terça-feira, 4 de novembro de 2008

Livro "A vida dramática dos Reis de Portugal"




Goste-se ou não do que está escrito neste livro, é de registar a notícia da Lusa sobre o mesmo.

"O estudioso, que editou já cerca de uma dezena de títulos centrados na I República (1910-1926), não sendo monárquico, considera que a instituição régia "era viável em Portugal, bastando ver que os países mais avançados no mundo são monarquias constitucionais"."

Fonte RTP aqui

14 comentários:

João Amorim disse...

...o próximo livro a editar deveria ser: "A Vida Dramática dos Cidadãos de Portugal (em República)"

space_aye disse...

Ui! A vida dramática dos reis de Portugal!
Coitadinhos!!!
Realmente não lhes gabo o azar de terem estado tão bem na vida! Pobres reis! Tenho tanta pena que só de de ler as primeiras páginas desse livro vou desatar a chorar.

Trigo limpo disse...

Tem piada, sr. space-aye se não está de acordo com nada do que se publica neste blog, se as suas ideias politicas/emocionais vão contra tudo do que se pode aqui lêr..... o que vem cá fazer?
instruir-se?
vejo pelo número de comentários que deixa, que será provávelmente mais um desempregado/parasita deste governo que tanto orgulho lhe dá!
Um blog supostamente deverá servir para partilhar ideias (não constante critica)e para aliviar um dia com algum bem estar! que calculo não sinta por aqui.

bem haja a todos

Rui Monteiro disse...

A crítica é bem vinda meus caros, é sinal do efeito sombra :)

space_aye disse...

Caro trigo limpo, não preciso de lhe responder, o sr. rui monteiro já o faz por mim.
Mais valia o trigo limpo ficar calado pois acabou de se sujar.

Nuno Castelo-Branco disse...

Gostava era de ler algumas coisas sobre a vida dramática das seguintes senhorias:
- do charlatão pseudo-literato Teófilo Braga
- do vigarista intringuento bernardino
- do Teixeira Gomes (leiam as actas do parlamento...)
- dos intelectuais:
1. Carmona
2. Craveiro Lopes
3. Américo Tomás

- do "patriota" Costa Gomes
-dos dramas antes, durante e depois do 25 de Abril,
-de Mário Soares,
-Sampaio
-e de Cavaco e da consorte "intelectual do centro"

Isso sim, é que era bom, ficávamos então cientes do porquê dos 17 milhões de Euros/ano que essa gente consome. O activo, claro, porque os 3 passivos são contas à parte .

space_aye disse...

Gostava também de ler sobre a vida dramática das seguintes senhorias:
- O ultra-corrupto e desgovernado D. João V
- O paneleiro venerado do D. Sebastião
- O inútil do D. José
- O padreco assasino do D. Henrique
- O ultra-católico assasino D. João III
- O traidor brasileiro do D. Pedro IV
- E o outro paneleiro luxurioso do D. Pedro I

E ainda o famoso "Marquês da Bacalhoa".

PS: Mas não vão ser de certeza biografias escritas por historiadores monárquicos e conservadores.

Nuno Castelo-Branco disse...

Finalmente, o "enviado dos aventais" denunciou-se: a ralé no seu melhor. Digo ralé, porque conoto o termo com a estupidez e apenas isso.
Aliás, estes republicanos de tasca andam muito moralistas, insultam tudo e todos. E logo eles, que belos exemplares de m...!

Anónimo disse...

Sim o space_eye deve ser especialista em caracóis e tremoços ...

space_aye disse...

Caracós é lá pro sul, o que os mouros como vocês gostam de comer. A mim da-me nojo.

João Amorim disse...

Para o comentador malcriado:

anónimo Space

Voçê é verdadeiramente um Spice_aí...

Nuno Castelo-Branco disse...

Bom, esta "esquerda caviar" tipo-BE, anda a aproximar-se muito de outras franjas. Agora somos mouros... veja lá se andam a copiar o Le Pen (até é natural, pois foi ao PCF que ele foi buscar os votos todos). É que certa esquerda não gosta de:
-"retornados", brasileiros, pretos (fazem-lhes lembrar a História e o império que arrematarm às 3 pancadas), ciganos (fogem à padronização), judeus (uiii, os capitalistas perigosos e sem escrúpulos), americanos, alemães, ingleses, chineses (traidores capitalistas), etc. Tudo isto é muito interessante...

space_aye disse...

João Amorim:
Vá mas é para um lar de idosos que já não está aqui a fazer nada.

Nuno Castelo-Branco:
Quem não gosta de burgueses são vocês, estão sempre a criticar a República por defender os interesses dos burgueses.
E de certeza absoluta não gostamd e judeus, foi no tempo da monarquia que se quimaram milhões.
E nessa mesma altura que se escravizaram milhões de pretos.
E agora riquinho? Quem ganha? Eu, 2-0

Anónimo disse...

Engano seu, Space_aye, ganho eu, por cheque-mate.

Quanto ao tratamento de igualdade dado a Cristão, Mouros e Judeus, vem do Tempo de Afonso Henriques. Refiro-me a igualdade em respeito, como seres humanos que são. Não a cinzentas e obscuras igualdades tão propagandeadas pelos devotos da Revolução Burguesa de França.

Até ao final do reinado de Dom João II, aqui, no Reino de Portucalle, todos viveram em Paz, e devo dizer-lhe, que Dom João II, chega a receber queixas de Cristão sobre atitudes prepotentes de alguns Judeus.

Aliás Judeus e Árabes, fizeram desde sempre parte das Juntas Ciêntificas. Al Idrisi, viveu e trabalhou em Portugal, e o Lobby Judaico era, como já disse, ao tempo de Dom João II, muito poderoso, e Isaac Abravanel, que fora aluno do Rabi de Lisboa Joseph Hayyim, fazia parte da Junta de Matemáticos.

Aliás a filha de Dom João II Dona Beatriz Anes de Santarém casa com um Judeu, Amador Baracho Correia, e a filha do Duque de Viseu, a Duquesa Marta, também casou com um Judeu, e a filha de ambos Dona Violante Gomes irá casar com o primo, o Infante Dom Luís, e será a mãe do Rei Dom António I, o Prior da Ordem do Crato.

Não confunda A Casa Real e a Alta Nobreza de Portugal, com a Inquisição Espanhola, porque também eles foram suas vítimas.

Quanto à Escravatura, devo dizer-lhe que não é um conceito Europeu.

Não existiam Escravos na Europa, desde o final do Império Romano.
A Escravatura a que alude é um conceito importado de África, e exportado posteriormente para o Brasil.

A escravatura de que vulgarmente se acusa o Infante Dom Henrique é outra:
É a Escravatura a Deus. É um conceito Religioso. Nada tem de violência física.

A historiografia oficial, é que foi deliberadamente adulterada, primeiro pela Inquisição Espanhola, e por Espanha, depois por França e pela Maçonaria Francesa, que se instalou em Portugal vai para 240 anos.

E é lamentável, que se repitam ad aeternum, as mesmas mentiras e as mesmas calúnias absurdas largamente desmentidas pelas recentes investigações, como se fossem verdades absolutas.

O Space_aye, faz-me lembrar aqueles retrógrados patéticos, que repetiam até à exautão, que a Terra era o Centro do Universo.

M. E. L.