quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Dããã, que República

Manuel Alegre insistiu esta noite no Funchal que Cavaco Silva terá de responder, por exigência da “ética republicana e transparência democrática”, às dúvidas sobre as suas acções da SLN, ligada a um banco “fundado pelos amigos políticos do actual Presidente da República”.

Pois é exactamente pela "ética republicana" que o Professor Cavaco Silva não tem que responder nada. E é exactamente pela "ética republicana" que o candidato Alegre ainda não pediu e exigiu nada aos seus amigos polítcos sobre outros casos onde impera a "ética republicana" quais Freeports, PT's, Face Ocultas, Diplomas e outras "transparências" da República. Dããã.

2 comentários:

Miguel disse...

Vá lá! Esta luta de galos para a próxima concessão de exploração da Chefia do Estado comporta um aspectos positivo, pela bizarria: se o poeta Alegre for «eleito», voltará a haver um presidente da... PRIMEIRA REPÚBLICA! É revisitar a História ao vivo e a cores! Oportunidade única. Já o candidato Silva, não reúne sequer os requisitos de presidente da Segunda República: nem pelo «bom aspecto» de Carmona, nem pelo uniforme de Craveiro Lopes, nem pelo inigualável bom humor associado a Thomaz. Sic transit gloria mundi...

Joao disse...

Não é estranho que ninguem refira o facto do Pateta Alegre ser maçom do GOL?
Alguns juizes puseram em causa se os juramentos secretos da maçonaria podiam por em causa a imparcialidade dos juizes. E a imparcialidade do PR, já não é problema? Já esta assumido que não existe? Porque ninguem pergunta a esse traste se ele nos garante que é capaz de colocar os interesses dos portugueses à frente dos interesses dos seus irmãos maçons?