
Almirante Rosa Coutinho:
«Foram fixadas [no Pacto MFA-Partidos] as bases que o MFA considera indispensáveis para que se possa iniciar em Portugal uma consulta popular eleitoral sem que o Movimento possa perder - pelos resultados acidentais de uma consulta eleitoralista feita a um povo pouco esclarecido - o seu papel de motor do processo revolucionário».
Gonçalo Ribeiro Teles (então dirigente do PPM, que se recusou assinar o Pacto MFA-Partidos):
«Os partidos que assinaram o pacto-plataforma do MFA tiveram de comer sapos e comeram-nos».