentário não tenha caído em saco roto.
Com os meus cumprimentos monárquicos,

N. S. C.

João Afonso Machado disse...

Prezado Nuno S. Coutinho:
Só hoje li a sua intervenção que aprovo plenamente.
Entretanto, devo informá-lo que graças à ajuda do nosso Amigo Francisco e das suas ligações «judiciárias», foi já possivel apurar algo sobre o autor do comentário inicial e os subsequentes, todos visando o mesmo alvo, claramente.
Julgo que tem algo a ver com localização de IP's, mas não me peça pormenores, que não sei. E, para o caso, não interessam.
Em suma, tudo indica, os comentários foram efectuados a partir do sul do País. Mas a «máquina» estará registada num país da UE.
Mais explicaram que, não se tratando de França (devido aos mitos portugueses lá residentes), será de menor dificuldade localizar o computador e o seu dono, a partir de embaixadas e consulados, e tratando-se de pessoas com a sua situação devidamente legalizada no país onde se encontrarem.
Estamos dispostos a ir até ao fim da investigação. Não custa nada e previne situações futuras.

Os meus cumprimentos, para si e para sua Família, e os votos de excelente Natal
João Afonso Machado